domingo, 25 de outubro de 2015

A BELEZA DA MULHER JAPONESA É ETERNA COMO A BELEZA DA FLOR DE CEREJA (SAKURA).

A BELEZA DA MULHER JAPONESA É ETERNA COMO A BELEZA DA FLOR DE CEREJA (SAKURA).

O florescer das flores de cerejeiras,
 Anunciam o fim do inverno
 E perduram menos de uma semana.
Primeiro do galho seco brotam botões rosa bem escuro
 Que anunciam o inverno
Que já se despede
 E primavera vem recompensando o sofrimento do esperar das flores.
 Para ver as duas belezas eternas do Japão: mulher japonesa e a flor de cereja
 Que estão unidas entre si em só uma mulher flor.
Nos parques nós homens ficamos estonteados,
 Porque confundimos o emanar do perfume das flores de cerejas com os perfumes das mulheres japonesas
 Que passeiam pelos parques,
 Pois elas e as flores são duas numa só pessoa,
 Uma mulher flor descendente da Princesa KONOHAMA SAKUYA HIME.
A mulher japonesa é a própria SAKURA,
 Que desabrocha no final do inverno anunciando o início da primavera.
Nos parques no Japão,
 O perfume que si exala das flores de cerejas si confundem com o perfume das mulheres japonesas,
Pois as flores e as mulheres são uma só pessoa pelas raízes do DNA da sua ancestral A Princesa KONOHANA SAKUYA HIME a linda Princesa,
 Que caiu do céu na proximidade do Monte FUJI,
 E se transformo em uma bela flor cereja e produziu sementes,
 E que caíram no solo japonês,
 E nasceram lindas árvores de cerejeiras,
 E que florescem na primavera no mês de Maio.
Mês em todas as mulheres japonesas nascem,
 Pois o nascimento da mulher japonesa é o próprio nascimento ou florescer das flores das cerejeiras,
 Pois elas são uma mulher e uma flor ao mesmo tempo.
Meu sonho como brasileiro é ir ao Japão,
 E ver esta maravilha,
 Que nunca se viu igual.
E ver desabrochar das flores de cerejeiras,
 E que talvez eu me case com uma mulher flor,
 E vivo eternamente no país que adotei para amar que é o Japão.



NÃO TE ESQUEÇAS DE MIM

NÃO TE ESQUEÇAS DE MIM

´´Não te  esqueças de mim, quando erradia.
Perde-se a lua no sidéreo manto;
Quando a brisa estival roçar-te a fronte,
Não  t esqueças de mim, que te amo tanto.

Não te esqueças de mim, quando escutares,
Gemer a rola na floresta escura,
E a saudosa viola do tropeiro,
Desfazer-se em gemido de tristeza.

Quando a flor do sertão , aberta a medo,
Pejar  os ermos de suave encanto,
Lembre-te os dias que passei contigo,
Não te esqueças   de mim, que te amo tanto.

Não te  esqueças de mim, quando à tardinha,
Se cobrirem de névoa as serranias,
E na torre alvejante o sacro bronze,
Docemente soar nas freguesias!

Quando de noite, nos serões de inverno,
A voz soltares modulando um canto,
Lembre-te os versos que inspiraste ao bardo,
Não te esqueças  de mim, que te amo tanto.

Não esqueças  de mim, quando meus olhos,
Do   sudário no  gelo se apagarem,
Quando as roxas perpétuas do finado
Junto à cruz de meu leito se embalarem.``




A BELA DORMECIDA

A BELA  DORMECIDA

Meia-noite de junho, sob a lua,
Que, nos espaços, mística, flutua,
Fusca, de ópio e de orvalho, uma neblina,
E, gota a gota, levemente ganha o cimo silencioso da montanha,
Para descer, docemente e musical,
Ao coração do vale universal,
Cursa-se o rosmaninho sobre a lousa,
Deita-se o lírio ocioso sobre a vaga,
E, trajando da bruma a veste maga,
A Vênus, em ouro, repousa.
Como se o Éden fosse, o largo dorme,
E, consciente imerge em sonho profundo,
Nada o despertaria neste mundo,
Dorme a beleza, em sonho de criança.
Com sua pureza aberta à luz do céu profundo,
LIVIA, como um gesto tão sutil e delicado,
Sobre as fechadas pálpebras de alfombra,
Onde tua alma, a dormir, se encontra oculta.
Nadas temes, então, linda senhora?
Por que sonhas?  Que estás sonhando agora?
Vieste, por certo, de longínquo mar,
Para as árvores de este horto enfeitiçar!
                                                       


A MULHER

A MULHER

´´A mulher sem amor é como o inverno,
Como a luz das antelas no deserto,
Como     espinho de isoladas fragas,
Como das ondas o caminho incerto.

A mulher sem amor é maçanilha,
Das ermas plagas sobre o chão  crescida,
Basta-lhe à sombra repousar uma hora,
Que seu veneno nos corrompe a vida.

De eivado seio no profundo abismo,
Paixões repousam num sudário eterno.
Não há canto nem flor, não há perfumes,
A mulher sem amor é como o inverno.

Sua alma é um alaúde desmontado.
Onde embalde o cantor procura um hino,
Flor sem aroma, sensitiva morta,
Batel nas ondas a vaga sem tino

Mas, se um raio do sol tremendo deixa,
Do céu nublado a condensada treva,
A mulher amorosa é mais que um anjo,
É um sopro de Deus que tudo eleva!
Como o árabe ardente e sequioso,
Que a tenda deixa pela noite escura,
E vai ao seio de orvalho lírio,
Lamber a medo a divinal   frescura.

O poeta a venera no silêncio,
Bebe o pranto celeste que ela chora,
Ouve-lhe os cantos,  que  lhe perfuma   a  vida,
A mulher amorosa é como aurora.``




Os PERFUMES

Os PERFUMES

O perfume é o invólucro invisível,
Que encerra as formas da mulher bonita,
Bem como a salamandra em chamas vive,
Entre perfume a sultana habita.

Escrínio aveludado onde  se guarda,
Colar de pedras    a beleza esquiva,
Espécie de crisálida onde mora,
A borboleta dos salões , a Diva.

E ali,  silfos travessos , traiçoeiros,
os perfumes emigram para as belas,
trocam lábios de virgens por boninas
trocam lírios por seios de donzelas!

E ali silfos travessos traiçoeiros,
Voam cantando  em lânguido compasso,
Ocultos nesses cálices macios,
Das covinhas de um rosto ou dum regaço.

Vós, que não entendem a lenda oculta,
A linguagem mimosa dos aromas,
De Madalena olham apenas,
Como um primor de orientais redomas.

E não vedes que ali na mirra e nardo,
Vai toda a crença de judia loura,
Q que o óleo que lava os pés do cristo,
É uma reza também de pecadora.
Por mim eu  sei que há confidência ternas,
Um poema saudoso , angustiado,
Se uma rosa  de há muito emurchecida,
Rola acaso de um livro abandonado.

O espírito talvez dos tempos idos,
Desperta  ali  como invisível nume,
E o poeta murmura suspirando:
´´ Bem me lembro... era este o seu perfume!´´

E que segredo não revela acaso,
De uma  mulher a predileta essência?
Ora o cheiro é lascivo e provocante!
Ora caso, infantil, como a inocência!

Ora propala os sensuais anseios,
D´alcova  do Ninon ou Margarida!
Ora o mistério divinal do leito,
Onda sonha Lívia adormecida.

Aqui, na magnólia de Celuta,
Lambe a solta madeixa, que se estira,
Unge o bronze do dorso da cabocia,
E o mármore do corpo da Livia,

É que o perfume denuncia o espírito,
Que sobas as formas feminis palpita,
Pois como a salamandra em chamas vive,
Entre perfumes a mulher habita.


AUTOR: C A










segunda-feira, 21 de setembro de 2015

JUSTIÇA CAOLHA

JUSTIÇA CAOLHA

A justiça Medieval,
Onde os vassalos,
Eram sempre réus confessos,
Mesmo antes,
De provas documentais concretas.
Onde a realeza e nobreza,
Nunca foram réus.

Hoje,
A justiça medieval,
Está sobrepondo,
A justiça contemporânea,
Ou simplesmente,
Interagiram-se,
Em uma forma grupal,
De elite representada,
Por partidos de direita.
De mídia ditadora,
De um judiciário ineficaz.
De ala partidária de esquerda,
Que diz que representa o povo.

Hoje,
Vassalos e pobres,
São sinônimos,
Antes a miséria,
Que corroía,
 Os estômagos dos vassalos
Hoje,
São os pobres,
Que sofrem com a embriaguez,
Do suor da dor,
Do contorcer,
Do estômago,
A procura do antídoto,
Da fome!

Contrapondo a está justiça,
Uma imagem carismática,
Como uma estrela,
 Vermelha e incandescente,
Chamada comumente,
De comunista e terrorista,
Por praticar,
Por meio,
 Da máquina administrativa,
A caridade,
Através,
 Do assistencialismo ao povo sofredor,
Palavra,
Que só de ouvir,
A elite,
Range os dentes,
De ódio,
A quem,
Ajuda os menos favorecidos.

Mas,
Está estrela,
Não foi arrancada a força
Do seu pedestal
Pois seu brilho,
Cegou a quem,
Tentou retirá-la,
Do pedestal!





segunda-feira, 24 de agosto de 2015

AS IMAGENS CARISMÁTICAS DE PARLAMENTARES SOBREPOEM AOS PRÓPRIOS PARTIDOS POLÍTICOS E ATÉ MESMO AO BEM ESTAR SOCIAL

As imagens carismáticas estão acima de siglas de partidos políticos na velocidade em que evolui a sociedade contemporânea.
Ideologia, partidos políticos e até mesmo o bem estar social estão sob o jugo da ditadura da mídia que os substituem por imagens carismáticas de parlamentares que favorecem aos interesses dos ricos em detrimento ao prejuízo dos menos favorecidos.
E as propagandas sensacionalistas da mídia sem ética profissional deturba a verdade mascarando-a com uma falsa verdade saciando a sede da perversa e até mórbida da classe dominante do país massificando e alienando a mente de cidadãos humildes fazendo-os acreditarem que a noite é dia e que o dia é noite, ou seja, que luz e escuridão e a que escuridão é luz.
E crendo que os políticos de amanhã são os cidadãos de hoje, assim si faz necessário inserir novamente a disciplina escolar de Educação Moral, Cívica e Política no currículo escolar.
A Educação Moral, Cívica e Política ensinarão as crianças e adolescentes de hoje o dever para com a Pátria, quais são os deveres dos cidadãos para com a Pátria e vise e versa, quais são os deveres dos parlamentares para com a Pátria e para com os cidadãos, assim terão uma visão geral da Constituição Federal e do Código Civil Brasileiro. Serão cidadãos politicamente conscientes e serão os políticos de amanhã conscientes com seus deveres para com a Pátria expurgando de si a ideia de usar cargos públicos em benefício próprio e de terceiros!

Assim, estes cidadãos sentados à porta de suas casas verão passarem os moradores de rua procurando abrigo, agasalho e alimento e os ajudarão com cidadãos cumprindo os seus deveres de amar a Pátria e ao seu próximo.