Eu era um ser eremita que
estava acorrentado no fundo da Alegoria Da Caverna de Platão olhando para as sombras
dos objetos que apareciam no fundo da caverna refletida pelo fogo da fogueira.
Com muito custo libertei das amarras que corretavam meus pulsos e calcanhares e
voltei o olhar para frente da caverna e vi as formas verdadeiras dos objetos
que estava por de traz de mim na caverna quando acorrentado como o rosto de
fronte para a parede da caverna e vibrei com a luz brilhante que provinha do
exterior da caverna e como que uma hipnose deixou-me levar pelo entusiasmo e
sai da caverna e pude ver que as sombras emitidas na parede da caverna pela
caridade do fojo da fogueira não era a verdadeira realidade concreta dos
objetos que compunham a caverna e nem da realidade de fora da caverna.
E é
essa realidade que O ÁGUIA está tentando que seus leitores enxerguem em seu
livro. Apesar de que o leitor acostumado a enxergar apenas sombras, ele vai ter
um pouco de dificuldade de analisar e enxergar a verdadeira concretizada da
realidade dos objetos que estão expostos na caverna chamada de planeta terra e
por detrás deles de modo que eles só enxergam apenas as sombras desses objetos
e não só desses objetos, mas também da realidade concreta que está fora da
caverna. Como enxergam apenas sombras ofuscadas da realidade desses objetos
quando si depararem com a verdadeira realidade concreta desses objetos e da
realidade fora da caverna vão levar um tempo para discernirem as sombras dos
objetos da verdadeira realidade dos objetos e da realidade fora da caverna.
E isto que o águia tenta
mostrar através deste livro.
O ÁGUIA DIALOGANDO COM O
LEITOR:
Há muitos problemas e
conflitos que não rezam neste livro, mas que precisam ser analisados por
pessoas interessadas em solucionar os entraves que prejudicam o desenvolvimento
de uma sociedade composta de cidadãos sadios.
Eu
analiso o Contexto Social Contemporâneo. Numa forma: Poética, Filosófica,
Social e Econômica. Penetrando no mundo abstrato que paira sobre a psique
social e observando o que os olhos tanto dos cidadãos comuns como também os dos
cidadãos que vivem e são beneficiados com o suor do trabalho dos que sobrevivem
no Contexto Social.
Estes
não conseguem enxergarem aos seus arredores. Havendo uma interação entre ambos
os cidadãos no sentido de um ser parasita do outro como os peixes que ficam
justapostos aos corpos dos tubarões para si alimentarem das sobras das espécies
pegas pelos predadores naturais. E ao mesmo tempo uma exclusão no interagir do
emocional na preservação da Espécie Humana.
E dano também ênfase da importância de inserir
nesta análise o argumento que estas duas Sociedades que interagem entre si. Há
a importância das mesmas com relação ao Ecossistema Do Planeta na preservação
da Espécie Humana no Planeta.
Assim,
Eu concluo:
Existem
Duas Sociedades distintas dentro do Contexto Social:
Uma
Sociedade me que seus cidadãos gozam de plena cidadania e outra Sociedade com
seus cidadãos às margens da cidadania e sobrevivem de migalhas do antídoto da
fome e invisíveis aos olhares dos cidadãos que os sobrepõem na escala social. E
que estão inseridos na Dita Sociedade Perversa e Modelo para si viver bem.
E
finalmente eu mostro A Beleza que compõem O Ecossistema Do Planeta Terra e que
está sendo destruídas por estas Sociedades nos seus atos inconsequentes perante
a própria existência.
O
que acima está supracitado a seguir eu relato a forma em que abordarei da
relatar em poemas alguns conflitos e problemas da Sociedade Contemporânea.
Eu escrevo o que vejo nas
entrelinhas das páginas do conteúdo escrito no cotidiano das pessoas na
sociedade contemporânea.
Os poemas este livro faz uma
colocação e uma análise numa forma filosofia e poética em um contexto de alguns
dos problemas e conflitos da sociedade contemporânea.
Os conflitos de interesses da sociedade contemporânea
entre os habitantes de uma mesma nação e também entre habitantes de diferentes
nações, refletido na simbiose do homem com o planeta terra.
Colocando em ênfase o seguinte argumento: os
seus recursos naturais se esgotarem devido às más ações do homem em
destruí-los, o planeta ficará árido sem condições para dar a continuidade à
vida não só a humana, mas também qualquer vida orgânica no planeta, até que
através de milhões de anos possa existir um novo tipo de vida que possa viver em
simbiose novamente com os tipos de recursos minerais que o novo eco sistema do
planeta possa propiciar.
Nós acreditamos que a raça
humana deve dar um novo sentido em suas vidas, pois, acreditar que lutamos sós
para sobreviver, apenas para subsistir e depois de suprir as necessidades
fisiológicas do organismo produzir conhecimento, ciência para seu próprio
benefício, o qual deve ser usado m benefício em prol da prosperidade e bem
estar material da sociedade.
Eu me refúgio dentro da minha psique onde estão a minha parte
da razão humana a qual é o estudo sistemático dos fundamentos da realidade e do
conhecimento (metafísica e a minha parte emocional). E procuro discernir minha
parte da razão humana e da (metafísica) a da parte da (emoção). E analiso
dentro destra obra o aspecto do homem envolvido com a natureza, de sua
individualidade e de si mesmo no contexto da interação com outrem dentro da
sociedade atingindo os seus limites de superação frente aos obstáculos
encontrados. Por isso me identifico nesta obra apenas como o pseudônimo: O
PENSADOR. Pois analiso a sociedade fora do seu contexto como eu posso um mero
expectador um espetáculo de um teatro.
E o conhecimento lógico da
razão humana que me movimenta e também o ser humano emocional que existe dentro
do meu eu dentro do contexto cotidiano na sociedade sou dissecado tanto no
emocional como no plano metafísico. E nessa abstração do emocional onde elevo o
meu ser pensante a um patamar fora do meu corpo físico sentimental literalmente
falando e adentro em transe no pensar de um raciocino lógico, cujos quais
permitem que eu enxergue a sociedade numa visão real sem a minha parte
emocional: a raça humana está se autodestruindo em prol de prosperidade
econômica através dos desmatamentos das floretas para fabricar bens de
consumos, para produzir bens de consumo sem nem um controle, o qual é o
causador da cobiça humana e é o que movimenta e incentiva a ação do homem em
produzir algo que a sociedade necessita. Mas esse produzir algo para seu
consumo, sem consciência de preservar o ecossistema, têm um preço caro a ser
pago, os desmatamentos das florestas causam erosão, diminui o fluxo das chuvas,
o ar que espiramos fica comprometido. Os esgotos das cidades são canalizados
para os rios e córregos sem controles devidos as invasões de sem tetos as
margens destes e ficam turvos de sujeiras, e também as indústrias poluem os
mesmos com dejetos dos produtos fabricados, as nascentes de águas das
periferias das cidades estão inundadas de esgotos das favelas onde as pessoas
que não têm um teto para abrigar do sol e da chuva e não podem deitar em uma
cama decente para descansar seu corpo físico. O homem não enxerga a destruição
que está causando ao planeta, ele só enxerga a cifra monetária que está diante
de seus olhos. E os grandes empresários tiram férias o ano todo nos paraísos
naturais que ainda existem no planeta. O Brasil tem 12% da água potável do
mundo e um solo fértil para plantio, mas daqui quantos anos essa água e esse
solo fértil vão existir? As nações se esquecem de que vivemos em um mesmo
planeta e se não unirmos para preservar o ecossistema correremos os ricos de
sermos extintos da face da terra!
Um leitor sem consciência ao
ler um livro sem o questionar fará uma leitura cega e acreditará em tudo que
nele está escrito sem questioná-lo.
Já o leitor com uma
consciência apurada vai raciocinar e analisar com clareza o conteúdo do livro
que está lendo.
Não devemos creditar em um
conhecimento escrito por autores sem antes fazermos uma análise crítica de tudo
o que lemos para absorver àquilo que é importante para nós não importando quem
o escreveu, pois todos os livros escritos por mais impessoais que sejam ainda
há impressões pessoais nas entre lindas do livro do autor que o escreveu.
Essas considerações não são
remetidas apenas aos livros editados nas editoras, mas também os livros
editados com o fim de divulgar a palavra de deus, pois Deus deu a inteligência
ao homem para discernir o certo do errado. Nenhum conhecimento que o homem
adquiriu e escreveu e escreve é absoluto, o único conhecimento absoluto é a
existência de deus. Pois o universo é um efeito e a sua causa é sua criação por
um Ser Supremo.
Nenhum conhecimento da
ciência do homem é absoluto. Exceto a ciência do criador que é imutável e
segundo os seus princípios que estão escritos em papiros pelos apóstolos, que
como todos os livros escritos pelo homem não deixa de ter um cunho pessoal de quem
o escreveu, de Jesus cristo e depois transcritos em um livro chamado de bíblia
sagrada por outras pessoas para dar continuidade aos ensinamentos pregados por
Jesus, e bíblia a qual como um livro qualquer pode ser interpretada conforme o
conhecimento aprofundado que o palestrante contém: da visão teológica, da
filosófica, da sociológica e da histórica dos fatos que ocorrem na época em que
Jesus viveu aqui na terra.
E com relação às ações e
movimentação do homem deferido contra a se próprio e contra o meio ambiente,
faz-se necessário que crie órgãos públicos como para proteger o meio ambiente e
a própria sociedade: Como O Poder Legislativo, O Poder Judiciário e O Poder
Executivo.
A polícia militar, a polícia
civil, o corpo de bombeiro, o sistema de saúde para que a sociedade no intuito
de organizar essas multidões que estão sem direção nas cidades preocupadas sós
com seus interesses próprios e esquecendo-se do todo que é a raça humana que
vive um mesmo planeta com o qual vivemos em simbiose, nós dependemos ele para
sobreviver e ele de nós para manter o eco sistema em equilíbrio e evitar que o
mundo entre num caos. Nenhum conhecimento da ciência do homem é absoluto.
Exceto a ciência do criador que é imutável e segundo os seus princípios.
O homem tem como finalidade o
objetivo de produzir para subsistir e depois adquirir conhecimento para
transformar o meio social com sustentabilidade econômica sem prejudicar o meio
ambiente para viver sempre usufruindo das riquezas que o meio ambiente oferece,
mas que essa riqueza seja comum da toda a sociedade colocando o amor em
movimento através da caridade ao próximo.

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