SER ETERNAMENTE JOVEM
O sol adormece!
E a lua desperta!
E meus instintos,
De poeta floresceu.
Os raios do luar,
Iluminam o meu escrever.
Trazendo para o ser humano.
O meu refletir.
Ouço o vento!
A bailar por entre as
árvores.
Como uma sinfonia
orquestrada,
Pelo tempo permanente.
Que transfigura a figura
pálida,
Do ser no esplendor do
saber.
Como seria bom viver nesse
bailar!
Para sempre o tempo
permanente,
A juventude seria eterna.



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