quarta-feira, 5 de novembro de 2025

 

 

ANTROPOCENO: UMA INOVAÇÃO.

Do primeiro semestre de 2012 no 34º. Congresso Geológico Internacional realizado em Brisbane um corpo acadêmico discursasse um tema tanto que coincide em parte com a teoria de Iets, a mente e martelo, caiu como uma luva nos estudos da Estratigrafia era do Quaternário ou era geológica que a terra sofreu. A conferência foi presidida pelo Dr. Jan era geológica, da Universidade de Leicester e na conferencia foi definido que estamos vivendo uma nova Era geológica a qual denominada de Antropoceno. Nesta nova Era Geológica a força mais importante e ativa na terra que molda e modifica a natureza como agente geológico transformando do clima da terra é a humanidade e que age molda a terra em bloco e como um único conjunto. Daí o nome proposto, Antropoceno [ceno para ´novo´` antropos para ´humano``]. O grupo de pesquisa considera no momento o Antropoceno como uma possível época geológica, ou seja, situada no mesmo nível hierático que o Pleistoceno e o Holoceno o que implica que está localizada no período Quaternário, mas que o Holoceno se findou. Foi entre as eras do Pleistoceno e o Holoceno que a humanidade ou as civilizações puderam se desenvolver, no período do Holoceno a terra remanesceu estável indiferente a História da humanidade e no fim do Holoceno começou o período de instabilidade e a terra começou a sofrer alteração

com as ações do homem sobre ela e o ser humano começou ser a agente geológico que molda e modifica a natureza, mas cabe aos Estratigáfos conferir e decidir o início da ação humana como agente geológico se questiona que não temos todo o tempo do mundo para decidir a data que responsabiliza os homens por começarem a seres os agentes geológicos, tudo o que era costumado de base rochosa começou a ser humanizado, não se trata mais da paisagem, do uso da terra ou do impacto local no solo, mais agora a comparação é estabelecer fenômenos terrestres, pela força do crescimento da energia que a civilização humana gasta em seu movimento e desenvolvimento na superfície terrestre si compara ao gasto energético de vulcões e tsunamis, mas com mais violência e em curtos períodos que si compara a aproximar a potência de transformação humana as das Placas Tectônicas. E, com efeito, ação humana pode ser visto nas rochas: a modificação dos rios, mudanças na acidez dos oceanos, a introdução de produtos químicos que antes era desconhecido; as ruinas compostas de vastas infraestruturas que não se parecem em nada com ruinas anteriores, as mudanças na taxa na natureza de erosão, as variações do ciclo do nitrogênio, o aumento contínuo do CO2, gás carbônico, na atmosfera sem esquecer o desaparecimento abrupto de espécies vivas durante o que os biólogos se resignam a chamar de ´´ sexta extinção``. Tudo pode ser visto claramente nos sedimentos porque as explosões atômicas, desde 16 de julho de 1945. Os geólogos se veem pasmados pelo ritmo acelerado da história geo. - humana; um ritmo que os obriga a colocar um sério candidato a essa famosas ´´ Covilha de ouro`` em um segmento de duzentos ou até sessenta anos [dependendo da escolha de uma margem de tempo curta ou muito curta para delimitar o surgimento do Antropoceno]. Fácil de ser detectada em qualquer lugar do mundo, permitindo, pela clareza do sinal radioativo, que todos os geólogos estão acordados. Das listas das ações humanas acima citadas na crosta terrestre, o mais fascinante de tudo, foi encontrado ao longo dos séculos XIX – XX, narrativas e afirmações do homem transformando o solo para melhor dominá-lo, mas o fato que hoje não de dominar a terra ou natureza e sim de procurar nas rui as sedimentares os traços de um devir – pedra dos homens do passado. Uma dialética de mestre e escravo, os traços de ambos acabaram se fundindo. Antropomorfismo de zonas críticas, petromorfismo de humanos. ´´ Covilha de ouro ``, de uma margem de tempo curta ou muito curta para delimitar o surgimento do Antropoceno.

MENTE EL MALLEO

O faz o Antropoceno ser uma´ Covilha de ouro`` o um ponto de referência claramente detectável além da fronteira da Estratigrafia, é que o nome desse período geo-histórico pode se tornar o mais relevante conceito filosófico, religioso, antropológico e político para começarmos a nos afastar para sempre das noções de ´´ moderno e modernidade´´, não há estudos: Filosóficos pós-moderno, Antropológicos, Teológico liberal e pensador político que teria ousado a dimensionar a influência dos seres humanos na mesma escala dos agentes climáticos, rios, vulcões, erosões e bioquímicas. Até então, só conceito teórico do Antropoceno e há dúvidas se existe algum crítico literário que tenha si dedicado aos princípios da desconstrução de texto às camadas de sedimentos e levando e revelando em todos os deltas do planeta os traços irrefutáveis de origem da ação humana no momento, se fala muito do ´´pós-humano`` ou o passado está de volta, o ´´Anthropos` esse conceito veio à tona graças ao trabalho empírico que os historiadores da natureza detectaram a luz da razão em defender o ser humano contra a invasão sem limites da ciência sobre a natureza e os riscos de excessiva naturalização e propõe o termo mais radical o fim do Antropoceno, mas penso que isso se dará por meio de energias limpas e renováveis e reciclamento dos produtos industrializados consumidos pela sociedade em geral que poluem o meio ambiente, desvincular do capital abstrato da abstração e vinculá-lo na realidade da sobrevivência e existência humana ´´ Commodities são produtos de origem    agropecuária ou de extração mineral, em estado bruto ou pequeno grau industrialização, produzidos em larga escala e destinados ao comércio externo. Seus preços são determinados pela oferta e procura internacional da mercadoria. No Brasil, as principais commodities são o café, a soja, o trigo e o petróleo. ``., ´´ o formato natureza/cultura interpretar o Antropoceno como a simples superposição, até mesmo a reconciliação dialética de natureza e humanidade cada qual tomada em bloco, ou ainda como uma grande conspiração de cientistas para naturalizar a humanidade, metamorfoseando-a em uma estátua de pedra; ou , inversamente como uma politização indefinida da ciência a colher a inovação vinda os geocientistas em vez de si ater a crítica da naturalização não corre o risco de perder a oportunidade de entender o novo regime climático. A revista científica Nature, quatro anos depois de The Economist, também fez sua capa sobre Antropeceno; um dos desenhos que ela propõe em seu dossiê oferece uma oportunidade de saber se somos capazes de colocar ou não vinho novo em garrafa nova, ou seja, em um solo devastado torna-lo como era antes da devastação; em um mundo onde a natureza foi degradada podemos recompor essa degradação da natureza. E o desenho ou figura é chamado ´´Efeito Arcimboldo´´, em que as ciências da terra oferecem temas para redesenhá-la um rosto ainda reconhecível, ou seja, um rosto mumificado que antes de ser um rosto mumificado era um rosto de uma pessoa em estado perfeito e podemos usar a imagem do rosto mumificado para personalizar a petrificação de um rosto humano ou, ao contrário um Antropização da natureza. Essa personificação da imagem ilustrada reporta a um inventário geológico para torcer nossas mãos a fim de nos convidar para uma nova era pós – humano. A OCASIÃO IDEAL PARA DESAGREGAR AS FIGURAS DO HOMEM E DA NATUREZA. Mesmo que a comunidade científica não reconheça a nova era chamada de Antropoceno convém a nós acompanharmos atentamente a desintegração

progressiva de todos os ingredientes que participam no Antigo Regime Climático,

da figuração conjunta de seres humanos e coisas, mas uma certeza é que o antigo papel da natureza se encontra completamente redefinida, pois o Antropoeceno si direciona para um sistema dialético entre o homem e a natureza em que um deste sistema será unificado, ou seja, pela natureza ou pelo homem. Mas o Antropoceno não ultrapasse a linha divisória entre o social e o natural ele simplesmente sidesvincule dela. As forças geo-históricas não são mais as mesmas que as forças geológicas desde momento em que fundaram em vários pontos, como a ação humana, pois onde quer que estejam e estiver lidando com um fenômeno natural encontraríamos e encontramos os Anthropós, ou seja, onde quer que nos descubram maneiras de nos relacionar com as coisas que haviam sido e serão localizadas no campo da natureza, mas a desintegração é ainda mais radical do atenham os aos passos do homem, quer seja no passado ou presente, descobrimos e lado dos agentes humanos, mas seria de fato absurdo considerar que existe um ser coletivo socialmente humano que seria o novo agente da geo-história, como foi o proletariado no século XVIII NA Inglaterra na revolução Industrial, diante da natureza antiga porque não há como, ´´ Mas a desintegração é ainda mais radical do lado dos até agora humanos. A´ está toda a ironia de dar à tradicional em face de Anthropos novo contorno. Seria de fato absurdo considerar que existe um ser coletivo, a sociedade humana, que seria o novo agente da geo-história, como foi o proletariado em outra era. Diante da natureza antiga – ela mesma recomposta -, não há literalmente ninguém que possamos dizer que seja responsável. Por quê? Porque não há como unificar o Anthropos enquanto ator dotado de consistência moral ou política, a ponto de acusa-lo de ser o personagem capaz de atuar nesse novo cenário global. Nenhum personagem antropomórfico pode participar do Antropoceno, e esse é o objetivo da noção. ´´ Falar da ´´ origem antrópica do aquecimento global não faz sentido, de fato, se alguém entende por antrópico algo como a espécie humana´´. Quem se atreve a falar do humano em geral, sem levantar imediatamente mil protestos. Vozes indígenas surgirão para dizer que não se consideram responsáveis de nenhuma maneira por essas ações em escala global – e terão razão! As nações indígenas no coração da floresta amazônica nada têm a ver com a origem antrópica da mudança climática pelo mundo o momento em que políticos em campanha eleitoral não distribuam motosserras a eles``

Falar que o trabalhador é obrigado a fazer longa viagem de carro porque não conseguiu encontrar uma moradia popular perto da fábrica onde trabalha, dizer por isso que o Antropoceno, apesar do nome, não é uma extensão. Imoderada do antro centrismo, ou seja, o ser humano é um agente unificado, com uma simples entidade política virtual, como um conceito universal, que deve ser dividido em vários povos distintos, dotados de interesses contraditórios, de territórios em luta, e colocados sob os auspícios, de entidade em guerras. Não considera nem ciências humanas nem ciências naturais, mas a primeira disciplina antropogênica.

A CONFUSÃO ENTRE A CIÊNCIA E O GLOBO.

Posso argumentar eu não tempos motivos para atribuir importância a essa falha na construção da teologia, pois afinal a consistência não é o forte das mentes religiosas e

a mesma inconsistência se aplica exatamente à arquitetura pela qual a racionalidade foi construída.

TYRRELL VERSUS LOVELOCK.

O que quer que estejamos tratando, da ideia do Antropoceno, da terá, de Gaia, da noção de ator histórico como a humanidade, ou da natureza como um todo o perigo e dar saltos em período superiores confundindo s figuras de conexão com a totalidade é perigoso não apenas para a filosofia, mas para todas as ciências relacionadas a tal questão do Antopoceno. A tese de Tyrrell é de que Lovelock está forçosamente errado,

pois não há nada que garante que Gaia protege a Vida na terra enquanto ela deveria

se dedicar a isso se de fato tivesse as virtudes dessa Providência que lovelock, segundo

ele, parece promover. Enquanto que Lovelock parte para as conexões da terra no sentido de ela retroalimentar, unir o ambiente e a evolução, as ações humanas e manter a vida mais favorável Tyrrell a oposição entre a Gaia e a Evolução e segundo ele o ajuste entre os organismos e seu habitat e´, antes, um testemunho do onipotente poder transformador da evolução para moldar organismos do que do poder dos organismos de transformar seu ambiente de modo que seja mais confortável para eles.

OS CICLOS DE RETROALIMENTAÇÃO NÃO DESENHAM UM GLOBO.

Convenhamos quem olha a terra na forma, quem olha para a Terra como um Globo sempre se toma por um Deus se queremos apenas contemplar a esfera terrestre passivamente quando estamos cansados da história e como vamos traçar as conexões do planeta evitando, ao mesmo tempo, desenhar uma esfera? Por um movimento de rotação em torno de si mesma dando à luz e escuridão a crosta terrestre ou o movimento de translação à volta em torno do sol formando um ciclo como um todo-poderoso engenheiro – Providência, Evolução ou Termostato e isto é tanto ciência quanto Teologia. E esses movimentos da terra em torno de si mesma e em torno do sol

é que propicia o dia e a noite e as estações do ano para o plantio de alimentos. Ao contrário de retroalimentar as ações do ser humano a Gaia é sensível às ações do homem sobre ela; como percebemos os estragos da industriarão sobre a natureza e a reação dela contra o ser humano no sentido de ameaçar a extinção dos organismos orgânicos sobre a crosta da Gaia.

ENFIM, OUTRO PRINCÍPIO DE COMPOSIÇÃO.

Seguir os ciclos das conexões para evitar a totalidade ou global é aproximar de questão política, pois o conceito de Antropoceno envolve dois princípios unificadores, ou seja, a Natureza e o Homem e estão se tornando cada vez mais inverossímeis e não é a intrusão de Gaia que vai unificar o que está se dessagrando diante de nossos olhos. É inútil esperar que a urgência da ameaça seja tão grande e sua expansão tão global que a terra atue misteriosamente como um imã unificador para fazer de todos os povos dispersos um único ator político ocupado em reconstruir a torre de babel da Natureza. Contrapondo a esses argumentos, não há terra virgem onde sistema capitalista ainda não se apoderou, pode sim ter em lugares um capitalismo com meios produtivos ainda antigos e no Estado do Mato Grosso os indígenas Chavantes vendem a madeira e passeiam de caminhonetes e no Xingu os indignas faz uso da agricultura para a sua subsistência e há uma divergência entre as diversa etnias no Brasil, tanto é que uma indígena defendeu o presidente da republicado Brasil na ONU da etnia do Xingu, e os agentes são mesmos e as coisas que encontram no meio ambiente e com o passar do tempo adquirem conhecimento para modificá-las de modo diferente, usando a tecnologia a qual no início ou após, a Revolução Industrial novos meios de produção e forças produtivas se desenvolveram, e há um novo agente da geo-história pois no antigo meio de produção feudal os servos escondiam mercadoria para trocarem ao redor dos burgos na foram de escambo, acumulação primitiva, e na partir da Revolução industrial na Inglaterra, os meios produtivos estão si renovando e também as forças de produção e acelerando o processo de degradação do meio ambiente com indústrias que poluem a atmosfera com gases tóxicos e os rios e oceanos com dejetos de produtos químicos e consumo de produtos não descartáveis que poluem o meio ambiente e para firmar a minha antítese cito a baixo dos textos Ideologia Alemã e o Manifesto comunista de Karl Marx e imagem da degradação do meio ambiente pelo homem e falar que o ser humano é um agente unificado, com um simples entidade política virtual, como um conceito universal, que deve ser dividido em vários povos distintos, dotados de interesses contraditórios, de territórios em luta, e convocas os auspícios , de entidades em guerras. Para nos aliviar dos ombros da chamada ´´ maldição de atlas``, ou seja, carregar sobre os ombros o peso total do globo terrestre. Devemos nos ater a Von Uexküll. As todas as bolhas, a todas as câmaras, a todos os envoltórios que os agentes tiverem que inventar para fazer a diferença entre seu interior e seu exterior. Par aceitar tal extensão é necessário levar em conta todas as questões Filosóficas e científicas, levantados como partes de uma definição muito ampla de imunologia, que Peter Sloterdigk ´´ estudos em três volumes dos envoltórios essenciais para a perpetuação da vida``.

PETER, GLOBES; Sphèresll [1999].

Ao contrário de retroalimentar as ações do ser humano a Gaia é sensível às ações do

homem sobre ela; como percebemos os estragos da industriarão sobre a natureza e a

reação dela contra o ser humano no sentido de ameaçar a extinção dos organismos orgânicos sobre a crosta da Gaia. Seguir os ciclos das conexões para evitar a totalidade

ou global é aproximar de questão política, pois o conceito de Antropoceno envolve dois princípios unificadores, ou seja, a Natureza e o Homem e estão se tornando cada vez mais inverossímeis e não é a intrusão de Gaia que vai unificar o que está se dessagrando diante de nossos olhos. É inútil esperar que a urgência da ameaça seja tão grande e sua expansão tão global que a terra atue misteriosamente como um imã unificador para fazer de todos os povos dispersos um único ator político ocupado em reconstruir a torre de babel da Natureza. Seguindo o argumento acima citado voltemos para Relação entre a Razão cultual, de Franz Boa, Razão prática, Morgan E Malha do mundo, Tim Ingold e Karl Marx, Ideologia Alemã e Prefácio do Manifesto Comunista.

Morgan argumenta a Razão prática que o homem se insere no meio ambiente e em contato coisas as transformas nas circunstâncias e momento de suas ações em função as suas necessidades e Tim Ingold afirma que o mundo é por uma maranhado de nois e

o espaço livre entre os nois é o momento em que o indivíduo se encontra livre, e este entrelaçado nois forma a malha do mundo. E estes nois são o momento em que os indivíduos se relacionam interagindo e passando informações uns para os outros e o paço livre é o momento em que o indivíduo sai do no com não da maneira que entrou,

mas com novos conhecimentos adquiridos nas relações nos nois. E esta malha do mundo e a interação de animais orgânicos e seres inanimados, ou seja, toda a Biosfera e Karl Marx neo-hegeliano de esquerda fundador do pensamento Maxiano na Ideologia alemã, contrapõe a razão da materialidade de que não explica o mundo material pela razão desprezando a materialidade e faz uma dura crítica a Ludwing Feuebach, a vida material se articula com a consciência do homem e é uma representação da vida material e no Prefácio no seu método dialético científico explica como que o homem a partir a Estrutura – meio produtiva e forças produtivas modifica o meio ambiente a favor do Capital por influência da Superestrutura- consciência 10

Rompimento da Barragem de Mariana e Amazonas intacta.

A mata do Amazonas degradada, Madeireiros clandestinos devastando o Amazonas E Os meios produtivos poluindo a Atmosfera.

O homem polindo o meio ambiente e os oceanos exemplo: MANCHA NEGRA NO OCEANO PACÍFICO.

O AGRONEGÓCIO PRODUZINDO GÁS METANO PELAS FEZES DOS ANIMAIS.

O agronegócio não produz alimento e sim commodities são produtos de origem agropecuária ou de extração mineral, em estado bruto ou pequeno grau de industrialização, produzidos em larga escala e destinados ao comércio externo. Seus preços são determinados pela oferta e procura internacional da mercadoria. IDEOLOGIA ALEMÃ Karl Marx Neo-hegeliano de esquerda fundador d pensamento Maxiano. Marx contrapõe a razão da materialidade de que não explica o mundo material pela razão, desprezo a materialidade, entre 1.945 e 1.946 critica a Ideologia Alemã faz uma crítica a Ludwing Feuebach, a vida material se articula com a consciência do homem e é uma representação da vida material, Marx no seu método Maxiano o Materialismo histórico dialético, mas não é determinista e é a dialética o elemento que constrói a História, critica o materialismo mecanicista com seu método do materialismo dialético baseado a teoria científica do comunismo. Critica Feuebach que analisa as classes sociais na dialética de Hegel, onde as classes sociais os conflitos de ideias são resolvidos e, denúncias e contrações alheias sem pôr os conflitos em denúncias e contradições além das ideias, ou seja, as ideias se rementem no campo teórico que as formularam, Karl Marx em 1.859 formula um novo método materialista dialético científico. Afirma que não basta interpretar o mundo filosoficamente, mas modifica-lo e a Ideologia Alemã se fecha em sim mesma. E a consciência social, de classe, que constrói o ser social e sua ação social que constrói a consciência social, ou seja, a consciência coletiva de classe social. A crítica a Feuebach da alienação religiosa, a religião é o ópio, que é uma questão de política pública social faz com que o homem se tenha resignação e entrega a Deus com a sua necessidade tem dependência da vontade de Deus. A miséria humana é causada pelo homem e a religião sustenta a ideia que Deus proverá as necessidades do homem. Marx contrapõe a Ideologia Alemã que faz a inversão dos fatos velando a realidade de certos fatos. Feuebach no seu método materialista mecanicista apenas compreende o mundo com construção via mundo imutável sem a necessidade transformadora no mundo sensível ou concreto, ou seja, o idealismo abstrato. Marx afirma que no mundo a História se reproduz com a contradição entre as classes sociais

em movimento constante; o homem entra em contato com a natureza a transforando e a si contato com a natureza para atender as suas necessidades e a si mesmo realizando desenvolvimento na sua realidade com a natureza. A ideologia alemã hegeliana é uma redução ou concepção falsa da História uma total abstração da classe dominante não há em nem um nível a sua crítica ao meio material, ou seja, que ligasse a Filosofia Alemã e o eu meio material, o homem com ser vivo começa a produzir os meios de subsistência e não pensar ações no curso da Histórica. Marx contrapõe argumentando que o homem desde tem os meios de subsistência começa a diferenciar dos outro e a si mesmo, ele começa a pensar antes de fazer algo, ou seja, o homem produz dá maneira que ele quer, mas a partir dos meios que ele passa encontrar, constrói a sua História, em um movimento contínuo e diferente encontrando a sua subsistência através dos instrumentos encontrados para produzir meios de subsistência que ainda não estão postos a ele. A História se faz do pressuposto real e movimentando dessa produção do aumento do e o intercâmbio com relação ao trabalho nos países pouco desenvolvido que produz mãos – de - obra a cada novo modo de produção novas forças produtivas são produzidas. Maior tração do trabalho mais desenvolvida a produção qualitativa mais aumento produção quanticamente, mais exército de reserva de mão-de-obra, divisão do trabalho que qualitativamente divide em pouca mão–de-obra e aumenta a lucratividade e a mais valia maior. Os homens ficam sem

trabalho e as mulheres e as crianças tomam os lugares dos homens nas fabricas com salários menores, A propriedade privada: a imóvel, mobilar, tipo de sociedade, cidade, campo e Estado. Os servos que vieram para os burgos e não conseguiram sair do modo de produção familiar, aprendiz e mestre, se tornaram lupeproletário ou miseráveis. Contrário a Filosofia Alemã que é abstração Marx confirma que parte do homem para a

experiência ideológica; à vida que determina a consciência, e com a realidade que ele

aproxima e que produz a subsistência e a produção na dialética de Marx, não é a consciência eu determina a vida, mas a vida determina a consciência. O pressuposto da História, condições de viver para fazer História, a necessidade de manter a vida para fazer História seus modos mais úteis mais culturais a relação entre o homem e a natureza. O homem deve ser estudo em determinado no contexto em que vive na medida que aumenta as necessidades e o modo de produção que assim uma nova forma de meio de produção. Assim a consciência é uma maneira de ser em vida ou uma distorção de modo de ser sua vida, pessoas semianalfabetas tornar consciência de sua classe.

Desenvolvimento capitalista e forças produtivas, toda a força produtiva e forças de trabalho estão em movimento contínuo e contraditório, ou seja, na estrutura as relações sociais de produção, proletários, conjunto de os trabalhadores com a burguesia há um contraditório na relação social de produção e as forças produtivas e quando o contraditório se agrava há uma crise no sistema capitalista; trabalhadores verso burguesia este contexto forma-se a consciência de classe coletiva. E o momento propício para haver uma consciência de classe coletiva emergindo da base material ou estrutura e rompendo com a consciência de classe coletiva da superestrutura, abstração, teoria, e esta classe social que está na superestrutura é domina, mas uma classe social não se pode se tornar dominante se não se colocar os mesmos interesses coletivos em primeiro plano. Divisão do trabalho aliado à lógica do sistema capitalista constrói a essência do

homem, o trabalho material, instrumento que tornará a atividade voluntária, mas esse trabalho é uma força estranha em se realiza que a si subjuga é dominante e o home prevalece como máquina no sistema capitalista moderno. Cada um tem uma espera a qual não pode sair há a ideia que quem não se esforça não tem mérito de ter sucesso para e para esse indivíduo não consegue emprego por que o sistema que funciona dessa modalidade não dá à ideia além da totalidade. Os colaboradores têm mais condições de subir na empresa, apenas no campo da

ideia mais não materialmente, quem produz é o trabalhador e não o dono da empresa.

O Estado, criado pra sustentar os interesses de um pequeno grupo e é todos quem sustentam esse Estado o qual foi criado para proteger as grandes empresas privadas e a extensão da proteção do Estado aos civis e apenas uma forma de camuflar a real ideia da função do Estado. Ele é uma ficção onde uma minoria coloca seus interesses como seno do povo ou do coletivo. ¹

1-A ideologia alemã. MARX.Karl.1818-

RESUMO DO PREFACIO DO MANIFESTO DO COMUNINISTA DE KARL MARX.

´Considerando o sistema da economia burguesia nesta ordem: capital, propriedade fundiária, Karl Marx considera o sistema econômico burguês na seguinte sequência de ordem: capital, propriedade fundiária, trabalhadores assalariados, Estado, comercia exterior e mercado mundial. Nas três categorias: capital, propriedade fundiária e trabalho assalariado Karl Marx examinam as condições de vida das três classes sociais que existem em sua época em que se divide a moderna sociedade burguesa; a conexão das três fontes seguintes é evidente. A primeira parte do livro compõe-se dos capítulos a mercadoria, segunda a moeda ou a circulação simples e a terceira o capital geral. Os capítulos da mercadoria, da moeda ou circulação simples formam o conteúdo o presente volume e o conjunto material escrito por Marx sub as formas monográficas as quais foram redigidas com longos intervalos, mas não para serem impressos, mas para a própria compreensão argui Marx e cuja elaboração sistemática dependerá de circunstâncias externadas. Marx focou na jurisprudência a qual exercia, contudo como disciplinas segundaria ao lado da Filosofia e História e se viu em apuros pela primeira vez

em tomar parte na discussão sobre os chamados interesses materiais. As deliberações do Parlamento renano sobre o roubo de madeira e parcelamento da propriedade fundiária e a polêmica oficial abriga com a Gazeta Renana pelo governador da província renana sobre a situação dos camponeses do vale do Mosela e finalmente os debates sobre o livre comércio e proteção aduaneira lhe deram os motivos que motivaram- no a se preocupar de questões econômicas. [Marx percebe que se ocupar apenas com o conhecimento do assunto se remetia na corrente francesa da matriz filosófica do socialismo e comunismo francês; MAA], percebe e confessa que seus estudos feitos até o momento não lhe permitiam ousar qualquer julgamento sobe o conteúdo da corrente francesa. Atitude exercida no âmbito do jornal sem qualquer avanço anularia meus posteriores esforços em avançar nos conteúdo. O primeiro princípio foi dedicar-se a resolver as dúvidas que o assediava na revisão crítica da Filosofia do Direito de Hegel e cujo trabalho, introdução, de Hegel apareceu nos anais Franco – Alemães. A investigação de Marx se direcionou, u seja, desembocou no seguinte resultado. O Estado como relações jurídicas não podem ser compreendidas nem a partir de si mesmas, nem a partir do assim chamado desenvolvimento geral do espírito humano seguindo os ingleses e franceses do século XVIII, mas pelo o oposto, elas se enraízam nas relações materiais de vida a qual Hegel resume em uma totalidade sob o nome de sociedade civil. Marx percebeu que a anatomia da sociedade burguesa deve ser analisada u procurado na economia política, ele começou o estudo dessa matéria na França em Paris, mas se transferiu para Bruxelas para continuar com seu trabalho e pesquisa por consequência por ordem de expulsão do Sr. Guizot. O resultado a que chegou Marx do estudo da economia política serviu de fio condutor aos estudos, ou seja, na ´produção social da própria, vida, os homens contraem relações determinadas, necessárias e independentes de sua vontade, relações de produção estas que correspondem a uma etapa de terminada de desenvolvimento das suas forças produtivas materiais e cuja totalidade destas relações de produção forma a Estrutura Econômica da sociedade cuja Estrutura é a base real sobre a qual se ergue uma Superestrutura e Política que correspondem formas sociais determinadas de consciências, ou seja, o modo de produção de vida material condiciona o processo em geral da vida social, política e espiritual, abstração –

Ideologia, teoria. Não é a consciência dos homens que determina a seu ser, mas, ao contrário, é o seu ser social que determina sua consciência. Em uma etapa de seu desenvolvimento as forças produtivas materiais da sociedade entram em contradição com as relações de produção existentes, ou seja, a expressão jurídica com as relações de propriedade dentro das quais aquelas até o momento se tinha movido de formas de desenvolvimento das produtivas estas relações se transforam em seus grilhões e nesta etapa ou época se dá revolução social com a transformação da base econômica, toda a enorme Superestrutura se transforma com maior ou menor rapidez. Na consideração do contraditório na transformação se faz necessário distinguir sempre entre a transformação matéria, base sensível, das condições econômicas de produção, que pode ser objeto de rigorosa verificação da ciência natural e as formas jurídicas, leis, para

manter a classe dominante, política, religiosa, e em cuja Ideologia que a classe dominante apregoa. Não se pode julgar a transformação de uma época pela própria abstração ideológica coletiva da época, mas ao contraditório. É preciso explicar esta consciência, pensamento, da época a partir dos conflitos existentes entre as forças produtivas sociais e as forças de produção. Uma consciência coletiva de classe ou ideologia dominante ou formação nunca perece antes que esteja desenvolvidas toas às forças produtivas as quais são suficientemente desenvolvidas para a formação social existente, o contraditório é movimento contínuo na História que novas relações de produção mais adiantadas jamais tomarão o lugar antes que suas condições materiais de existências tenham sido geradas no seio mesmo da velha sociedade ou pela consciência política coletiva. Marx afirma que a humanidade só se propõe as tarefas que pode resolver, pois, se se considera mais atentamente, se chegará à conclusão de que a própria tarefa só aparece onde as condições materiais de sua solução já existem, ou, pelos menos podem ser capturadas no processo de seu devir. Em grandes traços podem ser caracterizados, como épocas progressivas da formação econômica da sociedade, os modos: os asiáticos, antigo, feudal e a burguesia moderna. As relações burguesas de produção constituem a última forma antagónica do processo social de produção, antagônicas não em um sento industrial, mas de um antagonismo nascente das condições sociais de vida dos indivíduos; contudo as forças produtivas que se encontram em desenvolvimentos no seio da sociedade burguesa criam ao mesmo tempo as condições materiais para a solução desce antagonismo assim, a Pré – história dá lugar à sociedade humana. Friedrich Engels com o qual Marx manteve por escrito um intercâmbio permanente de ideias chegou por outro caminho ao mesmo resultado que Marx, e na primavera de 1.845, Engels vai para Bruxelas e em parceria com Marx decidiram elaborar em comum a oposição contra que há de ideologia na Filosofia alemã; tratava-se de contrapor com a Consciência Filosófica Alemã. E o escrito por eles tomou corpo na forma de uma crítica da filosofia pós – hegeliana a qual era a Ideologia Alemã.

A editora em Westfáia abandonou a impressão dos dois volumes in octavo e abandonaram o manuscrito à crítica roedora dos ratos, pois já tinham atingindo o fim principal: a compreensão de si mesmo. E se aterram apenas no Manifesto do Partido comunista o qual redigiram juntos. Os pontos decisivos da opinião deles foram indicados cientificamente pela primeira vez, ainda

que apenas de uma forma polêmica no escrito, Miséria Da filosofia {´´ Misère Da philosophie``,} publicado em 1.847e dirigido contra Proudhon.

Em seguida numa dissertação escrita em alemão sobre o Trabalho assalariado e Capital

{Trabalhado assalariado}, onde sintetizou as conferências sobre esse tema na União dos

trabalhadores Alemães e Bruxelas e cuja impressão da dissertação foi interrompida pela

Revolução de Fevereiro e expulsão de Marx da Bélgica. E Marx se se instala na Inglaterra

especificamente em Londres e retoma os seus estudos na economia em 1.850. A enorme

quantidade de material sobre a história da economia acumulada no Museu Britânico, à situação favorável de Londres como ponto de observação da sociedade e finalmente o novo estágio de desenvolvimento em que esta parecia entrar com a descoberta do ouro na Califórnia e Austrália com que fez com que Marx determinasse a começar de novo artigos sobre fatos econômicos de destaque ocorridos na Inglaterra e no continente, constitui uma parte tão significativa na contribuição para os artigos para Marx que ele familiarizou com por menores que ficam fora do ramo da Ciência Da Economia Política propriamente dita. Concluindo esse resumo este esboço dos estudos de Karl Marx e Friedrich Engels no campo da economia política tem apenas o objetivo de provar a opinião que são preceitos ditados pelos interesses da classe dominante. É o resultado de uma pesquisa por um método materialista dialético pelo antagonismo de uma consciência coletiva da classe dominante abstrata, ideológica na Superestrutura que coloca sob julga a consciência coletiva das classes dos trabalhadores na base material da Estrutura. Para Marx é um é o resultado de uma pesquisa conscienciosa, mas na entrada para a Ciência, como na entrada para o inferno, é preciso impor a exigência. ²

2. Manifesto comunista. MARX.Karl. Londres.janeiro.1.859.

ANTROPOLOGIA CULTRUAL A MALHA DO MUNDO

Commodities não é ALIMENTO e não mata a fome do povo do povo, mas sim mata a fome do Capital. Relação entre a Razão Cultual, de Franz Boa, Razão Prática, Morgan e Malha do mundo, Tim Ingold.

 

SUJEITO, CULTURA -OBJETO- NATUREZA.

Particentalismo histórico, Franz Boa. A revolução cultural foi um avanço nas teorias raciais onde a História humana foi marca por genocídios de comunidade no mundo inteiro as quais poderia identificar quem não teria condição de aprender por teorias raciais com as características do crânio e face. Na teoria evolucionista de Franz boa todos os indivíduos têm as mesmas formas de aparelho cognitivo para seu desenvolvimento e para o autor todas as culturas passaram por etapas até chegarem às sociedades europeias que para ele são modelos de cultura. E para ele a sociedade é classificada pelo seu estado de cultura: selvagem, bárbara e etc... Cada cultura tem seu sistema e tem uma história, cada tem suas particularidades relativas e analisa cada cultura do ponto de vista de cada cultura relativa. A cultura que determina o comportamento da sociedade e só existe cultura por palavras. A cultura não é hereditária, mas social.

Razão cultural é universal

A sociedade humana interagindo com a natureza e age m conforme seus valores culturais, subjetivos, as necessidades biológicas, comer e surge como uma codificação da razão cultural. Mas a utilidade também é uma razão cultural, ou seja, a própria razão utilitária é uma razão cultural. Evolucionismo cultural - Morgan

Razão prática: individuo- natureza

O homem com a natureza tem uma relação utilitária cultural e Maximizar, seus interesses e Minimizar, seus ricos. O homem na natureza acessa as informações para que ele possa tomar as decisões buscando seus interesses e a cultura surge como uma codificação da razão prática

A razão prática não é universal é variável e utilitária

A sociedade humana interagindo com a natureza busca seus interesses e a cultura surge como uma codificação da razão prática e na realidade a razão prática é o reflexo da Razão Cultural, ou seja, interesses pessoais ente se e em suas ações práticas e toda ação é mediada por simbolismo, à ação escolhida pelo sujeito e boa ou má baseada pela sociedade simbólica e são ideias que surgem e circulam em nós, mas não produzidas em somente em nós.

A teoria evolucionista cultural de Morgan o sujeito na necessidade de si alimentar aprende a gostar do que não gosta, um casal faz sexo com o propósito de reprodução e perpetuação da espécie e o mercado econômico não se auto regulariza e sim é movido por interesses pessoais.

ANTROPOLOGIA COM A FILOSOFIA

ANTROPÓLOGO BRITÂNICO: Tim Ingold. A malha do mundo.

A vida como emaranhado e linhas intercruzam em nó fazendo a malha do mundo, tem  

intercruzam com outros Nois, outros seres, e em linhas entrepostas aos Nois tem o espaço livre em um movimento contínuo e infinito. E os seres como linhas em movimento que intercruzam com outros seres em círculos em movimento e cujos Nois ou pontos podem solidificar ou se relaxar e se tornam linhas tóxicas.

Exemplo:

Uma pessoa que solidifica ou aperta o nó é aquela que faz uma ação boa para a sociedade ou deixa um marco positivo na história do homem ao contrário uma pessoa que faz uma ação que prejudica a sociedade ou deixa um marco na histórica negativo.

Albert Einstein por duas vezes alterou de maneira profunda nossos conceitos de espaço e tempo com a sua teoria da relatividade: primeiro no âmbito da teoria especial de 1905 e depois com a teoria geral de 1915. Adolf Hitler foi o grande líder do nazismo e o responsável por um regime de terror que levou o mundo à Segunda Guerra Mundial. Afrouxa o nó e a linha do emaranhado da malha do mundo ponto furar ou até romper

Morador de rua tem seu espaço livre acolhido por entidades e Ongs, mas falta uma política pública social para os acolhimentos dessas pessoas sem teto. A teoria do Antropoceno: o homem com agente que molda e modifica o meio ambiente a malha da vida é composta pelo mundo, ou seja, ecossistemas, biomas e biosfera e toda essa malha movimenta no contraditório e em novas relações que serrão benéficas ou problemáticas que se deterioram ambiente em que vivemos solidificando ou afrouxando nos Nois em relações em linhas ao infinito. Esse emaranhado que forma a malha do mundo não é o indivíduo isolado, mas um emaranhado de Nois intercruzados por linhas que intercalam entre os mesmos em espaço livre e que constitui a malha do mundo e esse emaranhado

que forma a textura das vidas entrelaçadas dos indivíduos como nos em círculos. Toda essa malha do mundo está sempre em movimento e os Nois são o intercruzamento da vida dos sujeitos em movimento e as linhas que intercalam

os Nois é o espaço livre dos sujeitos em movimento da malha do mundo.

Malha da vida, ANIMISMO.

Sistemas de ideias que seres não têm vida, ou seja, faz sua vida nascente. Vivemos em um, mundo que está em movimento e nós seres humanos estamos emaranhados com os ecossistemas, os biomas e a biosfera: céu, terra, animais e clima em sentido de solidificar ou afrouxar os Nois do emaranhado que forma a malha do mundo. E toda a malha do mundo está em constante confronto, ou seja, é um espaço fluido e não um espaço pré-definido do meio ambiente ao espaço fluido, vivemos em um mundo que está em movimento e estamos emaranhados nele por linhas tóxicas e não tóxicas que intercruzam em nois e o intervalo entre os nois são o espaço livre, mas de o sujeito sai de um nó com um relacionamento diferente e ao adentrar e outro sai de com um relacionamento de outra maneira e assim consecutivamente e infinitamente. Os seres inanimados e animados, orgânicos estão emersos em diferentes em suas linhas de vida em processos interativos no meio ambiente e o mundo é um emaranhado de linhas de vidas intercruzados em nois e formando a malha do mundo no sentido ao infinito, não existe exterior e interior trata-se de uma trilha de movimento ou crescimento, a, mas a relação não é entre uma coisa e outra, é antes uma longa relação quantitativa de vida e vivida. Os seres não estão em espaço fechado, mas em deslocamento, em movimento, de maneira intensa ou mais lenta e o homem conseguem perceber a ação e alternativas

necessárias de ações. Vivemos em um mundo que está em constante movimento e nós somos os Nois circulados em sim mesmo e entrelaçados nos outros Nois intercalados por linhas que são espaços livres e todos esses Nois constituem a malha do mundo: homem, ecossistemas, biomas e biosfera. Existe entre o ser e o objeto acesso a natureza por meio da cultura que distingue o homem dos animais. A ação e relação do com os seres e sua percepção vai constituindo nicho ecológico para vários seres e esta relação eu mais dá significado aos nossos interesses e necessidade

Exemplo:

Uma pedra constitui abrigo par um inseto e para o homem um instrumento como arma para ceifar a vida de alguém. Os organismos orgânicos e não orgânicos também estão na linha da vida como Nois no emaranhado que forma a malha do mundo, os animais comunicam de outras formas e em geral estão imersos em suas linhas da vida em processo de interação no meio ambiente o qual depende do ser. Para o ser não orgânico, sólido, sem mundo em ação no mundo, animal pobre de mundo circunscrito entre instinto e estimulação da natureza. Mas no mundo virtual da internet há milhares de nois metafísicos, com milhares de relações como forma de dados cognitivos pessoais onde milhares de linhas de vida se intercruza com nessas relações como forma de dados

cognitivos no espaço livre suas relações são novas devido a esta interação com estes nois.

O ser humano é o único que forma o mundo, DELEUZE, é o conceito de linha. A vida é vivida não dentro de um perímetro, mas ao longo de linhas e o autor as chamas de folga, de linhas de devir.

Concluindo ambos os antropólogos tem uma visão semelhante, cada cultura tem seu sistema e tem uma história, cada tem suas particularidades relativas e analisa cada cultura do ponto de vista de cada cultura relativa, a sociedade humana interagindo com a natureza busca seus interesses e a cultura surge como uma codificação da razão prática e na realidade a razão prática é o reflexo da Razão Cultural, o ser humano é o único que forma o mundo, DELEUZE, é o conceito de linha. A vida é vivida não dentro de um perímetro, mas ao longo de linhas e o autor as chamas de folga, de linhas de devir.


PAULO DA SILVA

PEDAGOGO, PÓS – GRADUÇÃO EM SOCIOLOGIA E ESTUDANTE DO CURSO DE BACHARADO DE FILOSOFIA NA FEDERAL DE UBERLÂNDIA MG.