ANTROPOCENO:
UMA INOVAÇÃO.
Do
primeiro semestre de 2012 no 34º. Congresso Geológico Internacional realizado
em Brisbane um corpo acadêmico discursasse um tema tanto que coincide em parte
com a teoria de Iets, a mente e martelo, caiu como uma luva nos estudos da
Estratigrafia era do Quaternário ou era geológica que a terra sofreu. A
conferência foi presidida pelo Dr. Jan era geológica, da Universidade de
Leicester e na conferencia foi definido que estamos vivendo uma nova Era
geológica a qual denominada de Antropoceno. Nesta nova Era Geológica a força
mais importante e ativa na terra que molda e modifica a natureza como agente
geológico transformando do clima da terra é a humanidade e que age molda a
terra em bloco e como um único conjunto. Daí o nome proposto, Antropoceno [ceno
para ´novo´` antropos para ´humano``]. O grupo de pesquisa considera no momento
o Antropoceno como uma possível época geológica, ou seja, situada no mesmo
nível hierático que o Pleistoceno e o Holoceno o que implica que está
localizada no período Quaternário, mas que o Holoceno se findou. Foi entre as
eras do Pleistoceno e o Holoceno que a humanidade ou as civilizações puderam se
desenvolver, no período do Holoceno a terra remanesceu estável indiferente a
História da humanidade e no fim do Holoceno começou o período de instabilidade
e a terra começou a sofrer alteração
com
as ações do homem sobre ela e o ser humano começou ser a agente geológico que molda
e modifica a natureza, mas cabe aos Estratigáfos conferir e decidir o início da
ação humana como agente geológico se questiona que não temos todo o tempo do
mundo para decidir a data que responsabiliza os homens por começarem a seres os
agentes geológicos, tudo o que era costumado de base rochosa começou a ser
humanizado, não se trata mais da paisagem, do uso da terra ou do impacto local
no solo, mais agora a comparação é estabelecer fenômenos terrestres, pela força
do crescimento da energia que a civilização humana gasta em seu movimento e
desenvolvimento na superfície terrestre si compara ao gasto energético de vulcões
e tsunamis, mas com mais violência e em curtos períodos que si compara a aproximar
a potência de transformação humana as das Placas Tectônicas. E, com efeito,
ação humana pode ser visto nas rochas: a modificação dos rios, mudanças na
acidez dos oceanos, a introdução de produtos químicos que antes era desconhecido;
as ruinas compostas de vastas infraestruturas que não se parecem em nada com
ruinas anteriores, as mudanças na taxa na natureza de erosão, as variações do
ciclo do nitrogênio, o aumento contínuo do CO2, gás carbônico, na atmosfera sem
esquecer o desaparecimento abrupto de espécies vivas durante o que os biólogos
se resignam a chamar de ´´ sexta extinção``. Tudo pode ser visto claramente nos
sedimentos porque as explosões atômicas, desde 16 de julho de 1945. Os geólogos
se veem pasmados pelo ritmo acelerado da história geo. - humana; um ritmo que
os obriga a colocar um sério candidato a essa famosas ´´ Covilha de ouro`` em
um segmento de duzentos ou até sessenta anos [dependendo da escolha de uma
margem de tempo curta ou muito curta para delimitar o surgimento do Antropoceno].
Fácil de ser detectada em qualquer lugar do mundo, permitindo, pela clareza do
sinal radioativo, que todos os geólogos estão acordados. Das listas das ações
humanas acima citadas na crosta terrestre, o mais fascinante de tudo, foi
encontrado ao longo dos séculos XIX – XX, narrativas e afirmações do homem
transformando o solo para melhor dominá-lo, mas o fato que hoje não de dominar
a terra ou natureza e sim de procurar nas rui as sedimentares os traços de um
devir – pedra dos homens do passado. Uma dialética de mestre e escravo, os traços
de ambos acabaram se fundindo. Antropomorfismo de zonas críticas, petromorfismo
de humanos. ´´ Covilha de ouro ``, de uma margem de tempo curta ou muito curta
para delimitar o surgimento do Antropoceno.
MENTE
EL MALLEO
O faz
o Antropoceno ser uma´ Covilha de ouro`` o um ponto de referência claramente
detectável além da fronteira da Estratigrafia, é que o nome desse período
geo-histórico pode se tornar o mais relevante conceito filosófico, religioso, antropológico
e político para começarmos a nos afastar para sempre das noções de ´´ moderno e
modernidade´´, não há estudos: Filosóficos pós-moderno, Antropológicos,
Teológico liberal e pensador político que teria ousado a dimensionar a
influência dos seres humanos na mesma escala dos agentes climáticos, rios,
vulcões, erosões e bioquímicas. Até então, só conceito teórico do Antropoceno e
há dúvidas se existe algum crítico literário que tenha si dedicado aos
princípios da desconstrução de texto às camadas de sedimentos e levando e revelando
em todos os deltas do planeta os traços irrefutáveis de origem da ação humana
no momento, se fala muito do ´´pós-humano`` ou o passado está de volta, o ´´Anthropos`
esse conceito veio à tona graças ao trabalho empírico que os historiadores da
natureza detectaram a luz da razão em defender o ser humano contra a invasão
sem limites da ciência sobre a natureza e os riscos de excessiva naturalização
e propõe o termo mais radical o fim do Antropoceno, mas penso que isso se dará
por meio de energias limpas e renováveis e reciclamento dos produtos industrializados
consumidos pela sociedade em geral que poluem o meio ambiente, desvincular do
capital abstrato da abstração e vinculá-lo na realidade da sobrevivência e
existência humana ´´ Commodities
são produtos de origem agropecuária
ou de extração mineral, em estado bruto ou pequeno grau industrialização,
produzidos em larga escala e destinados ao comércio externo. Seus preços são
determinados pela oferta e procura internacional da mercadoria. No Brasil, as
principais commodities são o café, a soja, o trigo e o petróleo. ``., ´´ o formato natureza/cultura interpretar o Antropoceno
como a simples superposição, até mesmo a reconciliação dialética de natureza e
humanidade cada qual tomada em bloco, ou ainda como uma grande conspiração de
cientistas para naturalizar a humanidade, metamorfoseando-a em uma estátua de
pedra; ou , inversamente como uma politização indefinida da ciência a colher a
inovação vinda os geocientistas em vez de si ater a crítica da naturalização
não corre o risco de perder a oportunidade de entender o novo regime climático.
A revista científica Nature, quatro anos depois de The Economist, também fez
sua capa sobre Antropeceno; um dos desenhos que ela propõe em seu dossiê
oferece uma oportunidade de saber se somos capazes de colocar ou não vinho novo
em garrafa nova, ou seja, em um solo devastado torna-lo como era antes da devastação;
em um mundo onde a natureza foi degradada podemos recompor essa degradação da
natureza. E o desenho ou figura é chamado ´´Efeito Arcimboldo´´, em que as
ciências da terra oferecem temas para redesenhá-la um rosto ainda reconhecível,
ou seja, um rosto mumificado que antes de ser um rosto mumificado era um rosto
de uma pessoa em estado perfeito e podemos usar a imagem do rosto mumificado
para personalizar a petrificação de um rosto humano ou, ao contrário um
Antropização da natureza. Essa personificação da imagem ilustrada reporta a um
inventário geológico para torcer nossas mãos a fim de nos convidar para uma
nova era pós – humano. A OCASIÃO IDEAL PARA DESAGREGAR AS FIGURAS DO HOMEM E DA
NATUREZA. Mesmo que a comunidade científica não reconheça a nova era chamada de
Antropoceno convém a nós acompanharmos atentamente a desintegração
progressiva
de todos os ingredientes que participam no Antigo Regime Climático,
da
figuração conjunta de seres humanos e coisas, mas uma certeza é que o antigo papel
da natureza se encontra completamente redefinida, pois o Antropoeceno si direciona
para um sistema dialético entre o homem e a natureza em que um deste sistema
será unificado, ou seja, pela natureza ou pelo homem. Mas o Antropoceno não
ultrapasse a linha divisória entre o social e o natural ele simplesmente
sidesvincule dela. As forças geo-históricas não são mais as mesmas que as
forças geológicas desde momento em que fundaram em vários pontos, como a ação humana,
pois onde quer que estejam e estiver lidando com um fenômeno natural encontraríamos
e encontramos os Anthropós, ou seja, onde quer que nos descubram maneiras de
nos relacionar com as coisas que haviam sido e serão localizadas no campo da
natureza, mas a desintegração é ainda mais radical do atenham os aos passos do
homem, quer seja no passado ou presente, descobrimos e lado dos agentes
humanos, mas seria de fato absurdo considerar que existe um ser coletivo
socialmente humano que seria o novo agente da geo-história, como foi o
proletariado no século XVIII NA Inglaterra na revolução Industrial, diante da
natureza antiga porque não há como, ´´ Mas a desintegração é ainda mais radical
do lado dos até agora humanos. A´ está toda a ironia de dar à tradicional em
face de Anthropos novo contorno. Seria de fato absurdo considerar que existe um
ser coletivo, a sociedade humana, que seria o novo agente da geo-história, como
foi o proletariado em outra era. Diante da natureza antiga – ela mesma
recomposta -, não há literalmente ninguém que possamos dizer que seja responsável.
Por quê? Porque não há como unificar o Anthropos enquanto ator dotado de
consistência moral ou política, a ponto de acusa-lo de ser o personagem capaz
de atuar nesse novo cenário global. Nenhum personagem antropomórfico pode
participar do Antropoceno, e esse é o objetivo da noção. ´´ Falar da ´´ origem antrópica
do aquecimento global não faz sentido, de fato, se alguém entende por antrópico
algo como a espécie humana´´. Quem se atreve a falar do humano em geral, sem
levantar imediatamente mil protestos. Vozes indígenas surgirão para dizer que
não se consideram responsáveis de nenhuma maneira por essas ações em escala
global – e terão razão! As nações indígenas no coração da floresta amazônica
nada têm a ver com a origem antrópica da mudança climática pelo mundo o momento
em que políticos em campanha eleitoral não distribuam motosserras a eles``
Falar
que o trabalhador é obrigado a fazer longa viagem de carro porque não conseguiu
encontrar uma moradia popular perto da fábrica onde trabalha, dizer por isso
que o Antropoceno, apesar do nome, não é uma extensão. Imoderada do antro
centrismo, ou seja, o ser humano é um agente unificado, com uma simples
entidade política virtual, como um conceito universal, que deve ser dividido em
vários povos distintos, dotados de interesses contraditórios, de territórios em
luta, e colocados sob os auspícios, de entidade em guerras. Não considera nem
ciências humanas nem ciências naturais, mas a primeira disciplina antropogênica.
A
CONFUSÃO ENTRE A CIÊNCIA E O GLOBO.
Posso
argumentar eu não tempos motivos para atribuir importância a essa falha na construção
da teologia, pois afinal a consistência não é o forte das mentes religiosas e
a
mesma inconsistência se aplica exatamente à arquitetura pela qual a
racionalidade foi construída.
TYRRELL
VERSUS LOVELOCK.
O que
quer que estejamos tratando, da ideia do Antropoceno, da terá, de Gaia, da noção
de ator histórico como a humanidade, ou da natureza como um todo o perigo e dar
saltos em período superiores confundindo s figuras de conexão com a totalidade
é perigoso não apenas para a filosofia, mas para todas as ciências relacionadas
a tal questão do Antopoceno. A tese de Tyrrell é de que Lovelock está
forçosamente errado,
pois
não há nada que garante que Gaia protege a Vida na terra enquanto ela deveria
se
dedicar a isso se de fato tivesse as virtudes dessa Providência que lovelock,
segundo
ele,
parece promover. Enquanto que Lovelock parte para as conexões da terra no
sentido de ela retroalimentar, unir o ambiente e a evolução, as ações humanas e
manter a vida mais favorável Tyrrell a oposição entre a Gaia e a Evolução e
segundo ele o ajuste entre os organismos e seu habitat e´, antes, um testemunho
do onipotente poder transformador da evolução para moldar organismos do que do
poder dos organismos de transformar seu ambiente de modo que seja mais
confortável para eles.
OS
CICLOS DE RETROALIMENTAÇÃO NÃO DESENHAM UM GLOBO.
Convenhamos
quem olha a terra na forma, quem olha para a Terra como um Globo sempre se toma
por um Deus se queremos apenas contemplar a esfera terrestre passivamente
quando estamos cansados da história e como vamos traçar as conexões do planeta
evitando, ao mesmo tempo, desenhar uma esfera? Por um movimento de rotação em
torno de si mesma dando à luz e escuridão a crosta terrestre ou o movimento de
translação à volta em torno do sol formando um ciclo como um todo-poderoso engenheiro
– Providência, Evolução ou Termostato e isto é tanto ciência quanto Teologia. E
esses movimentos da terra em torno de si mesma e em torno do sol
é que
propicia o dia e a noite e as estações do ano para o plantio de alimentos. Ao
contrário de retroalimentar as ações do ser humano a Gaia é sensível às ações
do homem sobre ela; como percebemos os estragos da industriarão sobre a
natureza e a reação dela contra o ser humano no sentido de ameaçar a extinção
dos organismos orgânicos sobre a crosta da Gaia.
ENFIM,
OUTRO PRINCÍPIO DE COMPOSIÇÃO.
Seguir
os ciclos das conexões para evitar a totalidade ou global é aproximar de
questão política, pois o conceito de Antropoceno envolve dois princípios
unificadores, ou seja, a Natureza e o Homem e estão se tornando cada vez mais
inverossímeis e não é a intrusão de Gaia que vai unificar o que está se
dessagrando diante de nossos olhos. É inútil esperar que a urgência da ameaça
seja tão grande e sua expansão tão global que a terra atue misteriosamente como
um imã unificador para fazer de todos os povos dispersos um único ator político
ocupado em reconstruir a torre de babel da Natureza. Contrapondo a esses
argumentos, não há terra virgem onde sistema capitalista ainda não se apoderou,
pode sim ter em lugares um capitalismo com meios produtivos ainda antigos e no
Estado do Mato Grosso os indígenas Chavantes vendem a madeira e passeiam de
caminhonetes e no Xingu os indignas faz uso da agricultura para a sua
subsistência e há uma divergência entre as diversa etnias no Brasil, tanto é
que uma indígena defendeu o presidente da republicado Brasil na ONU da etnia do
Xingu, e os agentes são mesmos e as coisas que encontram no meio ambiente e com
o passar do tempo adquirem conhecimento para modificá-las de modo diferente,
usando a tecnologia a qual no início ou após, a Revolução Industrial novos
meios de produção e forças produtivas se desenvolveram, e há um novo agente da
geo-história pois no antigo meio de produção feudal os servos escondiam
mercadoria para trocarem ao redor dos burgos na foram de escambo, acumulação
primitiva, e na partir da Revolução industrial na Inglaterra, os meios produtivos
estão si renovando e também as forças de produção e acelerando o processo de
degradação do meio ambiente com indústrias que poluem a atmosfera com gases
tóxicos e os rios e oceanos com dejetos de produtos químicos e consumo de
produtos não descartáveis que poluem o meio ambiente e para firmar a minha antítese
cito a baixo dos textos Ideologia Alemã e o Manifesto comunista de Karl Marx e
imagem da degradação do meio ambiente pelo homem e falar que o ser humano é um
agente unificado, com um simples entidade política virtual, como um conceito
universal, que deve ser dividido em vários povos distintos, dotados de interesses
contraditórios, de territórios em luta, e convocas os auspícios , de entidades
em guerras. Para nos aliviar dos ombros da chamada ´´ maldição de atlas``, ou
seja, carregar sobre os ombros o peso total do globo terrestre. Devemos nos
ater a Von Uexküll. As todas as bolhas, a todas as câmaras, a todos os envoltórios
que os agentes tiverem que inventar para fazer a diferença entre seu interior e
seu exterior. Par aceitar tal extensão é necessário levar em conta todas as questões
Filosóficas e científicas, levantados como partes de uma definição muito ampla
de imunologia, que Peter Sloterdigk ´´ estudos em três volumes dos envoltórios essenciais
para a perpetuação da vida``.
PETER,
GLOBES; Sphèresll [1999].
Ao
contrário de retroalimentar as ações do ser humano a Gaia é sensível às ações
do
homem
sobre ela; como percebemos os estragos da industriarão sobre a natureza e a
reação
dela contra o ser humano no sentido de ameaçar a extinção dos organismos orgânicos
sobre a crosta da Gaia. Seguir os ciclos das conexões para evitar a totalidade
ou
global é aproximar de questão política, pois o conceito de Antropoceno envolve dois
princípios unificadores, ou seja, a Natureza e o Homem e estão se tornando cada
vez mais inverossímeis e não é a intrusão de Gaia que vai unificar o que está
se dessagrando diante de nossos olhos. É inútil esperar que a urgência da
ameaça seja tão grande e sua expansão tão global que a terra atue
misteriosamente como um imã unificador para fazer de todos os povos dispersos
um único ator político ocupado em reconstruir a torre de babel da Natureza. Seguindo
o argumento acima citado voltemos para Relação entre a Razão cultual, de Franz
Boa, Razão prática, Morgan E Malha do mundo, Tim Ingold e Karl Marx, Ideologia Alemã
e Prefácio do Manifesto Comunista.
Morgan
argumenta a Razão prática que o homem se insere no meio ambiente e em contato
coisas as transformas nas circunstâncias e momento de suas ações em função as
suas necessidades e Tim Ingold afirma que o mundo é por uma maranhado de nois e
o
espaço livre entre os nois é o momento em que o indivíduo se encontra livre, e
este entrelaçado nois forma a malha do mundo. E estes nois são o momento em que
os indivíduos se relacionam interagindo e passando informações uns para os
outros e o paço livre é o momento em que o indivíduo sai do no com não da
maneira que entrou,
mas
com novos conhecimentos adquiridos nas relações nos nois. E esta malha do mundo
e a interação de animais orgânicos e seres inanimados, ou seja, toda a Biosfera
e Karl Marx neo-hegeliano de esquerda fundador do pensamento Maxiano na Ideologia
alemã, contrapõe a razão da materialidade de que não explica o mundo material
pela razão desprezando a materialidade e faz uma dura crítica a Ludwing Feuebach,
a vida material se articula com a consciência do homem e é uma representação da
vida material e no Prefácio no seu método dialético científico explica como que
o homem a partir a Estrutura – meio produtiva e forças produtivas modifica o
meio ambiente a favor do Capital por influência da Superestrutura- consciência 10
Rompimento
da Barragem de Mariana e Amazonas intacta.
A
mata do Amazonas degradada, Madeireiros clandestinos devastando o Amazonas E Os
meios produtivos poluindo a Atmosfera.
O
homem polindo o meio ambiente e os oceanos exemplo: MANCHA NEGRA NO OCEANO PACÍFICO.
O
AGRONEGÓCIO PRODUZINDO GÁS METANO PELAS FEZES DOS ANIMAIS.
O
agronegócio não produz alimento e sim commodities são produtos de origem agropecuária
ou de extração mineral, em estado bruto ou pequeno grau de industrialização,
produzidos em larga escala e destinados ao comércio externo. Seus preços são
determinados pela oferta e procura internacional da mercadoria. IDEOLOGIA ALEMÃ Karl Marx Neo-hegeliano de esquerda fundador d pensamento
Maxiano. Marx contrapõe a razão da materialidade de que não explica o mundo
material pela razão, desprezo a materialidade, entre 1.945 e 1.946 critica a Ideologia
Alemã faz uma crítica a Ludwing Feuebach, a vida material se articula com a consciência
do homem e é uma representação da vida material, Marx no seu método Maxiano o
Materialismo histórico dialético, mas não é determinista e é a dialética o elemento que constrói a
História, critica o materialismo mecanicista com seu método do materialismo dialético
baseado a teoria científica do comunismo. Critica Feuebach que analisa as classes
sociais na dialética de Hegel, onde as classes sociais os conflitos de ideias são resolvidos e, denúncias
e contrações alheias sem pôr os conflitos em denúncias e contradições além das ideias, ou
seja, as ideias se rementem no campo teórico que as formularam, Karl Marx em 1.859
formula um novo método materialista dialético científico. Afirma que não basta interpretar o
mundo filosoficamente, mas modifica-lo e a Ideologia Alemã se fecha em sim mesma. E a
consciência social, de classe, que constrói o ser social e sua ação social que constrói a consciência
social, ou seja, a consciência coletiva de classe social. A crítica a Feuebach da alienação religiosa, a religião é
o ópio, que é uma questão de política pública social faz com que o homem se tenha resignação e
entrega a Deus com a sua necessidade tem dependência da vontade de Deus. A miséria
humana é causada pelo homem e a religião sustenta a ideia que Deus proverá as
necessidades do homem. Marx contrapõe a Ideologia Alemã que faz a inversão dos fatos velando a
realidade de certos fatos. Feuebach no seu método materialista mecanicista apenas compreende o
mundo com construção via mundo imutável sem a necessidade transformadora no mundo
sensível ou concreto, ou seja, o idealismo abstrato. Marx afirma que no mundo a História se reproduz com a
contradição entre as classes sociais
em
movimento constante; o homem entra em contato com a natureza a transforando e a
si contato com a natureza para atender as suas necessidades e a si mesmo
realizando desenvolvimento na sua realidade com a natureza. A ideologia alemã
hegeliana é uma redução ou concepção falsa da História uma total abstração da
classe dominante não há em nem um nível a sua crítica ao meio material, ou
seja, que ligasse a Filosofia Alemã e o eu meio material, o homem com ser vivo
começa a produzir os meios de subsistência e não pensar ações no curso da
Histórica. Marx contrapõe argumentando que o homem desde tem os meios de
subsistência começa a diferenciar dos outro e a si mesmo, ele começa a pensar
antes de fazer algo, ou seja, o homem produz dá maneira que ele quer, mas a
partir dos meios que ele passa encontrar, constrói a sua História, em um
movimento contínuo e diferente encontrando a sua subsistência através dos instrumentos
encontrados para produzir meios de subsistência que ainda não estão postos a ele.
A História se faz do pressuposto real e movimentando dessa produção do aumento
do e o intercâmbio com relação ao trabalho nos países pouco desenvolvido que
produz mãos – de - obra a cada novo modo de produção novas forças produtivas
são produzidas. Maior tração do trabalho mais desenvolvida a produção
qualitativa mais aumento produção quanticamente, mais exército de reserva de
mão-de-obra, divisão do trabalho que qualitativamente divide em pouca
mão–de-obra e aumenta a lucratividade e a mais valia maior. Os homens ficam sem
trabalho
e as mulheres e as crianças tomam os lugares dos homens nas fabricas com
salários menores, A propriedade privada: a imóvel, mobilar, tipo de sociedade,
cidade, campo e Estado. Os servos que vieram para os burgos e não conseguiram
sair do modo de produção familiar, aprendiz e mestre, se tornaram
lupeproletário ou miseráveis. Contrário a Filosofia Alemã que é abstração Marx
confirma que parte do homem para a
experiência
ideológica; à vida que determina a consciência, e com a realidade que ele
aproxima
e que produz a subsistência e a produção na dialética de Marx, não é a
consciência eu determina a vida, mas a vida determina a consciência. O
pressuposto da História, condições de viver para fazer História, a necessidade
de manter a vida para fazer História seus modos mais úteis mais culturais a
relação entre o homem e a natureza. O homem deve ser estudo em determinado no
contexto em que vive na medida que aumenta as necessidades e o modo de produção
que assim uma nova forma de meio de produção. Assim a consciência é uma maneira
de ser em vida ou uma distorção de modo de ser sua vida, pessoas
semianalfabetas tornar consciência de sua classe.
Desenvolvimento
capitalista e forças produtivas, toda a força produtiva e forças de trabalho estão
em movimento contínuo e contraditório, ou seja, na estrutura as relações
sociais de produção, proletários, conjunto de os trabalhadores com a burguesia
há um contraditório na relação social de produção e as forças produtivas e
quando o contraditório se agrava há uma crise no sistema capitalista;
trabalhadores verso burguesia este contexto forma-se a consciência de classe
coletiva. E o momento propício para haver uma consciência de classe coletiva
emergindo da base material ou estrutura e rompendo com a consciência de classe
coletiva da superestrutura, abstração, teoria, e esta classe social que está na
superestrutura é domina, mas uma classe social não se pode se tornar dominante
se não se colocar os mesmos interesses coletivos em primeiro plano. Divisão do
trabalho aliado à lógica do sistema capitalista constrói a essência do
homem,
o trabalho material, instrumento que tornará a atividade voluntária, mas esse
trabalho é uma força estranha em se realiza que a si subjuga é dominante e o
home prevalece como máquina no sistema capitalista moderno. Cada um tem uma
espera a qual não pode sair há a ideia que quem não se esforça não tem mérito
de ter sucesso para e para esse indivíduo não consegue emprego por que o
sistema que funciona dessa modalidade não dá à ideia além da totalidade. Os
colaboradores têm mais condições de subir na empresa, apenas no campo da
ideia
mais não materialmente, quem produz é o trabalhador e não o dono da empresa.
O
Estado, criado pra sustentar os interesses de um pequeno grupo e é todos quem
sustentam esse Estado o qual foi criado para proteger as grandes empresas
privadas e a extensão da proteção do Estado aos civis e apenas uma forma de
camuflar a real ideia da função do Estado. Ele é uma ficção onde uma minoria
coloca seus interesses como seno do povo ou do coletivo. ¹
1-A
ideologia alemã. MARX.Karl.1818-
RESUMO
DO PREFACIO DO MANIFESTO DO COMUNINISTA DE KARL MARX.
´Considerando
o sistema da economia burguesia nesta ordem: capital, propriedade fundiária, Karl
Marx considera o sistema econômico burguês na seguinte sequência de ordem:
capital, propriedade fundiária, trabalhadores assalariados, Estado, comercia
exterior e mercado mundial. Nas três categorias: capital, propriedade fundiária
e trabalho assalariado Karl Marx examinam as condições de vida das três classes
sociais que existem em sua época em que se divide a moderna sociedade burguesa;
a conexão das três fontes seguintes é evidente. A primeira parte do livro
compõe-se dos capítulos a mercadoria, segunda a moeda ou a circulação simples e
a terceira o capital geral. Os capítulos da mercadoria, da moeda ou circulação
simples formam o conteúdo o presente volume e o conjunto material escrito por Marx
sub as formas monográficas as quais foram redigidas com longos intervalos, mas
não para serem impressos, mas para a própria compreensão argui Marx e cuja
elaboração sistemática dependerá de circunstâncias externadas. Marx focou na
jurisprudência a qual exercia, contudo como disciplinas segundaria ao lado da
Filosofia e História e se viu em apuros pela primeira vez
em
tomar parte na discussão sobre os chamados interesses materiais. As
deliberações do Parlamento renano sobre o roubo de madeira e parcelamento da propriedade
fundiária e a polêmica oficial abriga com a Gazeta Renana pelo governador da província
renana sobre a situação dos camponeses do vale do Mosela e finalmente os
debates sobre o livre comércio e proteção aduaneira lhe deram os motivos que
motivaram- no a se preocupar de questões econômicas. [Marx percebe que se
ocupar apenas com o conhecimento do assunto se remetia na corrente francesa da
matriz filosófica do socialismo e comunismo francês; MAA], percebe e confessa
que seus estudos feitos até o momento não lhe permitiam ousar qualquer
julgamento sobe o conteúdo da corrente francesa. Atitude exercida no âmbito do
jornal sem qualquer avanço anularia meus posteriores esforços em avançar nos conteúdo.
O primeiro princípio foi dedicar-se a resolver as dúvidas que o assediava na
revisão crítica da Filosofia do Direito de Hegel e cujo trabalho, introdução,
de Hegel apareceu nos anais Franco – Alemães. A investigação de Marx se
direcionou, u seja, desembocou no seguinte resultado. O Estado como relações
jurídicas não podem ser compreendidas nem a partir de si mesmas, nem a partir
do assim chamado desenvolvimento geral do espírito humano seguindo os ingleses
e franceses do século XVIII, mas pelo o oposto, elas se enraízam nas relações
materiais de vida a qual Hegel resume em uma totalidade sob o nome de sociedade
civil. Marx percebeu que a anatomia da sociedade burguesa deve ser analisada u
procurado na economia política, ele começou o estudo dessa matéria na França em
Paris, mas se transferiu para Bruxelas para continuar com seu trabalho e
pesquisa por consequência por ordem de expulsão do Sr. Guizot. O resultado a
que chegou Marx do estudo da economia política serviu de fio condutor aos estudos,
ou seja, na ´produção social da própria, vida, os homens contraem relações determinadas,
necessárias e independentes de sua vontade, relações de produção estas que correspondem
a uma etapa de terminada de desenvolvimento das suas forças produtivas materiais
e cuja totalidade destas relações de produção forma a Estrutura Econômica da sociedade
cuja Estrutura é a base real sobre a qual se ergue uma Superestrutura e
Política que correspondem formas sociais determinadas de consciências, ou seja,
o modo de produção de vida material condiciona o processo em geral da vida
social, política e espiritual, abstração –
Ideologia,
teoria. Não é a consciência dos homens que determina a seu ser, mas, ao
contrário, é o seu ser social que determina sua consciência. Em uma etapa de
seu desenvolvimento as forças produtivas materiais da sociedade entram em
contradição com as relações de produção existentes, ou seja, a expressão
jurídica com as relações de propriedade dentro das quais aquelas até o momento
se tinha movido de formas de desenvolvimento das produtivas estas relações se transforam
em seus grilhões e nesta etapa ou época se dá revolução social com a transformação
da base econômica, toda a enorme Superestrutura se transforma com maior ou menor
rapidez. Na consideração do contraditório na transformação se faz necessário
distinguir sempre entre a transformação matéria, base sensível, das condições
econômicas de produção, que pode ser objeto de rigorosa verificação da ciência
natural e as formas jurídicas, leis, para
manter
a classe dominante, política, religiosa, e em cuja Ideologia que a classe
dominante apregoa. Não se pode julgar a transformação de uma época pela própria
abstração ideológica coletiva da época, mas ao contraditório. É preciso
explicar esta consciência, pensamento, da época a partir dos conflitos
existentes entre as forças produtivas sociais e as forças de produção. Uma consciência
coletiva de classe ou ideologia dominante ou formação nunca perece antes que esteja
desenvolvidas toas às forças produtivas as quais são suficientemente
desenvolvidas para a formação social existente, o contraditório é movimento
contínuo na História que novas relações de produção mais adiantadas jamais
tomarão o lugar antes que suas condições materiais de existências tenham sido
geradas no seio mesmo da velha sociedade ou pela consciência política coletiva.
Marx afirma que a humanidade só se propõe as tarefas que pode resolver, pois,
se se considera mais atentamente, se chegará à conclusão de que a própria tarefa
só aparece onde as condições materiais de sua solução já existem, ou, pelos
menos podem ser capturadas no processo de seu devir. Em grandes traços podem
ser caracterizados, como épocas progressivas da formação econômica da
sociedade, os modos: os asiáticos, antigo, feudal e a burguesia moderna. As relações
burguesas de produção constituem a última forma antagónica do processo social
de produção, antagônicas não em um sento industrial, mas de um antagonismo
nascente das condições sociais de vida dos indivíduos; contudo as forças
produtivas que se encontram em desenvolvimentos no seio da sociedade burguesa
criam ao mesmo tempo as condições materiais para a solução desce antagonismo
assim, a Pré – história dá lugar à sociedade humana. Friedrich Engels com o
qual Marx manteve por escrito um intercâmbio permanente de ideias chegou por
outro caminho ao mesmo resultado que Marx, e na primavera de 1.845, Engels vai para
Bruxelas e em parceria com Marx decidiram elaborar em comum a oposição contra
que há de ideologia na Filosofia alemã; tratava-se de contrapor com a
Consciência Filosófica Alemã. E o escrito por eles tomou corpo na forma de uma
crítica da filosofia pós – hegeliana a qual era a Ideologia Alemã.
A
editora em Westfáia abandonou a impressão dos dois volumes in octavo e
abandonaram o manuscrito à crítica roedora dos ratos, pois já tinham atingindo
o fim principal: a compreensão de si mesmo. E se aterram apenas no Manifesto do
Partido comunista o qual redigiram juntos. Os pontos decisivos da opinião deles
foram indicados cientificamente pela primeira vez, ainda
que
apenas de uma forma polêmica no escrito, Miséria Da filosofia {´´ Misère Da
philosophie``,} publicado em 1.847e dirigido contra Proudhon.
Em
seguida numa dissertação escrita em alemão sobre o Trabalho assalariado e
Capital
{Trabalhado
assalariado}, onde sintetizou as conferências sobre esse tema na União dos
trabalhadores
Alemães e Bruxelas e cuja impressão da dissertação foi interrompida pela
Revolução
de Fevereiro e expulsão de Marx da Bélgica. E Marx se se instala na Inglaterra
especificamente
em Londres e retoma os seus estudos na economia em 1.850. A enorme
quantidade
de material sobre a história da economia acumulada no Museu Britânico, à
situação favorável de Londres como ponto de observação da sociedade e
finalmente o novo estágio de desenvolvimento em que esta parecia entrar com a
descoberta do ouro na Califórnia e Austrália com que fez com que Marx
determinasse a começar de novo artigos sobre fatos econômicos de destaque
ocorridos na Inglaterra e no continente, constitui uma parte tão significativa
na contribuição para os artigos para Marx que ele familiarizou com por menores que
ficam fora do ramo da Ciência Da Economia Política propriamente dita. Concluindo
esse resumo este esboço dos estudos de Karl Marx e Friedrich Engels no campo da
economia política tem apenas o objetivo de provar a opinião que são preceitos
ditados pelos interesses da classe dominante. É o resultado de uma pesquisa por
um método materialista dialético pelo antagonismo de uma consciência coletiva
da classe dominante abstrata, ideológica na Superestrutura que coloca sob julga
a consciência coletiva das classes dos trabalhadores na base material da
Estrutura. Para Marx é um é o resultado de uma pesquisa conscienciosa, mas na
entrada para a Ciência, como na entrada para o inferno, é preciso impor a
exigência. ²
2.
Manifesto comunista. MARX.Karl. Londres.janeiro.1.859.
ANTROPOLOGIA
CULTRUAL A MALHA DO MUNDO
Commodities
não é ALIMENTO e não mata a fome do povo do povo, mas sim mata a fome do
Capital. Relação entre a Razão Cultual, de Franz Boa, Razão Prática, Morgan e
Malha do mundo, Tim Ingold.
SUJEITO,
CULTURA -OBJETO- NATUREZA.
Particentalismo
histórico, Franz Boa. A revolução cultural foi um avanço nas teorias raciais
onde a História humana foi marca por genocídios de comunidade no mundo inteiro
as quais poderia identificar quem não teria condição de aprender por teorias
raciais com as características do crânio e face. Na teoria evolucionista de
Franz boa todos os indivíduos têm as mesmas formas de aparelho cognitivo para
seu desenvolvimento e para o autor todas as culturas passaram por etapas até
chegarem às sociedades europeias que para ele são modelos de cultura. E para
ele a sociedade é classificada pelo seu estado de cultura: selvagem, bárbara e
etc... Cada cultura tem seu sistema e tem uma história, cada tem suas particularidades
relativas e analisa cada cultura do ponto de vista de cada cultura relativa. A
cultura que determina o comportamento da sociedade e só existe cultura por palavras.
A cultura não é hereditária, mas social.
Razão
cultural é universal
A
sociedade humana interagindo com a natureza e age m conforme seus valores
culturais, subjetivos, as necessidades biológicas, comer e surge como uma
codificação da razão cultural. Mas a utilidade também é uma razão cultural, ou
seja, a própria razão utilitária é uma razão cultural. Evolucionismo cultural -
Morgan
Razão
prática: individuo- natureza
O
homem com a natureza tem uma relação utilitária cultural e Maximizar, seus interesses
e Minimizar, seus ricos. O homem na natureza acessa as informações para que ele
possa tomar as decisões buscando seus interesses e a cultura surge como uma
codificação da razão prática
A
razão prática não é universal é variável e utilitária
A
sociedade humana interagindo com a natureza busca seus interesses e a cultura
surge como uma codificação da razão prática e na realidade a razão prática é o
reflexo da Razão Cultural, ou seja, interesses pessoais ente se e em suas ações
práticas e toda ação é mediada por simbolismo, à ação escolhida pelo sujeito e
boa ou má baseada pela sociedade simbólica e são ideias que surgem e circulam
em nós, mas não produzidas em somente em nós.
A
teoria evolucionista cultural de Morgan o sujeito na necessidade de si alimentar
aprende a gostar do que não gosta, um casal faz sexo com o propósito de
reprodução e perpetuação da espécie e o mercado econômico não se auto
regulariza e sim é movido por interesses pessoais.
ANTROPOLOGIA
COM A FILOSOFIA
ANTROPÓLOGO
BRITÂNICO: Tim Ingold. A malha do mundo.
A
vida como emaranhado e linhas intercruzam em nó fazendo a malha do mundo, tem
intercruzam
com outros Nois, outros seres, e em linhas entrepostas aos Nois tem o espaço
livre em um movimento contínuo e infinito. E os seres como linhas em movimento
que intercruzam com outros seres em círculos em movimento e cujos Nois ou
pontos podem solidificar ou se relaxar e se tornam linhas tóxicas.
Exemplo:
Uma
pessoa que solidifica ou aperta o nó é aquela que faz uma ação boa para a sociedade
ou deixa um marco positivo na história do homem ao contrário uma pessoa que faz
uma ação que prejudica a sociedade ou deixa um marco na histórica negativo.
Albert
Einstein por duas vezes alterou de maneira profunda nossos conceitos de espaço e
tempo com a sua teoria da relatividade: primeiro no âmbito da teoria especial
de 1905 e depois com a teoria geral de 1915. Adolf
Hitler foi o grande líder do nazismo e
o responsável por um regime de terror que levou o mundo à Segunda Guerra Mundial. Afrouxa o nó e a linha do emaranhado da malha do mundo ponto furar ou até romper
Morador
de rua tem seu espaço livre acolhido por entidades e Ongs, mas falta uma
política pública social para os acolhimentos dessas pessoas sem teto. A teoria
do Antropoceno: o homem com agente que molda e modifica o meio ambiente a malha
da vida é composta pelo mundo, ou seja, ecossistemas, biomas e biosfera e toda
essa malha movimenta no contraditório e em novas relações que serrão benéficas
ou problemáticas que se deterioram ambiente em que vivemos solidificando ou
afrouxando nos Nois em relações em linhas ao infinito. Esse emaranhado que
forma a malha do mundo não é o indivíduo isolado, mas um emaranhado de Nois
intercruzados por linhas que intercalam entre os mesmos em espaço livre e que
constitui a malha do mundo e esse emaranhado
que
forma a textura das vidas entrelaçadas dos indivíduos como nos em círculos. Toda
essa malha do mundo está sempre em movimento e os Nois são o intercruzamento da
vida dos sujeitos em movimento e as linhas que intercalam
os
Nois é o espaço livre dos sujeitos em movimento da malha do mundo.
Malha
da vida, ANIMISMO.
Sistemas
de ideias que seres não têm vida, ou seja, faz sua vida nascente. Vivemos em
um, mundo que está em movimento e nós seres humanos estamos emaranhados com os
ecossistemas, os biomas e a biosfera: céu, terra, animais e clima em sentido de
solidificar ou afrouxar os Nois do emaranhado que forma a malha do mundo. E
toda a malha do mundo está em constante confronto, ou seja, é um espaço fluido
e não um espaço pré-definido do meio ambiente ao espaço fluido, vivemos em um
mundo que está em movimento e estamos emaranhados nele por linhas tóxicas e não
tóxicas que intercruzam em nois e o intervalo entre os nois são o espaço livre,
mas de o sujeito sai de um nó com um relacionamento diferente e ao adentrar e
outro sai de com um relacionamento de outra maneira e assim consecutivamente e
infinitamente. Os seres inanimados e animados, orgânicos estão emersos em
diferentes em suas linhas de vida em processos interativos no meio ambiente e o
mundo é um emaranhado de linhas de vidas intercruzados em nois e formando a
malha do mundo no sentido ao infinito, não existe exterior e interior trata-se
de uma trilha de movimento ou crescimento, a, mas a relação não é entre uma
coisa e outra, é antes uma longa relação quantitativa de vida e vivida. Os
seres não estão em espaço fechado, mas em deslocamento, em movimento, de
maneira intensa ou mais lenta e o homem conseguem perceber a ação e
alternativas
necessárias
de ações. Vivemos em um mundo que está em constante movimento e nós somos os Nois
circulados em sim mesmo e entrelaçados nos outros Nois intercalados por linhas
que são espaços livres e todos esses Nois constituem a malha do mundo: homem,
ecossistemas, biomas e biosfera. Existe entre o ser e o objeto acesso a
natureza por meio da cultura que distingue o homem dos animais. A ação e
relação do com os seres e sua percepção vai constituindo nicho ecológico para
vários seres e esta relação eu mais dá significado aos nossos interesses e necessidade
Exemplo:
Uma
pedra constitui abrigo par um inseto e para o homem um instrumento como arma
para ceifar a vida de alguém. Os organismos orgânicos e não orgânicos também
estão na linha da vida como Nois no emaranhado que forma a malha do mundo, os
animais comunicam de outras formas e em geral estão imersos em suas linhas da
vida em processo de interação no meio ambiente o qual depende do ser. Para o
ser não orgânico, sólido, sem mundo em ação no mundo, animal pobre de mundo
circunscrito entre instinto e estimulação da natureza. Mas no mundo virtual da
internet há milhares de nois metafísicos, com milhares de relações como forma
de dados cognitivos pessoais onde milhares de linhas de vida se intercruza com
nessas relações como forma de dados
cognitivos
no espaço livre suas relações são novas devido a esta interação com estes nois.
O
ser humano é o único que forma o mundo, DELEUZE, é o conceito de linha. A vida
é vivida não dentro de um perímetro, mas ao longo de linhas e o autor as chamas
de folga, de linhas de devir.
Concluindo
ambos os antropólogos tem uma visão semelhante, cada
cultura tem seu sistema e tem uma história, cada tem suas particularidades
relativas e analisa cada cultura do ponto de vista de cada cultura relativa, a
sociedade humana interagindo com a natureza busca seus interesses e a cultura
surge como uma codificação da razão prática e na realidade a razão prática é o reflexo
da Razão Cultural, o ser humano é o único que
forma o mundo, DELEUZE,
é o conceito de linha. A vida é vivida não dentro de um perímetro, mas ao
longo de linhas e o autor as chamas de folga, de
linhas de devir.
PAULO DA SILVA
PEDAGOGO, PÓS – GRADUÇÃO EM SOCIOLOGIA E
ESTUDANTE DO CURSO DE BACHARADO DE FILOSOFIA NA FEDERAL DE UBERLÂNDIA MG.