segunda-feira, 21 de setembro de 2015

JUSTIÇA CAOLHA

JUSTIÇA CAOLHA

A justiça Medieval,
Onde os vassalos,
Eram sempre réus confessos,
Mesmo antes,
De provas documentais concretas.
Onde a realeza e nobreza,
Nunca foram réus.

Hoje,
A justiça medieval,
Está sobrepondo,
A justiça contemporânea,
Ou simplesmente,
Interagiram-se,
Em uma forma grupal,
De elite representada,
Por partidos de direita.
De mídia ditadora,
De um judiciário ineficaz.
De ala partidária de esquerda,
Que diz que representa o povo.

Hoje,
Vassalos e pobres,
São sinônimos,
Antes a miséria,
Que corroía,
 Os estômagos dos vassalos
Hoje,
São os pobres,
Que sofrem com a embriaguez,
Do suor da dor,
Do contorcer,
Do estômago,
A procura do antídoto,
Da fome!

Contrapondo a está justiça,
Uma imagem carismática,
Como uma estrela,
 Vermelha e incandescente,
Chamada comumente,
De comunista e terrorista,
Por praticar,
Por meio,
 Da máquina administrativa,
A caridade,
Através,
 Do assistencialismo ao povo sofredor,
Palavra,
Que só de ouvir,
A elite,
Range os dentes,
De ódio,
A quem,
Ajuda os menos favorecidos.

Mas,
Está estrela,
Não foi arrancada a força
Do seu pedestal
Pois seu brilho,
Cegou a quem,
Tentou retirá-la,
Do pedestal!





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