quarta-feira, 28 de outubro de 2015

A BELEZA DA MULHER JAPONESA É ETERNA COMO A BELEZA DA FLOR DE CEREJA (SAKURA).



A BELEZA DA MULHER JAPONESA É ETERNA COMO A BELEZA DA FLOR DE CEREJA (SAKURA).

O florescer das flores de cerejeiras,
 Anunciam o fim do inverno
 E perduram menos de uma semana.
Primeiro do galho seco brotam botões rosa bem escuro
 Que anunciam o inverno
Que já se despede
 E primavera vem recompensando o sofrimento do esperar das flores.
 Para ver as duas belezas eternas do Japão: mulher japonesa e a flor de cereja
 Que estão unidas entre si em só uma mulher flor.
Nos parques nós homens ficamos estonteados,
 Porque confundimos o emanar do perfume das flores de cerejas com os perfumes das mulheres japonesas
 Que passeiam pelos parques,
 Pois elas e as flores são duas numa só pessoa,
 Uma mulher flor descendente da Princesa KONOHAMA SAKUYA HIME.
A mulher japonesa é a própria SAKURA,
 Que desabrocha no final do inverno anunciando o início da primavera.
Nos parques no Japão,
 O perfume que si exala das flores de cerejas si confundem com o perfume das mulheres japonesas,
Pois as flores e as mulheres são uma só pessoa pelas raízes do DNA da sua ancestral A Princesa KONOHANA SAKUYA HIME a linda Princesa,
 Que caiu do céu na proximidade do Monte FUJI,
 E se transformo em uma bela flor cereja e produziu sementes,
 E que caíram no solo japonês,
 E nasceram lindas árvores de cerejeiras,
 E que florescem na primavera no mês de Maio.
Mês em todas as mulheres japonesas nascem,
 Pois o nascimento da mulher japonesa é o próprio nascimento ou florescer das flores das cerejeiras,
 Pois elas são uma mulher e uma flor ao mesmo tempo.
Meu sonho como brasileiro é ir ao Japão,
 E ver esta maravilha,
 Que nunca se viu igual.
E ver desabrochar das flores de cerejeiras,
 E que talvez eu me case com uma mulher flor,
 E vivo eternamente no país que adotei para amar que é o Japão.

UM DESEJO



UM DESEJO

´´ O homem cansado,
Sentado à mesa,
Sozinho em seu mundo,
Faz distraidamente um barquinho de papel.

E o barquinho via crescendo, crescendo,
Até transformar-se num soberbo navio,
O homem embarca apressado,
E o navio parte vagarosamente,
Deixando o tédio sobre a mesa.

E o homem tem agora,
Uma expressão aventureira,
Suas mãos transformam-se em mares,
Para a viagem impossível,
Do barquinho de papel.

Em nossa infância de sonhos,
Com a magia do amor,
É fada que mostra a vida,
Sem os espinhos da dor.``

E quando, na mocidade,
Trilhamos grandes desertos,
São estrelas de luz amiga,
Guiando os passos incertos.

E no fim, desiludidos,
Sem esperança e ninguém,
É saudade que nos lembra:
Fomos felizes também!``

O Homem Cansado,



´´ O homem cansado,
Sentado à mesa,
Sozinho em seu mundo,
Faz distraidamente um barquinho de papel.

E o barquinho via crescendo, crescendo,
Até transformar-se num soberbo navio,
O homem embarca apressado,
E o navio parte vagarosamente,
Deixando o tédio sobre a mesa.

E o homem tem agora,
Uma expressão aventureira,
Suas mãos transformam-se em mares,
Para a viagem impossível,
Do barquinho de papel.

Em nossa infância de sonhos,
Com a magia do amor,
É fada que mostra a vida,
Sem os espinhos da dor.``

QUANDO AS PESSOAS CANTAVAM.



QUANDO AS PESSOAS CANTAVAM.

´´No tempo em que eu era menino,
As pessoas gostavam de cantar,
Não eram todas as  pessoas,
Porém muitas pessoas,
Cantavam.
Principalmente as mulheres,
Acalentando a criança,
Varrendo a casa,
Lavando roupa,
Cozinhando,
Socando o pilão.

Os homens também cantavam,
O sapateiro tenor,
O barítono ferrador.
E no começo da noite,
O pregão melancólico, choroso,
Do pipoqueiro,
Que com seu  carrinho do fogo,
Incendiava a escuridão da rua.

Na  minha triste cidade,
O  povo não canta mais,
Porque a desesperança e muda,
E não há mais mistério de ilusão,
Na angustia antevista do futuro.``

OS DOIS EUS.



OS DOIS EUS.
´´Eu-criança,
Queria que o milagre de Natal,
Se realizasse em brinquedos,
Brinquedos que me dessem,
O mundo mágico,
O mundo livre,
O mundo feliz dos adultos.
E eu percorria estradas,
Cortava os ares,
Cruzava os oceanos,
O que eu não fazia,
Sob o sorriso indulgente,
De meus pais!

Eu-adulto,
Quisera que o milagre de Natal,
Fizesse-me voltar àquele tempo,
Eu então realizaria o desejo,
De contemplar outra vez,
Mas com a avareza,
A consciência de adulto,
O milagre do amor se revelando,
No sorriso indulgente de meus pais. ``