sexta-feira, 30 de agosto de 2019
quinta-feira, 29 de agosto de 2019
O SER ALIENADO E NÃO CONSCIENTE POLITICAMENTE.
No todo da
pirâmide social,
Onde o marketing de vendas,
De possíveis mudanças no meio social
É pera
ilusão,
E,
É o marco
diferencial,
Para
manter-se na ocupação no cenário político
Os que
estão no topo da pirâmide social
No intuito
de manter pacificamente,
Os que
estão na base da pirâmide social,
Sem
movimentarem no sentido tentarem subir,
No sentido
vertical da pirâmide social.
As
promessas de mudanças sociais,
Estão além
do horizonte dos marginalizados.
Mas,
A massa de
gado,
Na
esperança de alcança-las,
Confiam no
que os eleitos prometem.
E,
A base da pirâmide social fica
estagnada
À margem do
seio social,
E,
O ser
invisível aos olhos da sociedade
Sem noção
de tempo e espaço,
Onde o
viver é um objetivo imaginário.
E,
Sobrevivem
a calejados,
Pelo sonho exterior,
De mudança
social,
E,
Vive um sonho interior,
Se
isolando do mundo real,
E,
Penetrando
em um mundo imaginário,
Via
ausência de substâncias alimentares
Onde o
vicio dessas ausências alimentares,
Adormecem
o sonho e a fome.
E os seres
se alienam,
Não por
opção,
Mas,
Por imposição
da situação social.
DEMOCRACIA.
Viva!
Estou livre!
Para votar,
Mas para não voltar!
Para não ter livre acesso ao espaço,
Que circundam o congresso
e senado!
Para eleger e para não cassar mandato!
Para ter livre acesso as redes sociais,
E dizer o que não seja
verdade!
Parar servir as forças armadas!
Para falar não em pé de igualdade,
Com as altas autoridades!
Para ser vítima de preconceito!
E ser algoz de preconceito de outrem!
Votar nos parlamentares,
Para que eles representam a se mesmos!
E não votar nos parlamentares,
Para que eles representam o povo!
Para não ser uma nação,
Subjugada pela da Estátua da Liberdade
Em prol de um bem comum,
De apenas uma minoria.
Mas isso é utopia,
Na pseudodemocracia.
A LENDA DO FRUTO DA LOBEIRA
Tem
uma lenda que diz que em noite de lua cheia por de traz de uma árvore por ter seus
frutos uma forma específica é chamada na região do cerrado de LOBEIRA a qual
tem espinhos e floresce uma flor de tom lilás.
Na noite
de lua cheia com tom amarelado fica por de traz desta árvore, onde há frutos
amadurecendo e outros maduros e lindos como a forma da lua cheia de tom
amarelado, lobos famintos a espreita de uma vítima e cujos os ditos são parlamentares que como Maquiavel relata no seu
Livro O Príncipe (ficar em cima do muro esperando para pular para o galho mais
forte da Lobeira).
Mas,
este fruto da Lobeira é doce como mel.
Mas,
também pode amargar como fel.
Mas, o
pulo pode ser certeiro ou cair num galho quebrado!
LOBOS
OU LOBISTAS.
Representando uma determinada alcateia,
Tentando influenciar as outras alcateias,
Agindo sobre pressão,
Visando influenciar decisões,
Que serão decidias no topo da pirâmide da alcateia,
Onde há lobos sentados em cadeiras achoadas,
Com direito permanentes,
E,
Tais decisões têm como intuito,
Modificar as estruturas da base da pirâmide,
Onde as diversas alcateias dos lobos mais fracos,
Os quais são os alicerces da pirâmide.
Mas,
São os lobos de hoje das alcateias,
A baixo das alcateias do pico da pirâmide,
Que serão os lobos do amanhã das alcateias,
Do ´pico da pirâmide.
E tais decisões,
Favorecem aos interesses dos que estão sentados,
Em poltronas no topo da pirâmide alimentar.
E,
Há uma luta no topo da pirâmide,
Entre os lobos mais fortes,
Na posse do poder,
As decisões tomadas no topo da pirâmide,
Determina diretamente as consequências,
E conflitos que será acometida,
Na base da pirâmide,
Ou seja,
O aumento da fraqueza dos lobos mais fracos.
E,
Os lobos mais fracos lutam,
Entre si para sobreviverem.
quarta-feira, 28 de agosto de 2019
OS
SERES ABSTRATOS INSERIOS NA METÁFORA DO CENÁRIO POLÍTICO.
Inseridos nos discursos do eufemismo a seu
favor,
Com a interpelação dos discursos da hipérbole,
Contra os seus adversários parlamentares
.Ao mesmo tempo nesse espaço
político,
Que é delimitado ao ser social
comum.
Há uma contradição,
De um discurso da hipérbole,
Um paradoxo de interesses
sociais,
De um grupo de parlamentares,
Representando uma democracia
representativa,
Contrapondo outro grupo de
parlamentares.
Tentando implantar na mente do
ser social comum,
Uma verdade suspeita,
Ou uma verdade que pertencem a
elite dominante,
Repetida várias vezes até que
o ser comum a decore
Mas, não a compreende,
Pois não pertence o seu cotidiano,
Na luta com o suor do corpo,
Para sobreviver!
Mas,
Esses
grupos de parlamentares.
Contrapondo uns aos outros,
Com discursos cheios de inverdades,
Mas, que na realidade é uma
marketings,
De venda de seu produto ao
consumidor eleitor desavisado,
Para que possam retomar a
posse,
Do poder do cenário político.
A ausência de deixar de sofrer
do transeunte,
Que permanece inseridos nos
discursos do eufemismo,
Dos seres abstratos que circundam.
Em uma determinada esfera no
espaço político.
A qual delimita que o
transeunte ultrapasse,
E que fique a margem da
sociedade.
Mas,
Ao mesmo tempo todos esses
seres abstratos,
São intocáveis!
E protegidos por uma parede,
Sólida e invisível,
A qual os protegem contra os seres concretos.
Os quais,
Pertencem ao curral eleitoral
desse cenário político.
Munidos nas mãos de
talhadeiras e martelos,
Procurando lapidar,
O que lhes são convenientes,
Dentro do contexto em que
estão.
Leis feita para beneficiar uns
em detrimento,
Do malefício dos outros.
A única opção que o ser
concreto dispõe
É através da mídia que tenha
ética,
Hoje a mídia livre das redes
sociais,
A qual terá a possibilidade,
De sempre estar em vigília,
Correlação as ações dos seres
abstratos,
Dentro do cenário político.
3- AS INSTITUIÇÕES PÚBLICAS
São necessárias,
E devem pairar,
A cima da sociedade
E para manter a ordem,
Através
de governantes,
Comprometidos
com o social,
Evitando o caos.
O planeta terra,
Mas isso no neoliberalismo,
É impossível pois gestores das
instituições públicas,
Estão de mãos atadas com os
neoliberalistas,
Em termos da globalização do
capital e da mão – de – obra.
Para que isso se reverta em favor,
Dos menos favorecidos faz se necessário,
que possamos adquirir conhecimentos,
Sejamos politizados,
E sejamos agentes
transformadores,
Que se transforme de mentes alienadas em mente
pensantes,
Só assim haverá a
possibilidade de transformação social:
Sócio – econômico - político,
Em favor do benefício da humanidade,
E também do planeta,
Pois o homem e o planeta vivem em simbiose,
No qual,
O homem depende dos do ecossistema,
Do planeta para existir,
E o planta depende do homem,
Para que o ecossistema não
seja extinto.
Assim,
Sendo a sociedade um
aglomerado de pessoas,
Que têm o mesmo fim em comum.
Dentro de um espaço social
específico.
Mas,
Aí surge outro questionamento,
A sociedade é dividida etnias miscigenadas,
As quais defendem seus interesses em comum.
Então,
Assim sendo,
Eu vejo,
A sociedade,
Como um aglomerado de pessoas,
Uma turba sem nenhuma orientação,
E cada etnia dispersa,
Em vários espaços do planeta,
Com pensamentos
distintos,
E faz necessário,
A criação de órgãos
públicos,
E também as criações de leis,
Que pairem acima dos interesses dos
governantes,
E também que pairam acima
da sociedade e dos interesses individuais.
E que faz, com que a sociedade,
Seja subordinada a
esses órgãos,
No sentido de manter a ordem pública,
Mas, esses órgãos,
Devem ser direcionados por pessoas,
De boa índole e ética,
Tanto no social,
No econômico,
E no político,
E também na religião.
E é importante,
Para que haja,
Um mínimo de interesse entre as pessoas,
Para colocar o amor em movimento,
E por em pratica a caridade.
Para que a sociedade se
organize,
Para que a ordem na sociedade
subsista,
E não entre em crise.
O GOVERNO EXISTE PARA
GOERNAR APARA O POVO,
E NÃO EM BENIFÍCIO
PRÓPRIO!
terça-feira, 27 de agosto de 2019
1-
DECLARAÇÃO DE AMOR AO PLANETA TERRA.
Eu declaro meu
amor ao planeta terra!
E convoco
também você,
A vivenciar
esse espetáculo juntamente comigo!
Lar que me
acolheu,
E que é um
laboratório poético.
Bendito fruto
do amor de um Ser Supremo.
E través dos
meus cincos sentidos colocados em ação:
A visão, A audição,
O olfato, O paladar e o tato.
Visualizo os
sentidos dos sentimentos da vida ocultos na natureza.
As esses experiências vivenciadas pelos cincos
sentidos inseridos no meu ser.
São elaboradas de uma forma poética.
Pelo meu sexto
sentido.
E descritas em
formas de poemas da vida vivida,
Pela humana interagida com a natureza.
Pequeno oásis
paradisíaco cheios:
De terras de férteis às áridas.
De mares,
oceanos.
De pessoas,
animais e vegetações.
Pairando no
deserto escuro e gelado do cósmico,
Em um eixo de
sustentação imaginário.
Planeta que é
um ser vivo.
E que germina
o fruto,
E que dá
sustentabilidade a vida.
Mas, que
também precisa ser alimentado,
Pelos seus
parasitas:
Dos homens
através a preservação do ecossistema
Os animais
através da fertilização do solo por meio de suas vezes,
Das abelhas e
insetos através da transportam os polens
de flores para outras áreas,
Contribuindo
para que a flora perpetue a sua espécie
As árvores que
ajuda a equilibrar o meio ambiente,
Através do
ciclo da água: a chuva cai no solo e
evaporação da água do solo.
Mantendo o continuar da vida sobre o solo do planeta.
Por meio da
produção do oxigênio,
E protege e
preserva o solo contra a erosão
E a beira-mar
sentada na areia de cor de prata.
Inspiro o ar
que provém da brisa do vento,
Do alto mar.
Cheiro o
perfume das flores que provém dos jardins.
Cheiro o odor
do perfume amadeirado,
Que emana do
tocar dos pingos de chuva na terra,
E nas árvores
vivas e das mortas pelo desmatar,
Pelo ser
humano.
Olho o balançar
do vento nos galhos das árvores vivas,
E sinto o seu sussurrar
por entre as os galhos e folhas.
Seguido pelo
cântico dos pássaros!
Sinto o
degustar dos frutos no meu paladar,
Sinto e faço a
minha amada sentir,
O toque da
mãos no sentido de amar!
Vamos juntos
reivindicar em defesa Meio Ambiente,
Desse nosso
Lar.
Pois, cuidemos
do nosso lar antes que o destruamos!
Aí, não
teremos abrigo e nem alimento!
Findando com a
extinção de nossa existência.
E sobrando
apenas um planeta lar,
Com a sua superfície
árida.
E sem nem uma
vida orgânica sobre sua face sem vida.
Num lar que
outrora era o jardim Do Éden.
Criado por um
Ser Supremo.
Bendito fruto do amor de um Ser Supremo,
Ventre do qual,
Nasceu
a humanidade.
E a humanidade,
No
sentido do seu existir,
Si apossou de sua mãe,
A qual é a terra.
E
a fez de seu lar.
Lar que acolheu os poetas.
E que através dos meus cincos sentidos
em ação,
O olfato, a visão, a audição, o paladar
e o tato.
Visualizassem os sentidos ocultos da
natureza,
E os colocam na práxis através da
poesia.
O cheirar das flores,
O cheirar da terra molhada pela chuva,
O olhar no balançar do vento nos galhos
das árvores,
O sentir do sussurrar do vento por entre
as folhas,
Seguindo pelo cântico dos pássaros.
Sentir o gosto dos frutos.
Sentir,
E
fazer,
A amada sentir,
O
toque das mãos do sentido do amor
Planeta que é
um ser que vivo.
E que germina
o fruto,
E que dá
sustentabilidade a vida.
Mas, que
também precisa ser alimentado,
Pelos seus
parasitas:
Os homens,
Os animais,
As árvores,
Os insetos,
Os homens
através da preservação do meio ambiente,
Os animais
através da fertilização do solo por meio de suas vezes,
As árvores que
ajuda a equilibrar o meio ambiente,
Por meio da produção do oxigênio,
E protege e
preserva o solo contra a erosão
E os insetos
que transportam o pólen de árvores para outras,
Contribuindo
para que a flora não si extinga.
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