domingo, 8 de setembro de 2019







O SER CONSCIENTE E POLITIZADO

No apogeu da desigualdade, onde a perversidade é ocupação.
A noção do não resistir ao tormento da sobrevivência,
Perpetua no âmago do homem, o desespero.

No seio materno da diferencia social.
Descalço na vida, o figurante.
O estômago contorcendo a procura do antídoto da fome.

O odor da transpiração do trabalho alimenta o cheiro morto do egoísmo.
Germina do sangue o gueto da ganância

É difícil imaginar-se no existir.
No silêncio deturpado pela ânsia de ser.
O imaginário, porém, possível de existir.

A existência do verbo corromper.
A desculpa da manipulação de um todo corrupto,
Corrompendo o estúpido.
Emana da problemática situação.
O conscientizar refletido do ser.
O superar reveste os obstáculos.
Por consequência a maioria idealiza os fins comuns.
É vedado ao manipulador.

Exercer sua capacidade de abstração.

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