quarta-feira, 7 de setembro de 2022

 




SER ETERNAMENTE JOVEM

O sol adormece!

E a lua desperta!

E meus instintos,

De poeta floresceu.

 

Os raios do luar,

Iluminam o meu escrever.

Trazendo para o ser humano.

O meu refletir.

 

Ouço o vento!

A bailar por entre as árvores.

Como uma sinfonia orquestrada,

Pelo tempo permanente.

 

Que transfigura a figura pálida,

Do ser no esplendor do saber.

Como seria bom viver nesse bailar!

Para sempre o tempo permanente,

A juventude seria eterna.

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