4- NOITES DE LUA CHEIA
Sob a lua cheia que no espaço
inspira e flutua,
Na escuridão da noite que
domina um todo,
Emana os seus eternos
enamorados.
E, é nessa noite que os
devoradores de palavras aparecem.
Alvoroçados como os seus
olhares fixos.
Naquela forma circular que
emite o seu brilhar,
Para toda extensão terrestre
E dela subtraem todo o seu
esplendor.
E na posse desse esplendor,
Suas imaginações si abstraem,
E retiram de tudo que está no
seu exterior.
Àquilo que lhes dão algum
sentido,
No íntimo do seu ser interior,
Os processam,
E lhes dão uma nova forma e esplendor!

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