segunda-feira, 16 de setembro de 2019



PAREDE DE CONCRETO. 

A falta do tudo,
É preenchida pelo vazio do nada.
Dentro deste nada não posso,
Tentar me compreender.
Porque não sinto nada!
Ando pelas ruas escuras e vejo paredes,
De concreto que não podem responder,
Ao meu silêncio.
Mas isso!
É monologo!
Dialogar com seres inanimados!
Ainda em silêncio!
Isto é incompreensível!
Faz com que eu me sinto uma parede,
De concreto!


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