terça-feira, 11 de agosto de 2015

VIAJANTE E MENSAGEIRO DE DEUS QUE VEIO DAS ESTRELAS PAULO


Um,
Cometa,
Incandescente,
Enviado,
Ao planeta terra,
Por uma,
Inteligência divina,
E,
Inteligível,
Ao entendimento humano.

Um ser que foi concebido
Pelo espírito santo do criador.
No útero materno de uma virgem de Nazaré

Mas,
Não na união,
De um,
Gameta masculino
Com um,
Óvulo feminino.
Perante,
A união conjugal,
De um casal.
Mas sim,
Ele adentrou,
No ventre de Maria,
Na forma,
De pura luz provinda,
Da divindade criadora do universo.

A qual,
Foi predestinada,
A dar a luz a esse ser.
E nascido num estábulo,
E em uma manjedoura
Na forma orgânica humana,
De carbono e água.

Mas,
Isso ocorreu para que a humanidade.
Não si assustassem,
Com sua verdadeira forma,
De um ser celestial de pura energia,
Provinda do seu Criador

O qual,
Tinha a incumbência, 
Do pai celestial.
De extirpar as trevas,
A ignorância,
E a crueldade,
As quais,
Encobriam a humanidade. .
E que assolava o mundo.
Onde prevalecia a lei dos mais fortes:
Do olho por olho
E do dente por dente.

Na sua infância, 
Aprendeu,
O ofício de marceneiro,
Com seu,
Pai adotivo,
O qual,
Foi incumbido,
De sua tutela,
Pelo criador,
Supremo do universo.
Até,
Na fase adulta de sua vida.
Que,
Posteriormente começou,
A peregrinar,
Pelas nações,
Até existentes,
Naquela época
Pregando a verdade,
Sobre a existência,
De um ser,
Divino e supremo.
Criador,
De tudo que existem no universo.
Sendo esse ser supremo.
Deus,
A inteligência suprema,
E
A causa primária 
De tudo
Que existem no universo

Na fase adulta,
De sua vida.
Começou,
A peregrinar levando,
A verdade sobre,
A existência,
De um único Deus,
Criador de todo o universo
Cristo,
Como,
Sendo um ser puro,
E sem pecados,
Não estava sujeito,
A contrair doenças,
As quais,
São provindas,
Das mazelas,
Do ser humano
E,
Que corrói,
O interior do homem.
E que aparecem,
Em forma,
De doenças,
No corpo humano.

Para que ele,
Saia do trilhar do caminho errado,
E retorne ao caminho da luz,
Que nos leva ao criado.

Mas,
O único sofrimento,
Que Cristo sofreu na terra,
Foi a dor do chicotear em seu corpo,
E do dilacerar,
Da carne,
De seu corpo.
No caminho,
Do sofrimento,
Do ferir,
Até,
Ao calvário
E,
Pelos pregos,
Pregados nas mãos e nos pés
E, 
O ferir do rosto,
Pela cora de espinhos,
Colocada sobre sua cabeça,
Pelos,
Seus algozes,
Como despeito,
Por ele,
Ter recebido,
O nome,
Dedo Rei dos Judeus.

Mas, 
Ele,
Foi enviado a terra,
Como o messias,
Para governar,
Não o mundo material,
Mas,
Para Trazer à humanidade,
A existência,
Do reino de Deus.
Um reino invisível,
Aos olhos do homem.
Mas,
Os governantes,
Dos reinos,
A até então existentes,
Temiam que ele,
Ameaçasse seus governos.
Pregando a existência,
De um único Deus.
E tais,
Governantes,
Adoradores de vários deuses.

Na beira,
Da estrada para Damasco,
Avistou-se,
Uma figueira,
Linda e frondosa.
Mas,
Ao chegar perto,
Notou que,
Ela não,
Produzia frutos.
E, 
Com um toque de mão
Ele a. Secou.
Pois,
Ela por ser linda e frondosa,
Tinha a incumbência,
E produzir frutos.
Mas,
Não o fazia.

Tudo que existe:
É o efeito,
De uma causa.
E, 
Esta causa é:
Uma inteligência suprema e primária,
Que rege toda a organização do universo.
Como se fosse um relógio,
Marcando as horas certas,
Sem nem um atraso.

Como a perfeição,
Do relógio de Deus:
Do nascer do sol ao anoitecer!
Do nascer de estrela, até o apagar de sua luz!
Do nascer de um ser humano, até o seu desencarne!

Da infância a juventude
Da na juventude até a fase adulta.

Da fase adulta, até a velhice.
Da velhice ao desencarne.

O porquê,
Que a terra paira no espaço!
O porquê,
Que existem muitos planetas!

Isso é,
Inteligível para na nossa compreensão.
Se existem vidas nestes planetas!
Pois,
Nós só conhecemos a vida,
Que é composta de água e carbono.
Nervos e músculos.

Será,
Que não existem outros tipos de vidas,
Compostas,
Por outros elementos que existem no universo?
O quais,
Fogem a nossa compreensão.

Esse que se recebeu o nome de JESUS.
E pregou o amor ao próximo.
Pois,
Para amar o pai Eterno,
Primeiro tem que amar a si mesmo,
E a seu o próximo.

Pois, 
Se não amar ao próximo!
Como teremos amor a Deus?

Ele disse:
Fora da caridade não há salvação!
Caminhou arrebatando discípulos para sua causa,
Os quais o admiravam,
Pois,
Jesus era um modelo para se seguir,
E uma cópia para ser copiado.
Pois, 
O ele pregada era a própria vida,
Que ele levava no seu cotidiano.
No caminhar da peregrinação.

Hoje,
Não devemos fixar em um Jesus crucificado!
Ou seja,
Imaginar a figura de cristo crucificado em uma cruz.
E sim,
De um espírito puro.
Que teve a incumbência do criador.

E também,
Na comemoração da do seu nascimento,
Em 25 de dezembro,
Em um manjedoura em um estábulo!
E não idolatramos,
Um velhinho vestido de roupas vermelhas,
E de barbas brancas,
Que sobrevoa as casas. De todo o mundo
Como um trenó,
Puxado por renas encantadas.
Distribuindo brinquedos para as crianças!
Simbolizado do comércio de brinquedos!

Esse espírito puro,
Si encarnou em um corpo humano,
O qual,
É de carne de osso.
Está propício a sofrer!
Não o sofrimento da alma
E nem o do sofrimento de enfermidades,
Pois, 
Cristo com espírito puro,
Não está sujeito a tais doenças!

Mas, o único sofrimento,
o qual seu corpo físico sentiu.

Mesmo sendo filho unigênito de deus.
Um espírito de pura energia divina,
Preso em um corpo físico.

foi o sofrimento do ferir,
E do dilacerar da carne.
Por agressões daqueles.
Que não iam de encontro com sua pregação,
A dor do chicote no seu corpo,
O pregar dos pregos nos seus pés e em suas mãos.

A coroa de espinhos colocada em sua cabeça,
Com dizeres entalhados na cruz de madeira,
Na qual foi crucificado.
Não devem ser venerada.
Como um crucifixo,
E sim com filho,
De Deus e nosso salvador e guia.

Alguns perguntavam?
Si ele era realmente,
Filho de Deus?
E tinha o poder do pai?
Porque simplesmente,
Não dissipava seus perseguidores! 
Porque,
Mesmo tendo o poder,
 De destruir seus algozes,
Tinha,
Que obedecer a vontade do pai.

A qual,
Era cumprir a profecia,
Da vinda o messias a terra.

Mas, 
Mesmo sendo,
Filho unigênito de deus.
Um espírito de pura energia divina,
Preso em um corpo físico.
Sofreu a dor do ferir,
E do dilacerar da carne.
Por,
Agressões daqueles.
Que não iam,
De encontro com sua pregação,
A dor do chicote no seu corpo,
O pregar dos pregos, 
Nos seus pés e em suas mãos.
E, 
A coroa de espinhos,
Colocada em sua cabeça,
Não deve ser venerada,
Como ele sendo rei dos judeus.
Mas,
Como um símbolo,
De submissão e obediência de filho,
Para com vontade de seu pai.

E ele foi crucificado,
E aparentemente morto,
E colocado no sepulcro,
O qual naquela época,
 Era,
De costume ser uma caverna.

Mas, 
Ele sendo um espírito de energia pura.
E dento da caverna,
Não havia olhares,
Observando-lhe.
Simplesmente abriu seus olhos santos
E si ergueu do solo do sepulcro,
E,
Tomou sua verdadeira forma espiritual,
A qual era pura energia esplandeceste
E,
Apenas ergueu suas mãos,
 E a pedra que fechava o sepulcro,
Como um toque mágico si abriu.
E, 
Ele vou a ter a sua forma verdadeira,
 A qual,
 É de um espírito composto de pura energia divina.
Provinda do seu criador.

Mas,
Para que os incrédulos acreditassem,
Que ele tinha ressuscitado da morte.
Permaneceu na física como um homem comum,
Composto de carne, nervos e água,

E,
Nas parições aos seus discípulos,
Após,
A sua crucificação,
Aparecia com as mãos e nos pés com as marcadas
Das perfurações do pregar dos pegos,
Nas batidas dos martelos de seus algozes.
Para que eles,
Acreditassem na sua ressurreição.

E,
Que ele era o filho
Enviado por Deus a terra.
Para trazer ao homem a boa nova, 
A qual era a vida eterna,
Pois,
A morte é apenas um dormir
Em uma cama,
No mundo terreno,
E um despertar,
 Em uma cama no mundo espiritual.

Por isso,
Ele não podia.
Aparecer na sua verdadeira,
Forma espiritual,
A qual é de um ser de pura energia,
 Que brilha mais que o. Sol

No caminho que ele percorreu,
Dos reinos antigos.
Dormindo nas beiras das estradas.
Sem ter o que comer e nem o que beber,
Juntamente com seus discípulos.

Como exemplo,
Ele procurou um fruto em uma figueira frondosa
Na beira da estrada
E não encontrou!
Ele a secou!

Pois,
Ela não propiciava
Função que eram produzir frutos.
Como os que pregam o evangelho,
em vão sem a fé verdadeira,
em troca de benefícios.
Mas, 
não produzem frutos alguns.

Como foi concebido,
No útero materno de Maria.
Não pela genética da união de Maria e José.
Mas,
Pela energia provinda o Criador Do Universo.
Então,
Foi um ser de pura energia divina,
Gerado no ventre de Maria.
Na pseudoforma humana.
De carbono e água, 
Composto de tendões e músculos.
Apenas para que aos olhos dos homens.
Aparentasse a forma de um homem comum,
Para que eles acreditassem que ele era de carne e osso.
E tocassem nele e sentissem seu corpo.

Mas, 
Na realidade já no útero de Maria.
Ele já era um ser espiritual.
De pura energia divina.
Mas, 
Tomado na pseudoforma de um corpo humano.
Com a permissão de Deus.
Para que a humanidade Acreditasse.
Que todos nós também somos filhos dele.
E,
Ele se materializou na forma de homem.
Apenas para que as pessoas pudessem tocá-lo.

E,
Se ele viesse a terra,
Na forma de um ser,
De pura energia divina.
A humanidade agiria,
Como o homem da caverna.
Como medo de algo desconhecido,
Que para a sua imaginação,
É incompreensível.

Os milagres realizados por cristo,
Não são milagres,
E sim uma cura natural.
Realizador por ser de pura energia divina.
Por que Jesus sendo um ser,
Provindo de pura energia,
Do próprio criador do universo.

De certo que ele,
Tinha e tem a capacidade de realizar tais efeitos.
Cuja causa desses efeitos,
Era e é a própria santidade de Cristo.
Cujo criador do universo lhe deu esse poder.
Como os tem mostrado.
Em todos os instantes de nossas vidas.

Mas,
O que é causa e o que é efeito?
A existência do universo é um efeito,
E a causa é a sua criação por Deus.


Todos os efeitos,
Que ocorrem em todas as galáxias,
Que existem no universo:

Os nascimentos e as mortes de estrelas,
As tempestades cósmicas,
Os nascimentos de planetas compostos de elementos distintos,
Que ainda talvez não seja conhecido pelo homem da ciência.

Desde planetas de superfície solida,
Com vida orgânica e composta do elemento químico carbono.
Dos planetas de superfície árida ou gasosa,
Que praticamente há a hipótese,
De que existem vidas neles
Mas,
Não na forma como a acontecemos.

O planeta terra pairando no espaço vazio.
Por um eixo imaginário é um efeito
E a causa da sustentação dele no espaço vazio é Deus

Pois,
Deus é energia pura e divina
A causa primária de todo os efeitos que ocorrem e existem,
É Ele que regeu a organização do universo.
E sua forma é inteligível para o raciocínio humano.
E todos os efeitos que ocorrem no universo 
São causados pela existência de Deus.


Isso,
Seria inteligível para raciocínio dos povos daquela época,
E até para o homem contemporâneo.

Explicando assim,
A pseudo-ressurreição de cristo.
Pois,
Como um ser de pura energia,
Criado pelo criador de todo o universo.
E imortal!
Poderia morrer?
Si ele não foi concebido,
Pela união de gametas:
masculino com um óvulo feminino?

O seu aparente sofrimento corporal.
Na crucificação,
Foi a missão crucial de Jesus.
Na vinda ao mundo humano.
Para depois ressurgir,
Na sua verdadeira forma espiritual.
Um ser de pura energia divina.
Para convencer a humanidade,
Da existência de um único,
E verdadeiro Deus,
Criador não só do planeta terra,
Mas, de todo o universo.

E que todos nós.
Somos filhos dele.
Não de pura energia como Jesus.
Pois,
Jesus é o filho de espírito puro e perfeito.
E usava a pseudoforma de vestimenta,
Na forma humana para que não nos assustassem.

O nosso corpo,
É a túnica que nos é vestida,
Pela da união conjugal e corporal
De marido e esposa.
Que reveste nosso espírito.
E a morte é apenas a retirada,
Desta veste de nosso espírito por Deus.

Nós ainda revestimos esta veste orgânica,
Por que ainda não somos perfeitos,
E os sofrimentos e doenças,
Que estamos sujeitos com esse corpo.
É a experiência,
Que precisamos passar aqui na terra.
A qual é uma escola de aprendizagem.
Para lapidar nossa alma,
Pois, nossa alma foi criada por Deus.
Como um diamante bruto a ser lapidado.
E é as mazelas que nosso corpo físico,
Está sujeito a passar,


Que vai lapidando nossa alma.
Até que ela polida e brilhante com um diamante.
Para que nossa alma se aproxima um pouquinho.
Da perfeição da pureza de Jesus.

E, 
Assim.
Não estaremos no dito céu.
Mas,
Estaremos um patamar espiritual.
Que é o lugar mais próximo que conseguiremos
Chegar mais perto dele.
E onde compreenderemos,
A verdadeira essência de Deus.

Ou seja,
O que é Deus!
E esse patamar espiritual,
Nós também realizaremos curas,
Que são efeitos das causa,
com a pureza do espírito,
Nós aproximaremos da a energia pura do criador.
 

Vejamos Cristo com ser de pura energia divina.
Encarnado em um corpo humano.
Com os pés calejados de andar pelos caminhos.
E com a túnica com odor de um suor perfumado.
Como um trabalhador a serviço de Deus
Que pescou almas para Deus,

E agora o vejamos,

Na sua verdadeira forma,
De um ser de pura energia divina,
E está na verdadeira pátria,
A qual é o Reino de Deus,
E de lá nos amparando.

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