domingo, 8 de setembro de 2019



Eu era um ser eremita que estava acorrentado no fundo da Alegoria Da Caverna de Platão olhando para as sombras dos objetos que apareciam no fundo da caverna refletida pelo fogo da fogueira. Com muito custo libertei das amarras que corretavam meus pulsos e calcanhares e voltei o olhar para frente da caverna e vi as formas verdadeiras dos objetos que estava por de traz de mim na caverna quando acorrentado como o rosto de fronte para a parede da caverna e vibrei com a luz brilhante que provinha do exterior da caverna e como que uma hipnose deixou-me levar pelo entusiasmo e sai da caverna e pude ver que as sombras emitidas na parede da caverna pela caridade do fojo da fogueira não era a verdadeira realidade concreta dos objetos que compunham a caverna e nem da realidade de fora da caverna.
E é essa realidade que O ÁGUIA está tentando que seus leitores enxerguem em seu livro. Apesar de que o leitor acostumado a enxergar apenas sombras, ele vai ter um pouco de dificuldade de analisar e enxergar a verdadeira concretizada da realidade dos objetos que estão expostos na caverna chamada de planeta terra e por detrás deles de modo que eles só enxergam apenas as sombras desses objetos e não só desses objetos, mas também da realidade concreta que está fora da caverna. Como enxergam apenas sombras ofuscadas da realidade desses objetos quando si depararem com a verdadeira realidade concreta desses objetos e da realidade fora da caverna vão levar um tempo para discernirem as sombras dos objetos da verdadeira realidade dos objetos e da realidade fora da caverna.
E isto que o águia tenta mostrar através deste livro.
O ÁGUIA DIALOGANDO COM O LEITOR:
Há muitos problemas e conflitos que não rezam neste livro, mas que precisam ser analisados por pessoas interessadas em solucionar os entraves que prejudicam o desenvolvimento de uma sociedade composta de cidadãos sadios.

Eu analiso o Contexto Social Contemporâneo. Numa forma: Poética, Filosófica, Social e Econômica. Penetrando no mundo abstrato que paira sobre a psique social e observando o que os olhos tanto dos cidadãos comuns como também os dos cidadãos que vivem e são beneficiados com o suor do trabalho dos que sobrevivem no Contexto Social.
Estes não conseguem enxergarem aos seus arredores. Havendo uma interação entre ambos os cidadãos no sentido de um ser parasita do outro como os peixes que ficam justapostos aos corpos dos tubarões para si alimentarem das sobras das espécies pegas pelos predadores naturais. E ao mesmo tempo uma exclusão no interagir do emocional na preservação da Espécie Humana.
 E dano também ênfase da importância de inserir nesta análise o argumento que estas duas Sociedades que interagem entre si. Há a importância das mesmas com relação ao Ecossistema Do Planeta na preservação da Espécie Humana no Planeta.
Assim, Eu concluo:
Existem Duas Sociedades distintas dentro Do Contexto Social:
Uma Sociedade me que seus cidadãos gozam de plena cidadania e outra Sociedade com seus cidadãos às margens da cidadania e sobrevivem de migalhas do antídoto da fome e invisíveis aos olhares dos cidadãos que os sobrepõem na escala social. E que estão inseridos na Dita Sociedade Perversa e Modelo para si viver Bem.
E finalmente eu mostro A Beleza que compõem O Ecossistema Do Planeta Terra e que está sendo destruídas por estas Sociedades nos seus atos inconsequentes perante a própria existência.
O que acima está supracitado a seguir eu relato a forma em que abordarei da relatar em poemas alguns conflitos e problemas da Sociedade Contemporânea.
Eu escrevo o que vejo nas entrelinhas das páginas do conteúdo escrito no cotidiano das pessoas na sociedade contemporânea.
Os poemas este livro faz uma colocação e uma analise numa forma filosofia e poética em um contexto de alguns dos problemas e conflitos da sociedade contemporânea.
 Os conflitos de interesses da sociedade contemporânea entre os habitantes de uma mesma nação e também entre habitantes de diferentes nações, refletido na simbiose do homem com o planeta terra.
 Colocando em ênfase o seguinte argumento: os seus recursos naturais se esgotarem devido às más ações do homem em destruí-los, o planeta ficará árido sem condições para dar a continuidade à vida não só a humana, mas também qualquer vida orgânica no planeta, até que através de milhões de anos possa existir um novo tipo de vida que possa viver em simbiose novamente com os tipos de recursos minerais que o novo eco sistema do planeta possa propiciar.
Nós acreditamos que a raça humana deve dar um novo sentido em suas vidas, pois, acreditar que lutamos sós para sobreviver, apenas para subsistir e depois de suprir as necessidades fisiológicas do organismo produzir conhecimento, ciência para seu próprio benefício, o qual deve ser usado m benefício em prol da prosperidade e bem estar material da sociedade.
Eu me refugio dentro da minha psique onde estão a minha parte da razão humana a qual é o estudo sistemático dos fundamentos da realidade e do conhecimento (metafísica e a minha parte emocional). E procuro discernir minha parte da razão humana e da (metafísica) a da parte da (emoção). E analiso dentro destra obra o aspecto do homem envolvido com a natureza, de sua individualidade e de si mesmo no contexto da interação com outrem dentro da sociedade atingindo os seus limites de superação frente aos obstáculos encontrados. Por isso me identifico nesta obra apenas como o pseudônimo: O PENSADOR. Pois analiso a sociedade fora do seu contexto como eu posso um mero expectador um espetáculo de um teatro.
E o conhecimento lógico da razão humana que me movimenta e também o ser humano emocional que existe dentro do meu eu dentro do contexto cotidiano na sociedade é dissecado tanto no emocional como no plano metafísico. E nessa abstração do emocional onde elevo o meu ser pensante a um patamar fora do meu corpo físico sentimental literalmente falando e adentro em transe no pensar de um raciocino lógico, cujos quais permitem que eu enxergue a sociedade numa visão real sem a minha parte emocional: a raça humana está se autodestruindo em prol de prosperidade econômica através dos desmatamentos das floretas para fabricar bens de consumos, para produzir bens de consumo sem nem um controle, o qual é o causador da cobiça humana e é o que movimenta e incentiva a ação do homem em produzir algo que a sociedade necessita. Mas esse produzir algo para seu consumo, sem consciência de preservar o ecossistema, têm um preço caro a ser pago, o desmatamentos das florestas causa erosão, diminui o fluxo das chuvas, o ar que espiramos fica comprometido. Os esgotos das cidades são canalizados para os rios e córregos sem controles devidos as invasões de sem tetos as margens destes e ficam turvos de sujeiras, e também as indústrias poluem os mesmos com dejetos dos produtos fabricados, as nascentes de águas das periferias das cidades estão inundadas de esgotos das favelas onde as pessoas que não têm um teto para abrigar do sol e da chuva e não podem deitar em uma cama decente para descansar seu corpo físico. O homem não enxerga a destruição que está causando ao planeta, ele só enxerga a cifra monetária que está diante de seus olhos. E os grandes empresários tiram férias o ano todo nos paraísos naturais que ainda existem no planeta. O Brasil têm 12% da água potável do mundo e um solo fértil para plantio, mas daqui quantos anos essa água e esse solo fértil vão existir? As nações se esquecem de que vivemos em um mesmo planeta e se não unirmos para preservar o ecossistema correremos os ricos de sermos extintos da face da terra!
Um leitor sem consciência ao ler um livro sem o questionar fará uma leitura cega e acreditará em tudo que nele está escrito sem questioná-lo.
Já o leitor com uma consciência apurada vai raciocinar e analisar com clareza o conteúdo do livro que está lendo.
Não devemos creditar em um conhecimento escrito por autores sem antes fazermos uma análise crítica de tudo o que lemos para absorver àquilo que é importante para nós não importando quem o escreveu, pois todos os livros escritos por mais impessoais que sejam ainda há impressões pessoais nas entre lindas do livro do autor que o escreveu.
Essas considerações não são remetidas apenas aos livros editados nas editoras, mas também os livros editados com o fim de divulgar a palavra de deus, pois Deus deu a inteligência ao homem para discernir o certo do errado. Nenhum conhecimento que o homem adquiriu e escreveu e escreve é absoluto, o único conhecimento absoluto é a existência de deus. Pois o universo é um efeito e a sua causa é sua criação por um Ser Supremo.
Nenhum conhecimento da ciência do homem é absoluto. Exceto a ciência do criador que é imutável e segundo os seus princípios que estão escritos em papiros pelos apóstolos, que como todos os livros escritos pelo homem não deixa de ter um cunho pessoal de quem o escreveu, de Jesus cristo e depois transcritos em um livro chamado de bíblia sagrada por outras pessoas para dar continuidade aos ensinamentos pregados por Jesus, e bíblia a qual como um livro qualquer pode ser interpretada conforme o conhecimento aprofundado que o palestrante contém: da visão teológica, da filosófica, da sociológica e da histórica dos fatos que ocorrem na época em que Jesus viveu aqui na terra.
E com relação às ações e movimentação do homem deferido contra a se próprio e contra o meio ambiente, faz-se necessário que crie órgãos públicos como para proteger o meio ambiente e a própria sociedade: Como O Poder Legislativo, O Poder Judiciário e O Poder Executivo.
A polícia militar, a polícia civil, o corpo de bombeiro, o sistema de saúde para que a sociedade no intuito de organizar essas multidões que estão sem direção nas cidades preocupadas sós com seus interesses próprios e esquecendo-se do todo que é a raça humana que vive um mesmo planeta com o qual vivemos em simbiose, nós dependemos ele para sobreviver e ele de nós para manter o eco sistema em equilíbrio e evitar que o mundo entre num caos. Nenhum conhecimento da ciência do homem é absoluto. Exceto a ciência do criador que é imutável e segundo os seus princípios.
O homem tem como finalidade o objetivo de produzir para subsistir e depois adquirir conhecimento para transformar o meio social com sustentabilidade econômica sem prejudicar o meio ambiente para viver sempre usufruindo das riquezas que o meio ambiente oferece, mas que essa riqueza seja comum da toda a sociedade colocando o amor em movimento através da caridade ao próximo.

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