quarta-feira, 7 de setembro de 2022






O SER CONSCIENTE E POLITIZADO

No apogeu da desigualdade, onde a perversidade é ocupação.

A noção do não resistir ao tormento da sobrevivência,

Perpetua no âmago do homem, o desespero.

 

No seio materno da diferencia social.

Descalço na vida, o figurante.

O estômago contorcendo a procura do antídoto da fome.

 

O odor da transpiração do trabalho alimenta o cheiro morto do egoísmo.

Germina do sangue o gueto da ganância

 

É difícil imaginar-se no existir.

No silêncio deturpado pela ânsia de ser.

O imaginário, porém, possível de existir.

 

A existência do verbo corromper.

A desculpa da manipulação de um todo corrupto,

Corrompendo o estúpido.

Emana da problemática situação.

O conscientizar refletido do ser.

O superar reveste os obstáculos.

Por consequência a maioria idealiza os fins comuns.

É vedado ao manipulador.

Exercer sua capacidade de abstração.

Nenhum comentário:

Postar um comentário