segunda-feira, 16 de setembro de 2019











OS FILHOS DO VENTO E DA PEDRA DE CRACK.

Em certa cidade,
Um carro com um passageiro,
Transitava por debaixo de um viaduto.

Quando que de repente o passageiro,
Direcionou o olhar para a calçada do viaduto.
E viu aconchegado ao solo em papelões,
Os filhos do vento,
Onde o próprio pai os envolve com seu vento gelado e desprezo.

E as latinhas de cervejas brincavam com suor da embriaguez,
Dos transeuntes que davam para adoção as mães
Para as crianças que tem como teto o viaduto.

E pelo vidro da porta do carro,
 O passageiro visualizava no solo,
 No bailar das latinhas de cerveja umas com as outras
 Os sinais das cinzas das mães das crianças,

As quais com o toque do respirar ofegante das crianças,
As acalentavam com seu amamentar entorpecido pelo tóxico
Si transformavam em cinza.
De manhã as crianças acordam na esperança
De um novo entardecer,
Na esperança de adotarem uma nova mãe,
Que renasce das cinzas,
 Das pedras usadas na noite anterior
 Transformando si na fênix
E que as amamentam,
Dando continuidade ao ciclo vicioso,
De sobreviver em êxtase no mundo do alucinógeno







PAIS SEM RAÇA E ETNIA DEFINIDA!


A miscigenação de branco com negro e índio
Resultou o mestiço e não em denominações de miscigenação
Com Pseudo-Etnia,
Resultou o mestiço denominado cafuzo ou mameluco.
A miscigenação do branco com índio,
Resultou o mestiço denominado caboclo
Essa miscigenação,
 Si deu no início da colonização do Brasil,
Há mais de quinhentos anos.

Depois vieram japoneses,
Alemães,
Italianos,
E outras etnias europeias e asiáticas,
 As quais,
  Miscigenaram com uma população,
 Já miscigenada do Brasil

Assim,
Eu digo.
Não existe no Brasil etnia pura!
São apenas aqueles,
Que vieram para as Américas no início das colonizações!
Portugueses, negros e Índios!
Que tinham a etnia pura!

Mas,
Não nos esqueçamos dos holandeses e espanhóis!
Que atracaram no nordeste do Brasil,
Lutando pela conquista da América!
Será que nós também não temos traços de DNA destas etnias?

Assim,
São aqueles que viviam as Américas,
No início da colonização da América,
Que tinham as etnias puras.
Após quinhentos anos de colonização,
Não existe uma etnia genuinamente pura.

Resultando assim,
Numa etnia indefinida.
Onde pessoas de epidermes distintas,
Diz-se ser de etnia puramente branca.
Diz ser de etnia puramente negra
Diz ser etnia puramente indígena

Mas, se conferir seu DNA mostrará,
Traços de outras etnias,
Que vieram para o Brasil,
E aqui si miscigenaram,
Durante a colonização da América

Onde pessoas de epiderme parda,
Diz-se ser de etnia puramente branca ou negra,
Mas, se conferir seu DNA mostrará.
 Traços de etnias branca e negra,
Então,
Quando se diz ser negra está negando a sua origem da etnia branca.
Quando se diz branca está negando a sua origem da etnia negra.

Concluindo,
No Brasil não existem nenhuma etnia puramente definida.
E sim uma nação formada pela miscigenação de várias etnias.
O que existe é um pré-conceito em aceitar a sua própria origem Etna.

E nesses pais grandioso e fortalecido com a força do trabalho,
 Da miscigenação racial.
Onde a apologia à raça ariana,
 Apostolada pelo grande ditador, o Adolf Hitler.
 O causador do grande genocídio da História,
 Impera o pré-conceito entre a população brasileira,
Rompendo a união entre o povo.

Mas,
O povo brasileiro ainda que seja uma miscigenação de várias etnias.
Não si se param,
Pois,
 Estão defendendo uma mesma pátria,
Cujos corações batem mais fortes,
 Quando ouça o Hino Nacional ser recitado
 E vir a Bandeira Nacional tremulando no mastro.
Milhões de brasileiros de origem de diversas etnias com a mesma voz um tom bem alto,
Acompanham com a voz cantando o Hino Nacional.

As flores enfeitam os jardins,
E tanto as mulheres como os homens brasileiros enfeitam o Brasil,
Com as diversidades de misturas de etnias e tons de peles diferentes.
Mulheres e homens:
De epidermes claras de cabelos lisos,
De epidermes mais morenas de cabelos cacheados,
De epidermes mais escuras de cabelos crespos.










MULHER É SEREIA DE TERRA FIRME.

Escondo em mim,
Meu coração.
Para não sofrer,
E nem ter desilusão.
          
As sereias do mar,
Atraem suas vítimas,
Pelo seu canto hipnotizante.
E as afogam no mar
E as sereis de solo firme,
Atraem suas vítimas,
Com as belezas estonteantes da sua silhueta cintilante.
Pairando no bailar,
Da sinfonia do vento.
Que emana dos movimentos das folhas,
Dos galhos das árvores.
 
E suas vítimas se afogam no mar solidificado,
E petrificado de seus corações!
Onde o amor não é permitido.
Pois o ludibriar faz parte do seu instinto,
O qual substitui o amor pelo bem social.
Pois o ter sobrepõe o ser,
E o ser, por ser hipnotizado,
E manipulação pela sereia,
E ela o faz acreditar,
Que o seu ter, o transforma,
Em um ser que é reciprocamente amado,
Em um mundo imaginário e encantado.
             
E têm como intuito,
Apenas o apossar do bem-estar econômico.
E a aparência física do ser não importa,
Ela o faz si sentir um lindo príncipe,
E ele é atraído,
Não pela beleza interior da sereia de terra firme.
Pois a sua meiguice, sua sensibilidade, seu amor pelo ser humano não existe.
Mas apenas apela beleza exterior da silhueta que caminha,
E baila ao som da sinfonia do vento,
Que emana dos galhos das árvores,
E balança os seus cabelos em um tom harmonioso.
E por onde essa silhueta passa,
Exala um perfume com cheiro especifico,
De tração corporal,
E que atrai suas vítimas.
E é essa pseudobeleza exterior,
Que transforma a vítima,
Em um ser apaixonado,
Possuidor de um amor platônico.
No qual é um eterno prisioneiro.








TERMINAL DE TRANSPORTES COLETIVO E RODOVIÁRIO.

Cito,
Expurgo,
Ou,
Ponto de intersecção da diferencia social.
De partida e vinda de transeuntes,
 Oriundos,
Ou emergentes,
De diferentes e incertos lugares da vida.
De lugares remotos:
Favelas,
Periferia,
Bairros nobres,
De xacras,
Dos presídios,
De faculdades,
De escolas públicas,
De escolas particulares,
Dos trabalhos,
Dos hospitais,

Mas,
Numa total indiferença e apatia social,
Nem um transeunte comunica entre si.
É apenas um mutuado de gados,
Dentro de um curral,
A espera de um caminhão,
Para transportá-los até seu destino final.
Vejo,
Alguns gados,
 Catando latinhas de refrigerantes e cervejas vazias nas lixeiras.
Pedindo a outros gados algumas moedas,
Para saciar a fome que os matam,
Para saciar o vício das drogas que os consomem.
Para comprar um remédio para aliviar a dor de uma doença,
 A qual o deixa debilitado.
Vejo,
A incerteza de alguns gados,
A procura de uma fazenda,
 Para usar sua força corporal no trabalho,
Em troca de um pouco de feno para comer.
Enfim um admirado mundo novo,
De gado velho e obsoleto,






REVERSO DO REFLEXO DAS SELEBRIDADES NAS PESSOAS COMUNS E A SINDROLE DE CELEBRIDADES  COMO SERES IMORTAIS.

Alguns seres,
SE sentem imortais,
Que não admitem,
O chegar da velhice.
Pois,
Acham que são Deuses
E nunca vão envelhecer,
Si tornam um Peter Pan.


Acreditam que são deuses da forma humana.
Forma que são idolatrados.
E venerados por fás de todo o planeta.
E quando essa pseudo realidade,
Ou cortina de fumaça se dissipa,
Entram no mundo dos alucinógenos.

E quem,
Os idolatram!
Incorporam os seus personagens fictícios,
 No do seu ser.
Dando margem há uma ilusão.
Transferindo para o seu cotidiano,
Uma pseudo realidade incorporada pelas imagens dos idolatrados,
Dos personagens dos ditos filmes ou pelo desempenho dos artistas dos palcos.

Alguns com seu talento,
Vivem nas calças da vida.
Fazendo shows para sobreviverem.
Na realidade são esses os verdadeiros,
Artistas da vida,
E que merecem uma chance
Que são negadas!

E fazem shows para receber migalhas para sobreviverem.




O ZUMBI DA TÉCNOLOGIA EMBRIONADO NA GERAÇÃO INTERNET.

Pais órfãos,
De filhos,
Que lhes trocaram por amizades cibernéticas.
De fronte a tela do monitor,
Passam horas com o estomago anestesiado sem sentir fome,
E sem necessidades fisiológicas.
Caminham por vielas,
Com os olhos fixados no mundo interior,
Das telas de cristais dos seus smartfones,
E com os dedos,
De uma forma mecanicamente autônoma,
Tecla o teclado digital.
Suas mentes distorcidas hipnotizadas e presas,
Em um círculo vicioso de um mundo virtual,

Filhos órfãos,
De país,
Que lhes trocam por amigos virtuais,
Que deixam a comida no fogão queimar!
Que troca o momento familiar,
Por trabalho extra,
Trazido do escritório,
Para fazer em casa no computador.

Avós órfãos,
De pais e de netos.
Que trocam lhes
Por trabalho e pelo mundo virtual.

A humanidade órfã,
De si mesma,
Por ter si corrompida pelo mundo virtual.
E ter permitido a si calar,
E viver um monólogo,

Brinquedos unissex,
Que atendem pais, filhos e avós.
Preenchendo o vazio do eu dos pais,
A carência afetiva do eu dos filhos,
E o abandono do eu dos idosos.







O MEU TRANSTORNO MENTAL INSERIDO NA PSIQUE INSANA DE UMA HUMANIDADE COM O CONSCIENTE SANO.                                                                             
Em um dia,
Desejo a morte,
Ao ponto de odiar a vida!
No outro dia,
Sinto a vida,
Ao ponto de odiar a morte!
Em um dia,
Sinto um vazio,
 Ao ponto de não me sentir!
No outro dia,
Sinto tão cheio,
Ao ponto de me explodir!
Em um dia,
A dor da alma é tão grande,
Que penso enlouquecer.
No outro dia,
Estou em paz,
Que penso que a loucura não existe.
Em um dia,
Penso que não existe nada mais doído,
Do que a dor da alma!
O vazio da negritude da noite,
 Invadindo o interior do meu ser!
E,
Esta escuridão impende,
Que eu enxergue a luz,
Que emana do meu exterior!
Sou um ser eremita,
Na minha própria caverna interior!
Sem demostrar os meus medos,
E transtornos para a humanidade
Escondendo-me da psico-fobia humana!
Sou um ser,
Que rasteja,
A margem da sociedade,
E,
Um ser desprezado,
E,
Ignorado por quem me cerca!
Em outro dia,
Penso que a dor da alma é imaginária,
E,
 Não existe
E,
Que sou normal,
Com minha loucura,
 Misturada com a minha lucidez.
Fico dentro da minha caverna exterior,
De longe,
Observando,
Esta sociedade medíocre,
Que corrói,
O que resta,
 De sanidade na humanidade!
Vejo apenas no mundo,
 Um amontoado de pessoas,
 Uns pisando sobre os outros,
Visando apenas bens financeiros!
E,
Pessoas caídas nas calçadas,
Pedindo uma moeda,
 Para comparem o antídoto da fome.
E,
 As pessoas ditas normais,
Num ato insano,
Nãos as enxerguem!
Pessoas cambaleando com muletas,
Para atravessarem os cruzamentos,
Nas faixas brancas nas ruas da cidade,
E,
 As pessoas,
Num anto insano,
Não as enxerguem!
 Na verdade!
 Não existe o normal,
Sem estar,
Misturado com a loucura!
Assim concluo:
As pessoas são gananciosas,
 E,
 Só tem olhos para a riqueza,
Mas,
Esquece-se,
 De olharem no espelho,
E ver,
 Que,
 As rugas temerosas,
 Afloram no rosto.
E,
Quando for pensar em si,
 Já,
 Estão velhos e de bengalas,
E,
Quando partir,
Para a eternidade,
Seus herdeiros,
 Estarão brigando para dividir,
 O seu espólio,
O qual,
Deixará de herança,
E que,
Na verdade, nunca foi seu,
E,
Que não levará,
 Para o após túmulo,
Mas,
Dentro de si,
Acha que mesmo velho,
É dono de seu corpo,
E,
Tem o poder de permanecer,
Eternamente vivo e jovem,
Pois,
É rico,
E,
 Dono de muitas riquezas,
E,
Impregnado está,
No seu subi cociente,
O pensamento,
De que,
 Com tais riquezas,
 Barganham com a própria morte!
Mas,
Numa bela noite,
Ao deitar,
Na sua cama luxuosa,
Vai acordar,
 Num local,
Extremamente desconhecido,
 Onde,
 Sua riqueza,
 Não existe
 O que vale,
 É,
 O que,
 Cultivou com amor,
 Para,
 Com seu semelhante!
Assim como sou insano,
A humanidade também é insana,
E,
 Como a humanidade é insana,
Consequentemente,
Todos nós também somos insanos!