terça-feira, 27 de agosto de 2019





2- DEFINIÇÃO DE TEMPO.

O tempo é indivisível, invisível e imutável.
E está em todo o universo
Mas,
A sua presença só é percebida ao redor do planeta terra.
Pois,
É neste planeta que o homem vive!
E é nele que o percebe!
Como?
Através das mudanças ocorridas no habita do planeta,
E nos seus habitantes do nascer, crescer, envelhecer e morrer,
Nas transformações sociais,
No nascimento,
Na juventude
 e velhice do próprio homem.
E dos outros seres viventes do planeta.

Na sua coerência temporal.
Em um universo em que o tempo não existe,
O que marca é o ciclo de vida dos astros celestes,
.
Do tempo não escapa nem o homem,
Nem flora e fauna.
Onde estes estiverem.
Ele também manterá a sua presença.
Mas,
 Flora e a fauna,
Estão sempre em concordância,
Com o objetivo do tempo.
Que é o nascer, crescer e morrer.

Mas,
O homem o transgrida,
No sentido de tentar permanecer,
Eternamente jovem.
Pois os homens não compreendem,
Que o tempo é imutável e não retrocede,
E que as rugas temerosas,
Confrontam com a ideia,
Da eterna juventude,
Que o ser humano é pretensioso em ter.
Mas, ele os persegue do nascer, do cresce ate o morrer.


E o ser humano tenta o ludibriar.
Através de cirurgias plásticas,
De aplicações no corpo,
 De produtos feitos e laboratórios.
Mas, não adianta a sua súplica!
Se ajoelhado aos pés do tempo!
Com intuito de permanecer jovem.
Pois, no final ele vence selando o nosso túmulo.
Assim,
Seremos eternos não na juventude,
 E sim na morte!

Definir o conceito do que é o tempo,
É olhar para se e para tudo,
Que está ao seu redor e ver,
E ver que tudo está si transformando.
É olhar para se e ver,
Que seu corpo orgânico está si transformação
E, isto quer dizer,
Que o tempo do homem,
 É a transformação do espaço onde se vive,
E de si mesmo como ser orgânico,
E formado de células que si reproduzem e envelhecem e morrem.

Então,
 O tempo é transformação do espaço e do Homem como ser biológico.
O tempo biológico do nascer, crescer e morrer.
O trabalho das células no desenvolvimento,
Dos órgãos nos seres orgânicos.
As células que compõem o corpo do Ser humano,
Estão em constante movimento no sentido de desenvolver organismo orgânico.

No seu nascer, no seu crescimento,
E na sua locomoção,
Mas, esse movimento,
Ou, trabalho das células,
No organismo é perecido
Ou seja,
É finito!
O homem nasce,
 Passa pela infância,
Se torna adulto,
 Envelhece,
E morre!
Completando o ciclo,
 De sua existência de um ser orgânico.

O nascer do sol clareando a terra,
O anoitecer com o aparecimento da lua,
Escurecendo a terra.
Formando um ciclo engrenado,
De claridade e escuridão na terra.
Cujo conceito ditado pelo homem da Ciência,
É chamado dia composto de 12 horas de claridade e de 12 horas de escuridão
Formando, assim o conceito de dia de 24 horas.
E o homem construiu,
Um instrumento chamado de relógio,
Para determinar o período,
Que leva da claridade do sol até ao escurecer
E do escurecer ao clarear novamente com a luz do sol.

O seja,
O período de rotação da terra em torno de si mesma por um eixo imaginário
E quando a terra gira um lado de sua superfície fica defronte para o sol,
E o outro lado de sua superfície fica defronte para a escuridão eterna do espaço.
E o girar da terra em torno de si mesma é determinado pelo homem,
Como sendo dia composto de vinte e quatro horas,
Sendo doze horas de claridade e doze horas de escuridão.
Marcar o período em que a terra gira em torna de si mesma,
Determina o ciclo chamado pelo homem de dia,
Doze horas de claridade e doze horas de escuridão,

O substantivo horas é definido com intervalo de um período ocorrido,
De um ponteiro fixado no relógio,
E que outrora era movimentado
Através de uma lâmina, ou seja, ponteiro que acionava o mecanismo do relógio,
 De um numero até chegara ao número seguinte do relógio.

Mas hoje,
Foi substituindo por baterias,
E na sociedade contemporânea,
Foi substituído por celulares digitais.
Este instrumento quer seja relógio,
Quer seja celular que marcam Horas.
Determinam ao homem o período em que deve trabalhar,
O período em que deve descansar,
O período em que praticar algum esporte,
O período em que se deve fazer algum curso ou faculdade
Em fim o homem é escravo da sua própria criação,
A qual é o relógio.

Sendo assim,
O homem teorizou com sendo tempo:
Esse ciclo de claridade e escuridão,
Do girar da terra sobre se mesma,
E a transformação do espaço ambiental,
E o girar da terra em torno do sol.
Que determinas as estações do ano,
E determina o período definido pelo homem,
Em dias que dá início e término do ano.
E esse tempo é criado pelo homem,
 E marcado por uma invenção criada por ele,
Chamada de relógio.
Quer seja,
 A transformação do corpo biológico dos organismos vivos
Quer, seja ser humano,
Quer, seja animal irracional.
A transformação que o homem faz no planeta,
É percebida por ele,
Porque é feita diretamente por ele!
Mas, estas transformações ou transgressões,
Pode alterar o meio ambiente,
Até que si torna árido,
Mas, o planeta não será destruindo,
Apenas a vida orgânica que nele habita.

Em fim,
O tempo que rege a organização do universo
É terno e imutável.
Concluindo assim,
 Como sendo o tempo do universo eterno
Está além da compreensão do intelecto humano!
A ciência do homem é como O MITO DA CAVERNA DE PLATÃO.;
O homem dentro de uma caverna enxergando apenas sombras,
Que estão fora da caverna e fazendo suposições e teorias,
E acreditando fielmente que elas são verdadeiras.
Mas, na realidade nem um conhecimento teórico do homem é absoluto.

O tempo criado pela inteligência suprema do universo,
A qual é criadora de todo o universo é eterno.
O nascer do sol e o entardecer quando o sol si esconde no horizonte.
E surge a lua na extrema escuridão.
Tudo isso, acontece porque a terra gira em um eixo imaginário,
Em torno de se mesma,

Enquanto que uma parte superfície terrestre que está defronte para o sol,
A outra está defronte para a escuridão eterna do universo.
E a transformação que ocorre no universo é impercebível pelo homem,
O qual está em constante transformação e movimento,
Permanecendo assim, o universo em harmonia e organização eterna.
















1-NEM UM CONHECIMENTO É ABSOLUTO.
O que é a razão?
É o raciocínio em particular,
De um ser pensante!
Com a total convicção,
Que está correto no seu argumento.

Assim,
A razão de um ser,
Não é a de outrem.

Portanto a razão,
É uma forma em particular,
 De representara teoria na praticidade,
A visão que um ser humano a visão,
Enxerga dos objetos que a rodeiam,
E das relações intersociais.
Do homem perante o mundo.
 As leis que regem a forma que o homem,
Deve-se comportar em sociedade.
Estão escritas nos papéis de uma forma bem concisa.
Mas,
Os que na realidade
As colocam em prática.
Na sua forma de pensar
Ou na sua razão,
 E conforme o seu raciocino,
Ou,
Da visão quem as estão analisando,

Portanto nenhum conhecimento é eterno.
Sempre haverá uma verdade,
Que sobrepõem à outra,
Seguindo um movimento histórico elipto por contradição.

Então,

KARL MARX QUE DIZIA PARTA DE SUA REALIDADE E NÃO DA MINHA.

HEGEL QUE DIZIA QUE CADA MOMENTO HISTÓRICO É ELIPTICO POR CONTRADIÇÃO,

KANTE QUE CORROMPEU COMA FILOSOFIA DE ARISTÓTELES DE QUE O INDIVÍDUO JÁ NASCIA COM UM TALENTO OU VIRTUDE DIVINA IMULTÁVEL POIS QUEM ERA NOBRE O ERA POR DESTINO DO COSMO E QUEM ERA VASSALO O ERA TAMBÉM POR DESTINO CELESTE.

KANTE CORROMPEU COM ESTA FILOSOFIA ANTIGA RASGANDO O VÉL QUE COBRIA A HUMANIDADE DE SUA ÉPOCA E EM SUA TESE AFIRMOU QUE CADA SER HUMANO FAZ SEU DESTINO AQUI NO MUNDO MATERIAL DEPENDENDO DE SEU PRÓPRIO ESFORÇO.


O QUE FALTA NA FILOSOFIA, SOCIOLOGIA E HISTÓRIA?

SÃO OS ESTUDIOSOS DESTAS ÁREAS NÃO FIXAREM  OU SE ATEREM EM DETERMINADO TEÓRICO COMO COMO SUA TESE FOSSE ABSOLUTO POIS NEM UM CONHECIMENTO O É.
DEVEM PEGAR O QUE HÁ DE MELHOR EM CADA TEÓRICO QUE POSSA SER APLICADO NA ANÁLISE DA REALIDADE DE HOJE.















2– CAPÍTULO: A VISÃO CRÍTICA DO HOMEM PERANTE O CONTEXO QUE É A SOCIEDADE E A SUA INDIVIDUALIDADE NA INTERELAÇÃO COM OUTREM VISTA DENTRO DESTE CONTEXTO ONDE PAÍRA INSTITUÇÕES ESTATAIS PARA LEGALIZAR E LEGITIMAR O PODER ABSOLUTO ILICITAMENTE  DO TOPO DA PIRÂMIDE SOCIAL NA ORGANIZÃO DA SOCIEDADE ENTRE TANTAS DIFERENÇAS DE INTERESSES PESSOAIS PARA MANTER UMA PSEUDOHARMONIA NA SOCIEDADE PSEUDODEMOCRÁTICA.



































9-O QUE O POETA SENTE
Sentimentos do poeta!
 É o sentir verdadeiramente,
Ou fingir falsamente?.
Pois,
A inspiração do poema
Está tanto no seu sentimento interior verdadeiro,
Como também no seu expressar exterior ilusório.
Na sua percepção sobre a natureza,
Que confunde o pensar do se humano
Com relação ao seu sentimento,
Pois,
A inspiração do poeta pode ser verdadeira,
Com sentimento verdadeiro
Ou,
 Uma inspiração no sentido verdadeiro
Mas,
Com, um pseudossentimento,
Que é exterior a ele.

O poeta na sua figura,
Transfigura a sua imagem,
E a beleza do seu intelecto,
Sobrepõe a sua aparência física.

E a energia em forma de pensamento,
Emitida do seu eu intelectual,
Para o eu intelectual de outrem.
Faz que outrem.
Tem a capacidade,
 De abstrair-se do real de foram diferente






5– SER ETERNAMENTE JOVEM!

O sol adormece!
E a lua desperta!
E meus instintos,
De poeta a florece.

Os raios do luar,
Iluminam o meu escrever.
Trazendo para o meu ser humano.
O meu refletir.

Ouço o vento!
A bailar por entre as árvores.
Como uma sinfonia orquestrada,
Pelo tempo permanente.

Que transfigura a figura pálida,
Do ser no esplendor do saber.
Como seria bom viver nesse bailar!
Para sempre o tempo permanente,
A juventude eterna ser!









4- NOITES DE LUA CHEIA

Sob a lua cheia que no espaço inspira e flutua,
Na escuridão da noite que domina um todo,
Emana os seus eternos enamorados.

E, é nessa noite que os devoradores de palavras aparecem.
Alvoroçados como os seus olhares fixos.
Naquela forma circular que emite o seu brilhar,
Para toda extensão terrestre

E dela subtraem todo o seu esplendor.
E na posse desse esplendor,
Suas imaginações si abstraem,
E retiram de tudo que está no seu exterior.
Àquilo que lhes dão algum sentido,
No íntimo do seu ser interior,
 Os processam,

E lhes dão uma nova forma e esplendor!





1-    DECLARAÇÃO DE AMOR AO PLANETA TERRA!

Eu declaro meu amor ao planeta terra!
E convoco também você,
A vivenciar esse espetáculo juntamente comigo!
Lar que me acolheu,
E que é um laboratório poético.
Bendito fruto do amor de um Ser Supremo.
E través dos meus cincos sentidos colocados em ação:
A visão, A audição, O olfato, O paladar e o tato.
Visualizo os sentidos dos sentimentos da vida ocultos na natureza.
As  esses experiências vivenciadas pelos cincos sentidos inseridos no meu ser.
 São elaboradas de uma forma poética.
Pelo meu sexto sentido.
E descritas em formas de poemas da vida vivida,
 Pela humana interagida com a natureza.

Pequeno oásis paradisíaco cheios:
De  terras de férteis às áridas.
De mares, oceanos.
De pessoas, animais e vegetações.
Pairando no deserto escuro e gelado do cósmico,
Em um eixo de sustentação imaginário.

Planeta que é um ser  vivo.
E que germina o fruto,
E que dá sustentabilidade a vida.

Mas, que também precisa ser alimentado,
Pelos seus parasitas:
Dos homens através a preservação do ecossistema
Os animais através da fertilização do solo por meio de suas vezes,
Das abelhas e insetos através da  transportam os polens de flores para outras áreas,
Contribuindo para que a flora perpetue a sua espécie
As árvores que ajuda a equilibrar o meio ambiente,
Através do ciclo da água:  a chuva cai no solo e evaporação da água do solo.
Mantendo  o continuar da vida sobre o solo do planeta.
Por meio da produção do oxigênio,
E protege e preserva o solo contra a erosão

E a beira-mar sentada na areia de cor de prata.
Inspiro o ar que provém da brisa do vento,
Do alto mar.
Cheiro o perfume das flores que provém dos jardins.
Cheiro o odor do perfume amadeirado,
Que emana do tocar dos pingos de chuva na terra,
E nas árvores vivas e das mortas pelo desmatar,
Pelo ser humano.
Olho o balançar do vento nos galhos das árvores vivas,
E sinto o seu sussurrar por entre as os galhos e folhas.
Seguido pelo cântico dos pássaros!
Sinto o degustar dos frutos  no meu paladar,
Sinto e faço a minha amada sentir,
O toque da mãos no sentido de amar!

Vamos juntos reivindicar em defesa Meio Ambiente,
Desse nosso Lar.
Pois, cuidemos do nosso lar antes que o destruamos!
Aí, não teremos abrigo e nem alimento!
Findando com a extinção de nossa existência.
E sobrando apenas um planeta lar,
Com a sua superfície árida.
E sem nem uma vida  orgânica sobre sua face sem vida.
Num lar que outrora era o jardim Do Éden.
Criado por um Ser Supremo.

Bendito fruto do amor de um Ser Supremo,
Ventre do qual,
 Nasceu a humanidade.
E a humanidade,
 No sentido do seu existir,
Si apossou de sua mãe,
A qual é a terra.
 E a fez de seu lar.

Lar que acolheu os poetas.
E que através dos meus cincos sentidos em ação,
O olfato, a visão, a audição, o paladar e o tato.
Visualizassem os sentidos ocultos da natureza,
E os colocam na práxis através da poesia.
O cheirar das flores,
O cheirar da terra molhada pela chuva,
O olhar no balançar do vento nos galhos das árvores,
O sentir do sussurrar do vento por entre as folhas,
 Seguindo pelo cântico dos pássaros.
Sentir o gosto dos frutos.
Sentir,
 E fazer,
A amada sentir,
 O toque das mãos do sentido do amor

Planeta que é um ser que vivo.
E que germina o fruto,
E que dá sustentabilidade a vida.
Mas, que também precisa ser alimentado,
Pelos seus parasitas:
Os homens,
Os animais,
As árvores,
Os insetos,
Os homens através da preservação do meio ambiente,
Os animais através da fertilização do solo por meio de suas vezes,
As árvores que ajuda a equilibrar o meio ambiente,
 Por meio da produção do oxigênio,
E protege e preserva o solo contra a erosão
E os insetos que transportam o pólen de árvores para outras,
Contribuindo para que a flora não si extinga.