´´ O
homem cansado,
Sentado
à mesa,
Sozinho
em seu mundo,
Faz
distraidamente um barquinho de papel.
E o
barquinho via crescendo, crescendo,
Até
transformar-se num soberbo navio,
O
homem embarca apressado,
E o
navio parte vagarosamente,
Deixando
o tédio sobre a mesa.
E o
homem tem agora,
Uma
expressão aventureira,
Suas
mãos transformam-se em mares,
Para
a viagem impossível,
Do
barquinho de papel.
Em
nossa infância de sonhos,
Com a
magia do amor,
É
fada que mostra a vida,
Sem
os espinhos da dor.``
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