quarta-feira, 7 de setembro de 2022






O SER CONSCIENTE E POLITIZADO

No apogeu da desigualdade, onde a perversidade é ocupação.

A noção do não resistir ao tormento da sobrevivência,

Perpetua no âmago do homem, o desespero.

 

No seio materno da diferencia social.

Descalço na vida, o figurante.

O estômago contorcendo a procura do antídoto da fome.

 

O odor da transpiração do trabalho alimenta o cheiro morto do egoísmo.

Germina do sangue o gueto da ganância

 

É difícil imaginar-se no existir.

No silêncio deturpado pela ânsia de ser.

O imaginário, porém, possível de existir.

 

A existência do verbo corromper.

A desculpa da manipulação de um todo corrupto,

Corrompendo o estúpido.

Emana da problemática situação.

O conscientizar refletido do ser.

O superar reveste os obstáculos.

Por consequência a maioria idealiza os fins comuns.

É vedado ao manipulador.

Exercer sua capacidade de abstração.








O SER CONSCIENTE POLITICAMENTE, MAS, ESTAGNADO.

Nasceu,

 E vive para sobrepor,

 Dizer não ao que não lhe convém,

Mas,

Por acaso tropeçou no acaso,

 E todo enrolado debruçou no emaranhando.

 Com medo do provir das consequências,

De o seu lutar e questionar das injustiças sociais.

 

Pois a sim,

Ficam escondidos numa cortina,

Em forma de máscara,

Para esconder a sua identidade.

A sociedade moderna pode tornar-se,

A vida de muitas pessoas alienadas.

 Descomprometidos com os compromissos,

Firmados com os seres sociais.

De irem à busca dos seus direitos,

Através de organização em grupos,

De pessoas com o mesmo fim em comum.

Si escondem no lutar e no questionar,

No anonimato por meio de imagens,

Artísticas, mas desagradáveis por gestos obscenos.

 

Mas a esperança é o alimento.

Que alimenta a força,

Para aguentar o sofrimento

Os seres em sofrimento.

Para deixar de sofrer

 

 

 






O SER ALIENADO E NÃO CONSCIENTE POLITICAMENTE

No todo da pirâmide social,

 Onde o marketing de vendas,

 De possíveis mudanças no meio social

É pera ilusão,

E,

É o marco diferencial,

Para manter-se na ocupação no cenário político

Os que estão no topo da pirâmide social

No intuito de manter pacificamente,

Os que estão na base da pirâmide social,

Sem movimentarem no sentido tentarem subir,

No sentido vertical da pirâmide social.

As promessas de mudanças sociais,

Estão além do horizonte dos marginalizados.

 

Mas,

A massa de gado,

Na esperança de alcança-las,

Confiam no que os eleitos prometem.

E,

A base da pirâmide social fica estagnada

À margem do seio social,

E,

O ser invisível aos olhos da sociedade

Sem noção de tempo e espaço,

Onde o viver é um objetivo imaginário.

E,

Sobrevivem a calejados,

 Pelo sonho exterior,

De mudança social,

E,

 Vive um sonho interior,

Se isolando do mundo real,

E,

Penetrando em um mundo imaginário,

Via ausência de substâncias alimentares

Onde o vício dessas ausências alimentares,

Adormecem o sonho e a fome.

E os seres se alienam,

Não por opção,

Mas,

Por imposição da situação social.

 











DEMOCRACIA.  

Viva!

Estou livre!

Obrigado a  votar,

 Mas para não voltar!

Para não ter livre acesso ao espaço,

 Que circundam o congresso e senado!

Para eleger e para não cassar mandato!

Para ter livre acesso as redes sociais,

 E dizer o que não seja verdade!

Parar servir as forças armadas!

Para falar não em pé de igualdade,

Com as altas autoridades!

Para ser vítima de preconceito!

E ser algoz de preconceito de outrem!

 

Votar nos parlamentares,

Para que eles representam a si mesmos!

E não votar nos parlamentares,

Para que eles representam o povo!

 

Para não ser uma nação,

Subjugada pela da Estátua da Liberdade

Em prol de um bem comum,

De apenas uma minoria.

Mas isso é utopia,

Na pseudodemocracia.

 

 

 

 

 

 

 








ELEFANTES BRANCOS VERSO NECESSIDADES SOCIAIS

São construídas obras faraônicas.

E que são usadas,

Apenas para um determinado evento.

Enquanto que os recursos financeiros,

Em parte, é de entidade pública.

E os lucros,

Ou seja,

O financeiro arrecadado com tais eventos.

Em curto período de utilização de tais obras.

Beneficiam apenas algumas pessoas.

 

Enquanto que esses recursos financeiros,

 Que foram utilizados em tais obras.

Poderiam alimentar, salvar e educar muitas pessoas.

Ou serem usados em outros benefícios para a sociedade.

Ou, por outra hipótese!

Os lucros obtidos nos tais eventos realizados,

Uma parte fosse utilizada em obras sociais.

Ao término dos eventos.

Os quais,

São destinadas as construções de tais obras

Serão usadas esporadicamente,

Ficando assim,

Ao leu,

E que ficarão jogadas para as Traças corroerem.

E servirão de abrigos animais peçonhentos.

Pois não terão nenhuma utilidade para a sociedade.

 

Há obras que tem seu início,

 Mas, não são terminadas,

E os recursos investidos nelas evaporaram.

 

Há obras que foram terminadas

E,

 Que custaram uma grande quantia aos sofres públicos,

Mas,

Que me pouco tempo estão desmoronando,

E os recursos investidos nelas evaporam

 








A LENDA DO FRUTO DA LOBEIRA

Tem uma lenda que diz que em noite de lua cheia por de traz de uma árvore por ter seus frutos uma forma específica é chamada na região do cerrado de LOBEIRA a qual tem espinhos e floresce uma flor de tom lilás.

Na noite de lua cheia com tom amarelado fica por de traz desta árvore, onde há frutos amadurecendo e outros maduros e lindos como a forma da lua cheia de tom amarelado, lobos famintos a espreita de uma vítima e cujos os ditos são  parlamentares que como Maquiavel relata no seu Livro O Príncipe (ficar em cima do muro esperando para pular para o galho mais forte da Lobeira).

Mas, este fruto da Lobeira é doce como mel.

Mas, também pode amargar como fel.

Mas, o pulo pode ser certeiro ou cair num galho quebrado


LOBOS OU LOBISTAS.

Representando uma determinada alcateia,

Tentando influenciar as outras alcateias,

Agindo sobre pressão,

Visando influenciar decisões,

Que serão decidias no topo da pirâmide da alcateia,

Onde há lobos sentados em cadeiras achoadas,

Com direito permanentes,

E,

Tais decisões têm como intuito,

Modificar as estruturas da base da pirâmide,

Onde as diversas alcateias dos lobos mais fracos,

Os quais são os alicerces da pirâmide.

Mas,

São os lobos de hoje das alcateias,

A baixo das alcateias do pico da pirâmide,

Que serão os lobos do amanhã das alcateias,

Do ´pico da pirâmide.

 

E tais decisões,

Favorecem aos interesses dos que estão sentados,

Em poltronas no topo da pirâmide alimentar.

E,

Há uma luta no topo da pirâmide,

Entre os lobos mais fortes,

Na posse do poder,

 

As decisões tomadas no topo da pirâmide,

Determina diretamente as consequências,

E conflitos que será acometida,

Na base da pirâmide,

Ou seja,

O aumento da fraqueza dos lobos mais fracos.

E,

Os lobos mais fracos lutam,

Entre si para sobreviverem.

 




 








1-    OS SERES ABSTRATOS INSERIOS NA METÁFORA DO CENÁRIO POLÍTICO.

 

 Inseridos nos discursos do eufemismo a seu favor,

 Com a interpelação dos discursos da hipérbole,

 Contra os seus adversários parlamentares

.Ao mesmo tempo nesse espaço político,

Que é delimitado ao ser social comum.


Há uma contradição,

De um discurso da hipérbole,

Um paradoxo de interesses sociais,

De um grupo de parlamentares,

Representando uma democracia representativa,

Contrapondo outro grupo de parlamentares.

 

Tentando implantar na mente do ser social comum,

Uma verdade suspeita,

Ou uma verdade que pertencem a elite dominante,

Repetida várias vezes até que o ser comum a decore

Mas, não a compreende,

Pois não pertence o seu cotidiano,

Na luta com o suor do corpo,

Para sobreviver!

 

Mas,

  Esses grupos de parlamentares.

Contrapondo uns aos outros,

Com discursos cheios de inverdades,

Mas, que na realidade é uma marketings,

De venda de seu produto ao consumidor eleitor desavisado,

Para que possam retomar a posse,

Do poder do cenário político.

 

A ausência de deixar de sofrer do transeunte,

Que permanece inseridos nos discursos do eufemismo,

 Dos seres abstratos que circundam.

Em uma determinada esfera no espaço político.

A qual delimita que o transeunte ultrapasse,

E que fique a margem da sociedade.

 

Mas,

Ao mesmo tempo todos esses seres abstratos,

 São intocáveis!

E protegidos por uma parede,

Sólida e invisível,

 A qual os protegem contra os seres concretos.

Os quais,

Pertencem ao curral eleitoral desse cenário político.

 

Munidos nas mãos de talhadeiras e martelos,

 Procurando lapidar,

 O que lhes são convenientes,

Dentro do contexto em que estão.

Leis feita para beneficiar uns em detrimento,

Do malefício dos outros.

 

A única opção que o ser concreto dispõe

É através da mídia que tenha ética,

Hoje a mídia livre das redes sociais,

A qual terá a possibilidade,

De sempre estar em vigília,

Correlação as ações dos seres abstratos,

Dentro do cenário político