quarta-feira, 7 de setembro de 2022

 








DEFINIÇÃO DE TEMPO.

O TEMPO NÃO EXISTE

O tempo é indivisível, invisível e imutável.

E está em todo o universo

Mas,

A sua presença só é percebida ao redor do planeta terra.

Pois,

É neste planeta que o homem vive!

E é nele que o percebe!

Como?

Através das mudanças ocorridas no habita do planeta,

E nos seus habitantes do nascer, crescer, envelhecer e morrer,

Nas transformações sociais,

No nascimento,

Na juventude

 e velhice do próprio homem.

E dos outros seres viventes do planeta.

 

Na sua coerência temporal.

Em um universo em que o tempo não existe,

O que marca é o ciclo de vida dos astros celestes,

.

Do tempo não escapa nem o homem,

Nem flora e fauna.

Onde estes estiverem.

Ele também manterá a sua presença.

Mas,

 Flora e a fauna,

Estão sempre em concordância,

Com o objetivo do tempo.

Que é o nascer, crescer e morrer.

 

Mas,

O homem o transgrida,

No sentido de tentar permanecer,

Eternamente jovem.

Pois os homens não compreendem,

Que o tempo é imutável e não retrocede,

E que as rugas temerosas,

Confrontam com a ideia,

Da eterna juventude,

Que o ser humano é pretensioso em ter.

Mas, ele os persegue do nascer, do cresce até o morrer.

 

 

E o ser humano tenta o ludibriar.

Através de cirurgias plásticas,

De aplicações no corpo,

 De produtos feitos e laboratórios.

Mas, não adianta a sua súplica!

Se ajoelhado aos pés do tempo!

Com intuito de permanecer jovem.

Pois, no final ele vence selando o nosso túmulo.

Assim,

Seremos eternos não na juventude,

 E sim na morte!

 

Definir o conceito do que é o tempo,

É olhar para se e para tudo,

Que está ao seu redor e ver,

E ver que tudo está si transformando.

É olhar para se e ver,

Que seu corpo orgânico está si transformação

E, isto quer dizer,

Que o tempo do homem,

 É a transformação do espaço onde se vive,

E de si mesmo como ser orgânico,

E formado de células que si reproduzem e envelhecem e morrem.

 

Então,

 O tempo é transformação do espaço e do Homem como ser biológico.

O tempo biológico do nascer, crescer e morrer.

O trabalho das células no desenvolvimento,

Dos órgãos nos seres orgânicos.

As células que compõem o corpo do Ser humano,

Estão em constante movimento no sentido de desenvolver organismo orgânico.

 

No seu nascer, no seu crescimento,

E na sua locomoção,

Mas, esse movimento,

Ou, trabalho das células,

No organismo é perecido

Ou seja,

É finito!

O homem nasce,

 Passa pela infância,

Se torna adulto,

 Envelhece,

E morre!

Completando o ciclo,

 De sua existência de um ser orgânico.

 

O nascer do sol clareando a terra,

O anoitecer com o aparecimento da lua,

Escurecendo a terra.

Formando um ciclo engrenado,

De claridade e escuridão na terra.

Cujo conceito ditado pelo homem da Ciência,

É chamado dia composto de 12 horas de claridade e de 12 horas de escuridão

Formando, assim o conceito de dia de 24 horas.

E o homem construiu,

Um instrumento chamado de relógio,

Para determinar o período,

Que leva da claridade do sol até ao escurecer

E do escurecer ao clarear novamente com a luz do sol.

 

O seja,

O período de rotação da terra em torno de si mesma por um eixo imaginário

E quando a terra gira um lado de sua superfície fica defronte para o sol,

E o outro lado de sua superfície fica defronte para a escuridão eterna do espaço.

E o girar da terra em torno de si mesma é determinado pelo homem,

Como sendo dia composto de vinte e quatro horas,

Sendo doze horas de claridade e doze horas de escuridão.

Marcar o período em que a terra gira em torna de si mesma,

Determina o ciclo chamado pelo homem de dia,

Doze horas de claridade e doze horas de escuridão,

 

O substantivo horas é definido com intervalo de um período ocorrido,

De um ponteiro fixado no relógio,

E que outrora era movimentado

Através de uma lâmina, ou seja, ponteiro que acionava o mecanismo do relógio,

 De um numero até chegara ao número seguinte do relógio.

 

Mas hoje,

Foi substituindo por baterias,

E na sociedade contemporânea,

Foi substituído por celulares digitais.

Este instrumento quer seja relógio,

Quer seja celular que marcam Horas.

Determinam ao homem o período em que deve trabalhar,

O período em que deve descansar,

O período em que praticar algum esporte,

O período em que se deve fazer algum curso ou faculdade

Em fim o homem é escravo da sua própria criação,

A qual é o relógio.

 

Sendo assim,

O homem teorizou com sendo tempo:

Esse ciclo de claridade e escuridão,

Do girar da terra sobre se mesma,

E a transformação do espaço ambiental,

E o girar da terra em torno do sol.

Que determinas as estações do ano,

E determina o período definido pelo homem,

Em dias que dá início e término do ano.

E esse tempo é criado pelo homem,

 E marcado por uma invenção criada por ele,

Chamada de relógio.

Quer seja,

 A transformação do corpo biológico dos organismos vivos

Quer, seja ser humano,

Quer, seja animal irracional.

A transformação que o homem faz no planeta,

É percebida por ele,

Porque é feita diretamente por ele!

Mas, estas transformações ou transgressões,

Pode alterar o meio ambiente,

Até que si torna árido,

Mas, o planeta não será destruindo,

Apenas a vida orgânica que nele habita.

 

Enfim,

O tempo que rege a organização do universo

É terno e imutável.

Concluindo assim,

 Como sendo o tempo do universo eterno

Está além da compreensão do intelecto humano!

A ciência do homem é como O MITO DA CAVERNA DE PLATÃO.;

O homem dentro de uma caverna enxergando apenas sombras,

Que estão fora da caverna e fazendo suposições e teorias,

E acreditando fielmente que elas são verdadeiras.

Mas, na realidade nem um conhecimento teórico do homem é absoluto.

 

O tempo criado pela inteligência suprema do universo,

A qual é criadora de todo o universo é eterno.

O nascer do sol e o entardecer quando o sol si esconde no horizonte.

E surge a lua na extrema escuridão.

Tudo isso, acontece porque a terra gira em um eixo imaginário,

Em torno de si mesma,

Enquanto que uma parte superfície terrestre que está defronte para o sol,

A outra está defronte para a escuridão eterna do universo.

E a transformação que ocorre no universo é impercebível pelo homem,

O qual está em constante transformação e movimento,

Permanecendo assim, o universo em harmonia e organização eterna


 







-NEM UM CONHECIMENTO É ABSOLUTO.

O que é a razão?

É o raciocínio em particular,

De um ser pensante!

Com a total convicção,

Que está correto no seu argumento.

 

Assim,

A razão de um ser,

Não é a de outrem.

 

Portanto a razão,

É uma forma em particular,

 De representara teoria na praticidade,

A visão que um ser humano a visão,

Enxerga dos objetos que a rodeiam,

E das relações intersociais.

Do homem perante o mundo.

 As leis que regem a forma que o homem,

Deve-se comportar em sociedade.

Estão escritas nos papéis de uma forma bem concisa.

Mas,

Os que na realidade

As colocam em prática.

Na sua forma de pensar

Ou na sua razão,

 E conforme o seu raciocino,

Ou,

Da visão quem as estão analisando,

 

Portanto nenhum conhecimento é eterno.

Sempre haverá uma verdade,

Que sobrepõem à outra,

Seguindo um movimento,

Em uma forma elíptica e infinita

 

O QUE O POETA SENTE

Sentimentos do poeta!

 É o sentir verdadeiramente,

Ou fingir falsamente?

Pois,

A inspiração do poema

Está tanto no seu sentimento interior verdadeiro,

Como também no seu expressar exterior ilusório.

Na sua percepção sobre a natureza,

Que confunde o pensar do ser humano

Com relação ao seu sentimento,

Pois,

A inspiração do poeta pode ser verdadeira,

Com sentimento verdadeiro

Ou,

 Uma inspiração no sentido verdadeiro

Mas,

Com um pseudo sentimento,

Que é exterior a ele.

 

O poeta na sua figura,

Transfigura a sua imagem,

E a beleza do seu intelecto,

Sobrepõe a sua aparência física.

 

E a energia em forma de pensamento,

Emitida do seu eu intelectual,

Para o eu intelectual de outrem.

Faz que outrem.

Tem a capacidade,

 De abstrair-se do real de foram diferentes

 

 

 

 







NATUREZA

Nascem das escuras pedras,

Uma fita de água cristalina,

Que pouco a pouco,

 Ganha o leito,

E corre por leito

Feito pela natureza

Por entre as pedras,

Do fundo desse leito,

Coberto pelo líquido,

Que dá vida ao ser humano.

Os peixes oriundos,

 Da vontade divina

Nascem e crescem no fundo do rio

 

E por incrível,

Que apareça ser,

No fundo do leito coberto por água doce.

Nascem e crescem plantas.

Que alimentam os peixes,

Os quais alimentam os ribeirinhos.

Que moram as margens do rio.

Dando continuidade o ciclo da vida.

Tanto as plantas que alimentam os peixes

Como os peixes que alimentam os ribeirinhos.

 

E nos galhos de uma goiabeira,

No quintal de uma casa,

Um beija flor,

Com líquido doce retirado do abrir de seu fico

Que coleta das flores.

Que transforma em algodão dentro do seu ser,

E regurgita para o exterior,

Através de sua língua,

 Na forma de algodão.

Faz seu ninho.

Para acolher seus ovos,

Que com o calor do seu deitar,

Nascerão seus filhotes

Coisa rara de observara na natureza.

 

 



- CHUVA 

No piscar de um relâmpago!

E no estrondar de um trovão!

O líquido da vida,

Liberta-se da prisão.

E chora!

Seu choro planta!

Na terra da imaginação

E germina no solo a vegetação.

 

Eu ouço a sinfonia o vento nas árvores!

E as árvores sussurrando entre si!

Gozam o melodioso som que resvala nos seus tronos.

 

E os pássaros!

Todos saltitando de galho em galhos

E pairando no ar.

 

E o galhofar da na enxurrada da água pelos leitos feitos pela natureza.

Ganha granes dimensões de volume e água que transborda as margens dos rios!

Invadem as plantações e sufocando-as de vida

 

 

 

 




SER ETERNAMENTE JOVEM

O sol adormece!

E a lua desperta!

E meus instintos,

De poeta floresceu.

 

Os raios do luar,

Iluminam o meu escrever.

Trazendo para o ser humano.

O meu refletir.

 

Ouço o vento!

A bailar por entre as árvores.

Como uma sinfonia orquestrada,

Pelo tempo permanente.

 

Que transfigura a figura pálida,

Do ser no esplendor do saber.

Como seria bom viver nesse bailar!

Para sempre o tempo permanente,

A juventude seria eterna.