terça-feira, 31 de outubro de 2017
quarta-feira, 25 de outubro de 2017
quarta-feira, 27 de setembro de 2017
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Com a experiência que
tive na prática em 2016 à 2017,
como membro do comitê local da Contra Da Previdência Social e a
posteriormente com membro do Comitê Regional Da Contrarreforma Da
Previdência Social.
Com a unificação em prol de
uma luta em comum, O SINTET-UFU, A ADUFU SE uniram através do Comitê Local Contrarreforma
Da Previdência Social e posteriormente fundamos o Comitê Regional Da Contrarreforma
com demais Sindicatos e Centrais Sindicais da Região para lutar contra A
Reforma Da Previdência Social E demais PECs. Com ideias diversas chegando há
um senso comum de lutar não pelos de uma categoria sindical e sim em favor
de dos direitos de todos os trabalhadores do Brasil.
É certo que o
relacionamento de cada categoria sindical envolve um posicionamento político
e interesses diversos e isso é comum no cenário político, nas centrais sindicais,
nos sindicatos e me qualquer aglomerado de pessoas pois, é na diversidade
que a Democracia emerge na sociedade. E na atual conjuntura política
Brasileira onde da classe média até a classe social na base da pirâmide
social estão colocadas no mesmo bojo, ou seja, são imprensadas pelo mesmo
rolo compressor.
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O QUE ESPERO DA NOVA GESTÃO.
DO SINTET-UFU PARA 2018 a 2019.
Há
meu ver a nova gestão tem que ter a mente abertas a discursão com toda a base
sindical e também manter um
bom relacionamento com ADUFU pois, entre docentes (a/o) e técnicos (a/o)
não há empregados e patrões e sim servidores públicos a serviço da sociedade. E
só no diálogo amplamente arguido entre todos os servidores das Universidade Públicas
é que vamos construir ferramentas para lutar pelo direito de Universidades Públicas
de qualidades e com a produção de conhecimento estendida até a sociedade e ao
mesmo tempo o reconhecimento dos direitos dos servidores públicos como agentes
transformadores e que merecem uma remuneração digna por ser um agente que sela pelo patrimônio público e
ao mesmo tempo produz conhecimento o qual é inserido na sociedade por meio agentes oriundos da formação acadêmica.
E
desmistificação que o Hospital De Clínicas é apenas um laboratório em que os
estudantes de medicina e residentes que vão colocar na prática o que aprenderam
na teoria dos cursos das diversas especialidades em medicina. E de os médicos
na área administrativa e na área da docência não são patrões e os demais servidores
(a/o) da área hospitalar são empregados e submisso a eles e devem obediência, assim
estão no mesmo barco à deriva em alto mar.
Se
faz necessário que médicos que trabalham na área privada e com consultórios próprios
saibam diferenciar o setor privado onde são patrões e o setor público onde são
servidores e não patrões. Vamos desmistificar que a veste branca usadas pelos
profissionais da área de saúde é um símbolo de superioridade e os elevam em um
degrau a mais do os demais servidores.
E
na área de EXATA devemos desmistificar a ideia de que só a matemática e cálculos
se usa na prática do cotidiano e ceifar do meio acadêmico a ideia do movimento retilíneo
uniforme com um cavalo se olha só para a frente sem
observar para os lados sem fazer questionamento da vida social ligada ao cenário
político e a vida política do nosso cotidiano que é lutar pelos nossos direitos
garantidos na falecida Constituição Federal.
E
na área de Humanas se faz necessários os profissionais ligados a educação
universitária se atentam em não endeusar nem um Filósofo, Sociólogo e
Historiador, devem sim apreender o conteúdo de cada teórico e repassar o conteúdo
de maneira didática e não em um movimento retilíneo uniforme como se aquele
conhecimento fosse absoluto. E entender que cada teoria é uma Ideologia, ou seja, uma
tese que é questionada por uma antítese por um teórico aposte ore e se tal síntese de
tal teórico for acreditada e aceita no meio científico se transforma em tese e
esta tese posteriormente vai ser questionada por novo teórico formulando um
novo questionamento ( antítese) se for aceita e acreditada no meio científico
se torna uma nova tese assim se tornando um círculo vicioso como o ciclos climáticos
por exemplo o da água( líquido, gasoso e solido – sólido, gasoso e líquido. Em fim
um círculo interminável com a evolução da sociedade.
Assim
espero que a gestão de 2018 à 2019 prepare o caminho, ou seja, uma base sólida
com ideais e argumentos convincentes para que as gestões posteriores tenham um
solo fértil com ideias e princípios sólidos e com ética para defenderem os
interesses da base sindical em conjunto com todo o corpo de servidores que compõem
a Universidade pois, para os próximos vintes anos temos que ter uma coesão de
todos os segmentos que nas
universidades compõem a frente de trabalho que alavanca a transmissão do conhecimento aos discentes em ao mesmo
tempo o produto desse conhecimento através de pesquisa e extensão seja
revertido para a sociedade para que ela possa
arguir de forma coerente as ideias que tais ideias possa levar a Nação
Brasileira a construir uma sociedade mais politizada, igualitária e procurando
ceifar do interior de cada indivíduo as
ideias enraizadas do capitalismo de acumular posses em prol da miséria
alheia.
Pois
as ideias socialistas só vingaram na sociedade capitalista através da educação,
com inclusão da moralidade e da ética, que vai transformar nosso eu interior
capitalista num outro ser não só com ideias e pensamentos de compartilhar tudo
que é produzido socialmente visando o bem comum de todos. Assim mundo o nosso
eu interior capitalista podemos transformar o nosso eu exterior capitalista que
está expresso na acumulação de riquezas em detrimento da miséria da maioria.
Concluo
dizendo que só a educação com a inclusão da moralidade e ética poderá ceifar as
raízes do capitalismo enraizados nos nossos eu interior de competir por cargos:
de que nos dê uma remuneração que eu possa viver mais tranquilo no consumo capitalista
e extirpar da educação a ideia de competividade que é a base do capitalismo e
inserir a ideia de que o conhecimento adquirido não é para competir com outrem
e sim para ser compartilhando para 0que a sociedade evolui coletivamente.
A
transição do Sistema Capitalista para um Socialismo Alternativo não se faz com
revolução com armas pois destruindo o que foi construindo para evoluímos para
uma sociedade socialista igualitária sim não estamos construindo uma sociedade
em cima de ideais humanísticos e sim de ideais golpistas sendo assim não seríamos
melhores do que os capitalistas, violência gera violência.
Eu
quero uma sociedade socialista que não compartilhe miséria e sim que
compartilhe as riquezas usando como instrumentos para isso os meios de produção
edificados pelo falido Sistema Capitalista por isso se faz necessário uma
educação com inclusão da moralidade e ética que levará ao levante popular pacificamente
e não com armas.
O
ÁGUIA
sábado, 23 de setembro de 2017
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