segunda-feira, 16 de setembro de 2019







O MEU TRANSTORNO MENTAL INSERIDO NA PSIQUE INSANA DE UMA HUMANIDADE COM O CONSCIENTE SANO.                                                                             
Em um dia,
Desejo a morte,
Ao ponto de odiar a vida!
No outro dia,
Sinto a vida,
Ao ponto de odiar a morte!
Em um dia,
Sinto um vazio,
 Ao ponto de não me sentir!
No outro dia,
Sinto tão cheio,
Ao ponto de me explodir!
Em um dia,
A dor da alma é tão grande,
Que penso enlouquecer.
No outro dia,
Estou em paz,
Que penso que a loucura não existe.
Em um dia,
Penso que não existe nada mais doído,
Do que a dor da alma!
O vazio da negritude da noite,
 Invadindo o interior do meu ser!
E,
Esta escuridão impende,
Que eu enxergue a luz,
Que emana do meu exterior!
Sou um ser eremita,
Na minha própria caverna interior!
Sem demostrar os meus medos,
E transtornos para a humanidade
Escondendo-me da psico-fobia humana!
Sou um ser,
Que rasteja,
A margem da sociedade,
E,
Um ser desprezado,
E,
Ignorado por quem me cerca!
Em outro dia,
Penso que a dor da alma é imaginária,
E,
 Não existe
E,
Que sou normal,
Com minha loucura,
 Misturada com a minha lucidez.
Fico dentro da minha caverna exterior,
De longe,
Observando,
Esta sociedade medíocre,
Que corrói,
O que resta,
 De sanidade na humanidade!
Vejo apenas no mundo,
 Um amontoado de pessoas,
 Uns pisando sobre os outros,
Visando apenas bens financeiros!
E,
Pessoas caídas nas calçadas,
Pedindo uma moeda,
 Para comparem o antídoto da fome.
E,
 As pessoas ditas normais,
Num ato insano,
Nãos as enxerguem!
Pessoas cambaleando com muletas,
Para atravessarem os cruzamentos,
Nas faixas brancas nas ruas da cidade,
E,
 As pessoas,
Num anto insano,
Não as enxerguem!
 Na verdade!
 Não existe o normal,
Sem estar,
Misturado com a loucura!
Assim concluo:
As pessoas são gananciosas,
 E,
 Só tem olhos para a riqueza,
Mas,
Esquece-se,
 De olharem no espelho,
E ver,
 Que,
 As rugas temerosas,
 Afloram no rosto.
E,
Quando for pensar em si,
 Já,
 Estão velhos e de bengalas,
E,
Quando partir,
Para a eternidade,
Seus herdeiros,
 Estarão brigando para dividir,
 O seu espólio,
O qual,
Deixará de herança,
E que,
Na verdade, nunca foi seu,
E,
Que não levará,
 Para o após túmulo,
Mas,
Dentro de si,
Acha que mesmo velho,
É dono de seu corpo,
E,
Tem o poder de permanecer,
Eternamente vivo e jovem,
Pois,
É rico,
E,
 Dono de muitas riquezas,
E,
Impregnado está,
No seu subi cociente,
O pensamento,
De que,
 Com tais riquezas,
 Barganham com a própria morte!
Mas,
Numa bela noite,
Ao deitar,
Na sua cama luxuosa,
Vai acordar,
 Num local,
Extremamente desconhecido,
 Onde,
 Sua riqueza,
 Não existe
 O que vale,
 É,
 O que,
 Cultivou com amor,
 Para,
 Com seu semelhante!
Assim como sou insano,
A humanidade também é insana,
E,
 Como a humanidade é insana,
Consequentemente,
Todos nós também somos insanos!

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