domingo, 8 de setembro de 2019





O REVERSO DO AMOR.

Para antes poetizar-se,
O tema a cima,
Vou abaixo,
Introduzir outro poema
Que si encaixa,
Com introdução,
Do relacionamento,
Entre homem,
E mulher
O meu eu Adão,
E o meu eu não Adão.

Meu eu Adão,
Desejoso de ser,
O primeiro a possuir,
O corpo da primeira mulher.
Que existiu,
Na face da terra.


Mulher,
Que nunca foi possuída.
Por, nem um,
Outro homem,
Há não ser,
Pôr o meu eu Adão,
Tão inocente.
Mulher,
Sem experiência de possuir,
Um corpo,
Do sexo oposto.
Na arte de fingir,
 De sentir prazer,
No ato do amor.

O meu eu Adão,
Poderia confiar,
No seu sentimento,
No ato do amor.
E na fidelidade.
Pois, ela,
Só traiu,
O meu eu Adão.
Com o meu eu não Adão!

Havendo assim,

Uma traição inocente e recíproca,
Dela,
Com meus dois eu:
O eu Adão, inocente.
E,
 O não Adão, não inocente.

E,

De mim,

Com os seus dois eu:
Da Eva, inocente
E,
Da não Eva, não inocente.
O eu da Eva inocente,
Que comeu,
A fruta proibida e saborosa,
Que deu prazer a ela,

E,

O não eu da Eva,
Que é a mulher,
Que sente desejo,
De ser possuída,
E,
De sentir prazer.
E,
De possuir meu corpo,
 Do meu eu não Adão,
E,
Sentir o seu cheiro,
E o seu sabor.
Como,
Se meu corpo,
Fosse à fruta,
A qual,
Era proibida,
E,
Que ela a comeu,
 E,
Sentiu prazer.
O relacionamento,
 Entre os meus eu Adões,
Como os dois eu da Eva:
O seu eu inocente,
E,
O seu eu desejoso,
De prazer corporal,
É,
Um relacionamento,
Com fidelidade e infidelidade
Pois,
Só existem os meus dois eu,
E,
Os dois eu da Eva.
Na medida,
Que nos penetramos,
Um dentro do outro.
Na exploração do prazer corporal,
Para que,
Cada um descubra o ponto máximo,
De prazer do outro.
Para atingir o cume do prazer,
Na sua totalidade e plenitude.

Enfim,

Apenas um sonho.
De encontrar uma Eva.
Neste mundo,
Que não é mais o Éden,

Mas sim,

Um mundo.
Que o fingir se iguala ao sentir prazer,
Para que o parceiro se sinta correspondido.
                    
E a seguir,
O poema:
Que define está introdução.
Transfere do mito do Éden,
Da inocência de Eva e do Adão
Para a realidade da Eva mulher,
E do Adão homem,
Da arte de fingir,
E de sentir prazer no ato do amor,
E nas uniões conjugais,
Por interesses financeiros
Para agradar o parceiro
E fazê-lo sentir feliz.
              
O REVERSO DO AMOR.

Sentir,
E fazer,
O amado sentir.
O toque de mãos.
Do tudo que si pode fazer.
Fingir que o carrinho,
Que se recebe é verdadeiro,
E que ele é recíproco.
Fingir que esse amor comparado.
Preenche o ser emocional.
E que alimenta a ausência de algo,
Que a vida lhes privou de sua existência.
A amada comprada!
Ser amado por um instante
Amor comprado,
É um fingir que está sendo amado.
E que este pseudo-amor preenche ânsia sentimental,
E é o antídoto da falta da ausência de algo,
Que dá vida ao nosso existir.
E este instante ilusório,
O qual prevalece e ultrapassa o crivo da razão.
Mas,
Num piscar de olhos,
O navegador entre o liame da realidade e a ilusão é interrompido.
 Na realidade do dia seguinte,
Onde fica só a saudade,
Que é o alimento,
 Que alimenta o sofrimento da ausência.
De um amor comprado na noite anterior.

E essa ausência.
Que permanece inserida no rasto.
Do sentimento,
 Sentido pelo ser na noite de autora.
Sentimentos que são aos poucos,
Preenchidos por outra noite de amor alugado.
Mas,
Um amor comprado!
É melhor do que não se sentir,
O Ser amado!
Assim,
 Dando continuidade há um círculo vicioso.
Então,
Vamos fingir que nos amamos,
E vamos conversar sobre nossa fidelidade!
E,
Aí de ti,
Minha senhora
Se me deixares!
Não serei mais seu amado
Aí de ti, meu senhor!
Se me deixares!
Não serei mais sua amada!
Mas se dessa nossa prosa,
Não restar nenhuma dúvida,
Quando a certeza do nosso amor!
Então, nos amemos E nos amassemos,
E fingimos no faz de conta!




















O SER CONSCIENTE E POLITIZADO

No apogeu da desigualdade, onde a perversidade é ocupação.
A noção do não resistir ao tormento da sobrevivência,
Perpetua no âmago do homem, o desespero.

No seio materno da diferencia social.
Descalço na vida, o figurante.
O estômago contorcendo a procura do antídoto da fome.

O odor da transpiração do trabalho alimenta o cheiro morto do egoísmo.
Germina do sangue o gueto da ganância

É difícil imaginar-se no existir.
No silêncio deturpado pela ânsia de ser.
O imaginário, porém, possível de existir.

A existência do verbo corromper.
A desculpa da manipulação de um todo corrupto,
Corrompendo o estúpido.
Emana da problemática situação.
O conscientizar refletido do ser.
O superar reveste os obstáculos.
Por consequência a maioria idealiza os fins comuns.
É vedado ao manipulador.

Exercer sua capacidade de abstração.





O SER CONSCIENTE POLITICAMENTE, MAS, ESTAGNADO.

Nasceu,
E vive para sobrepor,
Dizer não ao que não lhe convém,
Mas,
Por acaso tropeçou no acaso,
E todo enrolado debruçou no emaranhando.
Com medo do provir das consequências,
De o seu lutar e questionar das injustiças sociais.

Pois a sim,
Ficam escondidos numa cortina,
Em forma de máscara,
Para esconder a sua identidade.
A sociedade moderna pode tornar-se,
A vida de muitas pessoas alienadas.
Descomprometidos com os compromissos,
Firmados com os seres sociais.
De irem à busca dos seus direitos,
Através de organização em grupos,
De pessoas com o mesmo fim em comum.
Si escondem no lutar e no questionar,
No anonimato por meio de imagens,
Artísticas, mas desagradáveis por gestos obscenos.

Mas a esperança é o alimento.
Que alimenta a força,
Para aguentar o sofrimento
Os seres em sofrimento.
Para deixar de sofrer







































DEFINIÇÃO DE TEMPO.



O tempo é indivisível, invisível e imutável.
E está em todo o universo
Mas,
A sua presença só é percebida ao redor do planeta terra.
Pois,
É neste planeta que o homem vive!
E é nele que o percebe!
Como?
Através das mudanças ocorridas no habita do planeta,
E nos seus habitantes do nascer, crescer, envelhecer e morrer,
Nas transformações sociais,
No nascimento,
Na juventude
E velhice do próprio homem.
E dos outros seres viventes do planeta.

Na sua coerência temporal.
Em um universo em que o tempo não existe,
O que marca é o ciclo de vida dos astros celestes,
.
Do tempo não escapa nem o homem,
Nem flora e fauna.
Onde estes estiverem.
Ele também manterá a sua presença.
Mas,
Flora e a fauna,
Estão sempre em concordância,
Com o objetivo do tempo.
Que é o nascer, crescer e morrer.

Mas,
O homem o transgrida,
No sentido de tentar permanecer,
Eternamente jovem.
Pois os homens não compreendem,
Que o tempo é imutável e não retrocede,
E que as rugas temerosas,
Confrontam com a ideia,
Da eterna juventude,
Que o ser humano é pretensioso em ter.
Mas, ele os persegue do nascer, do cresce até o morrer.


E o ser humano tenta o ludibriar.
Através de cirurgias plásticas,
De aplicações no corpo,
De produtos feitos e laboratórios.
Mas, não adianta a sua súplica!
Se ajoelhado aos pés do tempo!
Com intuito de permanecer jovem.
Pois, no final ele vence selando o nosso túmulo.
Assim,
Seremos eternos não na juventude,
E sim na morte!

Definir o conceito do que é o tempo,
É olhar para se e para tudo,
Que está ao seu redor e ver,
E ver que tudo está si transformando.
É olhar para se e ver,
Que seu corpo orgânico está si transformação
E, isto quer dizer,
Que o tempo do homem,
É a transformação do espaço onde se vive,
E de si mesmo como ser orgânico,
E formado de células que si reproduzem e envelhecem e morrem.

Então,
O tempo é transformação do espaço e do Homem como ser biológico.
O tempo biológico do nascer, crescer e morrer.
O trabalho das células no desenvolvimento,
Dos órgãos nos seres orgânicos.
As células que compõem o corpo do Ser humano,
Estão em constante movimento no sentido de desenvolver organismo orgânico.

No seu nascer, no seu crescimento,
E na sua locomoção,
Mas, esse movimento,
Ou, trabalho das células,
No organismo é perecido
Ou seja,
É finito!
O homem nasce,
 Passa pela infância,
Se torna adulto,
Envelhece,
E morre!
Completando o ciclo,
De sua existência de um ser orgânico.

O nascer do sol clareando a terra,
O anoitecer com o aparecimento da lua,
Escurecendo a terra.
Formando um ciclo engrenado,
De claridade e escuridão na terra.
Cujo conceito ditado pelo homem da Ciência,
É chamado dia composto de 12 horas de claridade e de 12 horas de escuridão
Formando, assim o conceito de dia de 24 horas.
E o homem construiu,
Um instrumento chamado de relógio,
Para determinar o período,
Que leva da claridade do sol até ao escurecer
E do escurecer ao clarear novamente com a luz do sol.

O seja,
O período de rotação da terra em torno de si mesma por um eixo imaginário
E quando a terra gira um lado de sua superfície fica defronte para o sol,
E o outro lado de sua superfície fica defronte para a escuridão eterna do espaço.
E o girar da terra em torno de si mesma é determinado pelo homem,
Como sendo dia composto de vinte e quatro horas,
Sendo doze horas de claridade e doze horas de escuridão.
Marcar o período em que a terra gira em torna de si mesma,
Determina o ciclo chamado pelo homem de dia,
Doze horas de claridade e doze horas de escuridão,

O substantivo horas é definido com intervalo de um período ocorrido,
De um ponteiro fixado no relógio,
E que outrora era movimentado
Através de uma lâmina, ou seja, ponteiro que acionava o mecanismo do relógio,
De um numero até chegara ao número seguinte do relógio.

Mas hoje,
Foi substituindo por baterias,
E na sociedade contemporânea,
Foi substituído por celulares digitais.
Este instrumento quer seja relógio,
Quer seja celular que marcam Horas.
Determinam ao homem o período em que deve trabalhar,
O período em que deve descansar,
O período em que praticar algum esporte,
O período em que se deve fazer algum curso ou faculdade
Em fim o homem é escravo da sua própria criação,
A qual é o relógio.

Sendo assim,
O homem teorizou com sendo tempo:
Esse ciclo de claridade e escuridão,
Do girar da terra sobre se mesma,
E a transformação do espaço ambiental,
E o girar da terra em torno do sol.
Que determinas as estações do ano,
E determina o período definido pelo homem,
Em dias que dá início e término do ano.
E esse tempo é criado pelo homem,
E marcado por uma invenção criada por ele,
Chamada de relógio.
Quer seja,
A transformação do corpo biológico dos organismos vivos
Quer, seja ser humano,
Quer, seja animal irracional.
A transformação que o homem faz no planeta,
É percebida por ele,
Porque é feita diretamente por ele!
Mas, estas transformações ou transgressões,
Pode alterar o meio ambiente,
Até que si torna árido,
Mas, o planeta não será destruindo,
Apenas a vida orgânica que nele habita.

Enfim,
O tempo que rege a organização do universo
É terno e imutável.
Concluindo assim,
Como sendo o tempo do universo eterno
Está além da compreensão do intelecto humano!
A ciência do homem é como O MITO DA CAVERNA DE PLATÃO.;
O homem dentro de uma caverna enxergando apenas sombras,
Que estão fora da caverna e fazendo suposições e teorias,
E acreditando fielmente que elas são verdadeiras.
Mas, na realidade nem um conhecimento teórico do homem é absoluto.

O tempo criado pela inteligência suprema do universo,
A qual é criadora de todo o universo é eterno.
O nascer do sol e o entardecer quando o sol si esconde no horizonte.
E surge a lua na extrema escuridão.
Tudo isso, acontece porque a terra gira em um eixo imaginário,
Em torno de si mesma,
Enquanto que uma parte superfície terrestre que está defronte para o sol,
A outra está defronte para a escuridão eterna do universo.
E a transformação que ocorre no universo é impercebível pelo homem,
O qual está em constante transformação e movimento,
Permanecendo assim, o universo em harmonia e organização eterna.













.



ACOBIÇA SOBREPOE AO SOFRIMENTO FÍSICO DO HOMEM.

A ganância em adquirir dinheiro e bens materiais,
De levarem algumas pessoas,
A caminhar se sacrificando fisicamente,
 Rumo ao adquirir o cobiçado dinheiro.
Ao ponto de ficarem cometidas de alguma enfermidade.

O que falta para essas pessoas,
É a compreensão que a finalidade de nosso existir,
É ter um objetivo na vida.
Mas,
Não apenas para enriquecer,
E viver ociosamente.
Mas,
Para contribuir para o desenvolvimento,
De uma sociedade melhor e mais justa.
Com relação ao seu semelhante.
Mas,
O adquirir dinheiro às vezes castiga fisicamente o corpo,
Até ele não suportar e ficar fisicamente enfermo.
Como outrora os escravos negros,
Trabalhavam para seus senhores,
Até não suportarem mais o sofrimento físico e morrem.

E hoje,
O dinheiro se torna o alimento
Que substitui o remédio para enfermidades.
Alimento

Alimenta o sofrimento físico,
Anestesiando a dor,
 Do sofrimento da dor do corpo físico.
Ausentando momentaneamente o ser da dor.
Concentrando no ganhar dinheiro para sanar suas dívidas.

Isso,
Torna-se um círculo vicioso,
Até a máquina humana enferrujar,
E pedir arrego.
Aí,
Pedem auxílio doença,
Para que dor do corpo físico não se aflora
E se torna permanente.
Mas,
 Às vezes esse auxílio é negado,
Alegando que o ser estar apto,
A exercer o ofício o qual este predestinado a exercer.
Mas,
Futuramente esse corpo físico,
Vai servir de adubo debaixo da terra.

Para que na sua superfície aflora lindas rosas.