1- OS SERES ABSTRATOS INSERIOS NA METÁFORA DO CENÁRIO POLÍTICO.
Inseridos nos discursos do eufemismo a seu
favor,
Com a interpelação dos discursos da hipérbole,
Contra os seus adversários parlamentares
.Ao mesmo tempo nesse espaço
político,
Que é delimitado ao ser social comum.
Há uma contradição,
De um discurso da hipérbole,
Um paradoxo de interesses
sociais,
De um grupo de parlamentares,
Representando uma democracia
representativa,
Contrapondo outro grupo de
parlamentares.
Tentando implantar na mente
do ser social comum,
Uma verdade suspeita,
Ou uma verdade que pertencem
a elite dominante,
Repetida várias vezes até
que o ser comum a decore
Mas, não a compreende,
Pois não pertence o seu
cotidiano,
Na luta com o suor do corpo,
Para sobreviver!
Mas,
Esses grupos de parlamentares.
Contrapondo uns aos outros,
Com discursos cheios de
inverdades,
Mas, que na realidade é uma
marketings,
De venda de seu produto ao
consumidor eleitor desavisado,
Para que possam retomar a
posse,
Do poder do cenário
político.
A ausência de deixar de
sofrer do transeunte,
Que permanece inseridos nos
discursos do eufemismo,
Dos seres abstratos que circundam.
Em uma determinada esfera no
espaço político.
A qual delimita que o
transeunte ultrapasse,
E que fique a margem da
sociedade.
Mas,
Ao mesmo tempo todos esses
seres abstratos,
São intocáveis!
E protegidos por uma parede,
Sólida e invisível,
A qual os protegem contra os seres concretos.
Os quais,
Pertencem ao curral
eleitoral desse cenário político.
Munidos nas mãos de talhadeiras e martelos,
Procurando lapidar,
O que lhes são convenientes,
Dentro do contexto em que
estão.
Leis feita para beneficiar
uns em detrimento,
Do malefício dos outros.
A única opção que o ser
concreto dispõe
É através da mídia que tenha
ética,
Hoje a mídia livre das redes
sociais,
A qual terá a possibilidade,
De sempre estar em vigília,
Correlação as ações dos
seres abstratos,


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