CRIANÇAS,
JOVENS E ADULTOS DROGADOS SEM NOMES E AO RELENTO.
Chuva!
Vem
novamente brincar nos rostos dos adultos agredidos pelos calos da vida!
Novamente
na boca o gosto de ser criança.
Cheiro
de terra molhada,
Simplesmente
vontade,
De
galhofar na enxurrada.
Lua!
Vem
novamente brilhar nos olhos dos jovens!
Não
preparados para as dificuldades da vida!
Novamente
a ideia,
Da eterna lembrança
Dos
tempos da infância.
O
refletir do luar,
Nos
olhos de gente crescida,
Desperta
a paixão da criança.
Que
existe no mundo da imaginação.
Mas
ao acordar das lembranças das infâncias.
Os
homens crescidos,
As colocam por detrás de uma cortina de fundo
E o
sonhar é extirpado dessa gente grande.
Que
outrora eram crianças e agora são escravos do vício
Hoje
as crianças e os jovens não têm o direito de sonhar,
Com
a pureza que emana da natureza.
As
quais são resumidas em depósitos de seres humanos,
Jogadas
pelas calçadas da vida,
Com
os corpos caídos no chão,
Com
as veias dilatadas e entorpecidas
Pelo
veneno da realidade que percorrem pelo sangue
O
que dá vida ao homem.
Desprovidas
do acalentar social.
E
não percebidas pelos transeuntes
Que
por entre elas transitam.
Com
o descaso social,
Elas
não tenham nem uma opção,
Se
não!
Substituírem
o mundo inocente da fantasia,
O
qual ficou distante de sua infância perdia pelo sofrimento da vida.
Pelo
mundo ilusório das drogas.
Usando-as
com válvula de escape,
Para
fugir da cruel realidade que os espera.
Crianças,
jovens e adultos carentes e descalças,
Nas
calçadas e nas esquinas da vida,
Mendigando
as migalhas da fome!
Com
o corpo contrapondo,
Ao
próprio tempo do círculo da vida.
Encurtando-o
em prol de um movimento circunstancial,
De puro
êxtase no mundo do alucinógeno
Caminham
pelas vielas entre arranha-céus solidificados pelo concreto,
Num
mundo da realidade concreta.
Circunscrito
em um determinado espaço,
Socialmente
marginalizado.
Hostilizam
os seus corpos com substâncias alucinógenas.
E
pelas veias dilatadas e entorpecidas pelo sangue intoxicado.
Chega
ao seio das ramificações nervosas corpo o entorpecerem.
E
por final,
Adentram
na massa cinzenta,
Que
é o comandante do corpo.
E a excitação e o delírio tomam conta do
íntimo do seu ser.
E
não da margem de percepção da real agressão,
Que
esse curto espaço de prazer,
O
qual é proporcionado pelas substancias alucinógenas
E
causa sequelas deixando os seus corpos debilitados.
Com
as visões turvas com um tom acinzentado pelas alucinações
Veem
as paisagens e as pessoas distorcidas do mundo real.
E os
seres concretos do mundo real,
Tornam
no mundo das alucinações,
O
que querem que suas imaginações determinem.
Quando
termina o efeito do alucinógeno,
A
alucinação é subtraída pelo despertar,
Dos indivíduos para vida real.
Aí,
Caiem
na angustia, e na depressão.
E o
esforço da abstinência não é tolerado.
E o
corpo mergulha de novo no mar da alucinação.
O
qual priva o sentido do raciocínio e da razão.
Assim,
ficam adormecidos pela ânsia do vício,
E
pela dor de serem escravos dele.
















Nenhum comentário:
Postar um comentário