BRASIL NA COP26 NO EGITO CONTINENTE AFRICANO
A CIDADE DE THE LINE QUE ESTÁ SENDO CONSTRUIDA NO ORIENTE E MÉDIO Dubai (em árabe: دبيّ, Dubayy) é a maior cidade e emirado de mesmo nome dos Emirados Árabes Unidos (uma federação de monarquias absolutas hereditárias e a cidade de The Line. CIDADES ESTÃO SENDO CONSTRUIDA NO MEIO DO DESERTO COMO O PRÓPRIO DINHEIRO COM A VENDA DO PETRÓLEO RETIRADO DO DESERTO E QUE EMITE O GÁS CARBONO CO2 NA BIOSFERA E QUE ESTÁ DESTRUÍNDO OS ECOSSISTEMAS, BIOMAS E A BIOSFERA E A POSSÍVEL EXTINSÃO DOS SERES ORGÂNICOS NA SUPERFÍCIE DO PLANETA TERRA.
NA COP 26 NO EGITO SERÁ DISCUTIDO AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS GLOBAIS.
AS ATENÇÕES DO MUNDO ESTÃO VOLTADAS PARA O BRASIL COM FOCO NO AMAZONAS, MAS E OS ESTADOS UNIDADOS DA AMÉRICA, A CHINA, ÍNDIA, OS PAÍSES COM ARMAMENTO BÉLICO NUCLEAR E OS PRODUTORES DE PETRÓLEO DO ORIENTE MÉDIO QUE VENDEM O PETRÓLEO PARA O MUNDO CONSUMIR E EMITIR CO2 NA BIOSFERA E AO MESMO TEMPO CONSTROEM FORTALEZAS NO MEIO DO DESERTO PARA SOBREVBIVEREM APOS O APOCALIPSO MUNDIAL COM A FALTA DE OXIGÊNICO, DE ÁRVORES, DE ÁGUA, DE ALIMENTO?
E NÃO ADIANTA CONSTRUIR FORTALEZAS NO DESERTO PORQUE QUANDO A RAÇA HUMANA ESTIVER EM EXITINÇÃO ESSAS FORTALEZAS SERÃO INVADIAS PELOS PAÍSES DE PODERIO BÉLICO MAIOR E ESSAS FORTALEZAS SERÃO TOMADAS A FORÇA.
NA COP 26 NO EGITO CONTINENTE NORTE AFRICANO TEM QUE COLOCAR EM FALTA NÃO SÓ AS QUESTÕES DO AMAZONAS COMO TAMBÉM A DIMINUIÇÃO DA PROLDUÇÃO DE PETRÓLEO NO ORIENTE MÉDIO E EM TODO O PLANETA.
A AJUDA A QUESTÕES DA SUSTENTABILIDADE DO MEIO AMBIENTE PASSA PELA AJUDA FINANCEIRA AOS PAÍSES PERIFÉRICOS DA AMÉRICA LATINA , DA AMÉRICA CENTRAL, DA ÁFRICA, DA ÁSIA POIS OS PAÍSES DESENVOLVIDOS DEVEM SUAS RIQUEZAS A DESTRUIÇÃO DAS CONDIÇÕES CLIMÁTICAS DO MUNDO E QUEREM QUE OS PAÍSES EM DESENVOLVIMENTO DEIXEM DE DESENVOLVER PARA QUE O PLANETA SI TORNA SUSTENTÁVEL PARA A VIDA HUMANA, MAS NÃO ESTÃO SE PREOCUPANDO COM A POBREZAS DOS PAÍSES COM RESERVAS DE FLORESTAS ATIVAS QUE SUSTENTAM O CLIMA DO MUNDO.
MUNDANÇA CLIMÁTICA: ANTROPOCENO OU CAPITOLOCENO
ANTOPOCENO:
UMA INOVAÇÃO.
Do primeiro
semestre de 2012 no 34º. Congresso Geológico Internacional realizado em
Brisbane um corpo acadêmico discursasse um tema tanto que coincide em parte com
a teoria de Nietzs, a mente e martelo, caiu como uma luva no estudos da Estratigrafia era do
Quaternário ou era Geológica que a terra sofreu. A conferência foi presidida pelo
Dr. Jan Zalasiewicz, da Universidade de Leicester e na conferencia foi definido
que estamos vivendo uma nova Era geológica a qual denominada de Antropoceno.
Nesta nova
Era Geológica a força mais importante e ativa na terra que molda e modifica a
natureza como agente geológico transformando do clima da terra é a humanidade e
que age molda a terra em bloco e como um único conjunto. Daí o nome proposto,
Antropoceno [ceno para ´novo´` antropos para ´humano``].
O grupo de
pesquisa considera no momento o Antropeceno como uma possível época geológica,
ou seja, situada no mesmo nível hierático que o Pleistoceno e o Holoceno oque
implica que esta localizada no período Quaternário, mas que o Holoceno
findou-se. Foi entre as eras do Pleistoceno e o Holoceno que a humanidade ou as
civilizações puderam se desenvolver, no período do Holoceno a terra remanesceu
estável indiferente a História da humanidade e no fim do Holoceno começou o
período de instabilidade e a terra começou a sofrer alteração com as ações do
homem sobre ela e o ser humano começou ser a agente geológico que molda e
modifica a natureza, mas cabe aos Estratigáfos conferir e decidir o início da
ação humana como agente geológico se questiona que não temos todo o tempo do
mundo para decidir a data que responsabiliza os homens por começarem a seres os
agentes geológicos, tudo o que era costumado de base rochosa começou a ser
humanizado, não se trata mais da paisagem, do uso da terra ou do impacto local
no solo, mais agora a comparação é estabelecer fenômenos terrestres, pela força
do crescimento da energia que a civilização humana gasta em seu movimento e
desenvolvimento na superfície terrestre si compara ao gasto energético de
vulcões e tsunamis, mas com mais violência e em curtos períodos que si compara
a aproximar a potência de transformação humana as das Placas Tectônicas.
E, com
efeito, ação humana pode ser visto nas rochas: a modificação dos rios, mudanças
na acidez dos oceanos, a introdução de produtos químicos que antes era
desconhecido; as ruinas compostas de vastas infraestruturas que não se parecem
em nada com ruinas anteriores, as mudanças na taxa na natureza de erosão, as
variações do ciclo do nitrogênio, o aumento contínuo do CO2, gás carbônico, na
atmosfera sem esquecer o desaparecimento abrupto de espécies vivas durante o
que os biólogos se resignam a chamar de ´´ sexta extinção``. Tudo pode ser
visto mais claramente nos sedimentos porque as explosões atômicas, desde 16 de
julho de 1945. Os geólogos se veem pasmados pelo ritmo acelerado da história
geo -humana; um ritmo que os obriga a colocar uma sério candidato a essa
famosas ´´ Covilha de ouro`` em um segmento de duzentos ou até sessenta anos [ dependendo da escolha
de uma margem de tempo curta ou muito curta para delimitar o surgimento do
Antropoceno ]. Fácil de ser detectada em qualquer lugar do mundo, permitindo,
pela clareza do sinal radioativo, que todos os geólogos estão acordados.
Das listas
das ações humanas acima citadas na crosta terrestre, o mais fascinante de tudo,
foi encontrado ao longo dos séculos XIX – XX, narrativas e afirmações do homem
transformando o solo para melhor dominá-lo, mas o fato que hoje não de dominar
a terra ou natureza e sim de procurar nas rui as sedimentares o traços de um
devir – pedra dos homens do passado. Uma dialética de mestre e escravo, os traços
de ambos acabaram se fundindo. Antropomorfismo de zonas críticas, petromorfismo
de humanos. ´´ Covilha de ouro ``, de uma margem de tempo curta ou muito curta
para delimitar o surgimento do Antropoceno.
MENTE EL
MALLEO
O faz o
Antropoceno ser uma´ Covilha de ouro`` o um ponto de referência claramente
detectável além da fronteira da Estratigrafia, é que o nome desse período
geo-histórico pode se tornar o mais relevante conceito filosófico, religioso,
antropológico e político para começarmos a nos afastar para sempre das noções
de ´´ moderno e modernidade´´, não há estudos: Filosóficos pós-moderno,
Antropológicos, Teológico liberal e pensador político que teria ousado a
dimensionar a influência dos seres humanos na mesma escala dos agentes
climáticos, rios, vulcões, erosões e bioquímicas. Até então, só conceito
teórico do Antropoceno e há dúvidas se existe algum crítico literário que tenha
si dedicado aos princípios da desconstrução de texto às camadas de sedimentos e
levando e revelando em todos os deltas do planeta os traços irrefutáveis de
origem da ação humana no momento, se fala muito do ´´pós-humano`` ou o passado
esta de volta, o ´´Anthropos` esse conceito veio à tona graças ao trabalho
empírico que os historiadores da natureza detectaram a luz da razão em defender
o ser humano contra a invasão sem limites da ciência sobre a natureza e os
riscos de excessiva naturalização e propõe o termo mais radical o fim do
Antropoceno, mas penso que isso se dará por meio de energias limpas e
renováveis e reciclamento dos produtos industrializados consumidos pela
sociedade em geral que poluem o meio ambiente, desvincular do capital abstrato
da abstração e vinculá-lo na realidade da sobrevivência e existência humana ´´ Commodities
são produtos de origem agropecuária ou de extração mineral, em estado bruto ou
pequeno grau de industrialização, produzidos em larga escala e destinados ao
comércio externo. Seus preços são determinados pela oferta e procura
internacional da mercadoria. No Brasil, as principais commodities são o café, a
soja, o trigo e o petróleo. ``., ´´ o
formato natureza/cultura interpretar o Antropoceno como a simples superposição,
até mesmo a reconciliação dialética de
natureza e humanidade cada qual tomada em bloco, ou ainda como uma grande
conspiração de cientistas para naturalizar a humanidade, metamorfoseando-a em
uma estátua de pedra; ou , inversamente como uma politização indefinida da ciência a colher a inovação vinda os
geo-cientistas em vez de si ater a
crítica da naturalização não corre o risco de perder a oportunidade de entender
o novo regime climático.
A revista
científica Nature, quatro anos depois de The Economist, também fez sua capa
sobre Antropeceno; um dos desenhos que ela propõe em seu dossiê oferece uma
oportunidade de saber se somos capazes de colocar ou não vinho novo em garrafa
nova, ou seja, em um solo devastado torna-lo como era antes da devastação; em um
mundo onde a natureza foi degradada podemos recompor essa degradação da
natureza. E o desenho ou figura é chamado ´´Efeito Arcimboldo´´, em que as
ciências da terra oferecem temas para redesenhá-la um rosto ainda reconhecível,
ou seja, um rosto mumificado que antes de ser um rosto mumificado era um rosto
de uma pessoa em estado perfeito e podemos usar a imagem do rosto mumificado
para personalizar a petrificação de um rosto humano ou, ao contrário um
Antropização da natureza.
Essa
personificação da imagem ilustrada reporta a um inventário geológico para
torcer nossas mãos a fim de nos convidar para uma nova era pós – humano.
A OCASIÃO
IDEAL PARA DESAGREGAR AS FIGURAS DO HOMEM E DA NATUREZA.
Mesmo que a comunidade
científica não reconheça a nova era chamada de Antropoceno convém a nós
acompanharmos atentamente a desintegração progressiva de todos os ingredientes
que participam no Antigo Regime Climático, da figuração conjunta de seres
humanos e coisas, mas uma certeza é que o antigo papel da natureza se encontra
completamente redefinida, pois o Antropoeceno si direciona para um sistema
dialético entre o homem e a natureza em que um deste sistema será unificado, ou
seja, pela natureza ou pelo homem. Mas o Antropoceno não ultrapasse a linha
divisória entre o social e o natural ele simplesmente si desvincule dela. As
forças geo-históricas não são mais as mesmas que as forças geológicas desde
momento em que fundaram em vários pontos, como a ação humana, pois onde quer
que estejam e estiver lidando com um fenômeno natural encontraríamos e
encontramos os Anthropós, ou seja, onde quer que nos descubram maneiras de nos
relacionar com as coisas que haviam sido e serão localizadas no campo da
natureza, mas a desintegração é ainda mais radical do atenham os aos passos do
homem, quer seja no passado ou presente, descobrimos e lado dos agentes humanos, mas seria de fato absurdo considerar
que existe um ser coletivo socialmente humano que seria o novo agente da
geo-história, como foi o proletariado no século XVIII NA Inglaterra na
revolução Industrial, diante da natureza antiga porque não há como, ´´ Mas a desintegração é ainda mais radical do
lado dos até agora humanos. A´ está toda a ironia de dar à tradicional em face
de Anthropos novo contorno. Seria de fato absurdo considerar que existe um ser
coletivo, a sociedade humana, que seria o novo agente da geo-história, como foi
o proletariado em outra era. Diante da natureza antiga – ela mesma recomposta -,
não há literalmente ninguém que possamos dizer que seja responsável. Por quê? Porque
não há como unificar o Anthropos enquanto ator dotado de consistência moral ou
política, a ponto de acusa-lo de ser o personagem capaz de atuar nesse novo
cenário global. Nenhum personagem antropomórfico pode participar do
Antropoceno, e esse é o objetivo da noção. ´´
Falar da ´´ origem antrópica do aquecimento
global não faz sentido, de fato, se alguém entende por antrópico algo como a
espécie humana´´. Quem se atreve a falar do humano em geral, sem levantar
imediatamente mil protestos. Vozes indígenas surgirão para dizer que não se
consideram responsáveis de nenhuma maneira por essas ações em escala global – e
terão razão! As nações indígenas no coração da floresta amazônica nada têm a
ver com a origem antrópica da mudança climática pelo mundo o momento em que
políticos em campanha eleitoral não distribuam motosserras a eles``
Falar que o trabalhador é obrigado a fazer longa
viagem de carro porque não conseguiu encontrar uma moradia popular perto da fábrica
onde trabalha, dizer por isso que o Antropoceno, apesar do nome, não é uma
extensão. Imoderada do antrocentrismo, ou seja, o ser humano é um agente
unificado, com uma simples entidade política virtual, como um conceito
universal, que deve ser dividido em vários povos distintos, dotados de
interesses contraditórios, de territórios em luta, e colocados sob os
auspícios, de entidade em guerras.
Não
considera nem ciências humanas nem ciências naturais, mas a primeira disciplina
antropocênica.
A
CONFUSÃO ENTRE A CIÊNCIA E O GLOBO.
Posso argumentar eu não tempos motivos para
atribuir importância a essa falha na construção da teologia, pois afinal a
consistência não é o forte das mentes religiosas e a mesma inconsistência se
aplica exatamente à arquitetura pela qual a racionalidade foi construída.
TYRRELL VERSUS LOVELOCK.
O que quer que estejamos tratando, da ideia do
Antropoceno, da terá, de Gaia, da noção de ator histórico como a humanidade, ou
da natureza como um todo o perigo e dar saltos em período superiores
confundindo s figuras de conexão com a totalidade é perigoso não apenas para a
filosofia, mas para todas as ciências relacionadas a tal questão do Antopoceno.
A tese de Tyrrell é de que Lovelock está forçosamente errado, pois não há nada
que garante que Gaia protege a Vida na terra enquanto ela deveria se dedicar a
isso se de fato tivesse as virtudes dessa Providência que lovelock, segundo
ele, parece promover.
Enquanto que Lovelock parte para as conexões
da terra no sentido dela retroalimentar, unir o ambiente e a evolução, as ações
humanas e manter a vida mais favorável Tyrrell a oposição entre a Gaia e a
Evolução e segundo ele o ajuste entre os organismos e seu habitat e´, antes, um
testemunho do onipotente poder transformador da evolução para moldar organismos
do que do poder dos organismos de transformar seu ambiente de modo que seja
mais confortável para eles.
OS CICLOS DE RETROALIMENTAÇÃO NÃO DESENHAM UM
GLOBO.
Convenhamos quem olha a terra na forma, quem
olha para a Terra como um Globo sempre se toma por um Deus si queremos apenas
contemplar a esfera terrestre passivamente quando estamos cansados da história
e como vamos traçar as conexões do planeta evitando, ao mesmo tempo, desenhar
uma esfera? Por um movimento de rotação em torno de si mesma dando à luz e
escuridão a crosta terrestre ou o movimento de translação à volta em torno do
sol formando um ciclo como um todo- poderoso engenheiro – Providência, Evolução
ou Termostato e isto é tanto ciência quanto Teologia. E esses movimentos da
terra em torno de si mesma e em torno do sol é que propicia o dia e a noite e
as estações do ano para o plantio de alimentos.
Ao contrário de retroalimentar as ações do ser
humano a Gaia é sensível às ações do homem sobre ela; como percebemos os
estragos da industriarão sobre a natureza e a reação dela contra o ser humano
no sentido de ameaçar a extinção dos organismos orgânicos sobre a crosta da
Gaia.
ENFIM, OUTRO PRINCÍPIO DE COMPOSIÇÃO.
Seguir os ciclos das conexões para evitar a
totalidade ou global é aproximar de questão política, pois o conceito de
Antropoceno envolve dois princípios unificadores, ou seja, a Natureza e o Homem
e estão se tornando cada vez mais inverossímeis e não é a intrusão de Gaia que
vai unificar o que está se dessagrando diante de nossos olhos.
É inútil esperar que a urgência da ameaça seja
tão grande e sua expansão tão global que a terra atue misteriosamente como um
imã unificador para fazer de todos os povos dispersos um único ator politico
ocupado em reconstruir a torre de babel da Natureza.
Contrapondo a
esses argumentos, não há terra virgem onde sistema capitalista ainda não se
apoderou, pode sim ter em lugares um capitalismo com meios produtivos ainda
antigos e no Estado do Mato Grosso os indígenas Chavantes vendem a madeira e
passeiam de caminhonetes e no Xingu os indignas faz uso da agricultura para a
sua subsistência e há uma divergência entre as diversa etnias no Brasil, tanto
é que uma indígena defendeu o presidente da republicado Brasil na ONU da etnia
do Xingu, e os agentes são mesmos e as coisas que encontram no meio
ambiente e com o passar do tempo adquirem conhecimento para modificá-las de modo
diferente, usando a tecnologia a qual no início ou após, a Revolução Industrial
novos meios de produção e forças produtivas se desenvolveram, e há um novo agente da geo-história pois no
antigo meio de produção feudal os servos escondiam mercadoria para trocarem ao
redor dos burgos na foram de escambo, acumulação primitiva, e na partir da Revolução industrial na
Inglaterra, os meios produtivos estão si renovando e também as forças de
produção e acelerando o processo de degradação do meio ambiente com
indústrias que poluem a atmosfera com gases tóxicos e os rios e oceanos com
dejetos de produtos químicos e consumo de produtos não descartáveis que poluem o meio ambiente e
para firmar a minha antítese cito a baixo dos textos Ideologia Alemã e o Manifesto comunista de Karl Marx e imagem da
degradação do meio ambiente pelo homem e falar que o ser humano é um agente
unificado, com um simples entidade política virtual, como um conceito
universal, que deve ser dividido em vários povos distintos, dotados de interesses
contraditórios, de territórios em luta, e convocas os auspícios
, de entidades em guerras. Para nos aliviar dos ombros da chamada ´´ maldição
de atlas``, ou seja, carregar sobre os ombros o peso total do globo terrestre.
Devemos nos ater a Von Uexküll. As todas as bolhas, a todas as câmaras, a todos
os envoltórios que os agentes tiverem que inventar para fazer a diferença entre
seu interior e seu exterior. Par aceitar tal extensão é necessário levar em
conta todas as questões Filosóficas e científicas, levantados como partes de
uma definição muito ampla de imunologia, que Peter Sloterdigk ´´ estudos em
três volumes dos envoltórios essenciais para a perpetuação da vida``.
PETER,
GLOBES; Sphèresll [1999].
Ao contrário de retroalimentar as ações do ser
humano a Gaia é sensível às ações do homem sobre ela; como percebemos os
estragos da industriarão sobre a natureza e a reação dela contra o ser humano
no sentido de ameaçar a extinção dos organismos orgânicos sobre a crosta da
Gaia. Seguir os ciclos das conexões para evitar a totalidade ou global é
aproximar de questão política, pois o conceito de Antropoceno envolve dois
princípios unificadores, ou seja, a Natureza e o Homem e estão se tornando cada
vez mais inverossímeis e não é a intrusão de Gaia que vai unificar o que está
se dessagrando diante de nossos olhos. É inútil esperar que a urgência da
ameaça seja tão grande e sua expansão tão global que a terra atue
misteriosamente como um imã unificador para fazer de todos os povos dispersos
um único ator politico ocupado em reconstruir a torre de babel da Natureza.
Seguindo o argumento acima citado voltemos
para Relação entre a Razão cultual, de Franz Boa, Razão prática, Morgan E Malha
do mundo, Tim Ingold e Karl Marx, Ideologia Alemã e Prefácio do Manifesto
Comunista.
Morgan argumenta a Razão prática que o homem
se insere no meio ambiente e em contato coisas as transformas nas
circunstâncias e momento de suas ações em função as suas necessidades e Tim
Ingold afirma que o mundo é por uma maranhado de nois e o espaço livre entre os
nois é o momento em que o indivíduo se encontra livre, e este entrelaçado nois
forma a malha do mundo. E estes nois são o momento em que os indivíduos si
relacionam interagindo e passando informações uns para os outros e o paço livre
é o momento em que o indivíduo sai do no com não da maneira que entrou, mas com
novos conhecimentos adquiridos nas relações nos nois. E esta malha do mundo e a
interação de animais orgânicos e seres inanimados, ou seja, toda a Biosfera e
Karl Marx neo-hegeliano de esquerda fundador do pensamento Maxiano na Ideologia
alemã, contrapõe a razão da materialidade de que não explica o mundo material
pela razão desprezando a materialidade e faz uma dura crítica a Ludwing
Feuebach, a vida material se articula com a consciência do homem e é uma
representação da vida material e no Prefácio no seu método dialético científico
explica como que o homem a partir a Estrutura – meio produtiva e forças
produtivas modifica o meio ambiente a favor do Capital por influência da
Superestrutura- consciência coletiva da classe dominante.
ROMPIOMENTO
DA BARAGEM DE MARIANA E AMAZONAS INTACTA.
ROMPIMENTO DA BARRAGEM DE MARIANA/MG
A ATIMOFERA POLUIDA POR GASSE CO2, NiTROGÊNCIO E FUMAÇA
O HOMEM POUINDO O MEIO AMBIENTE E OS OCEANOS EXEMPLO: MANCHA NEGRA NO OCEANO PACÍFICO.
LIXÕES NOS GRANDES URBANOS QUE CAUSAM ENGENTES E DESLISAMENTOS DE ENCOSTAS NAS COMUNIDADES DA PERIFERIA DAS GRANDES CIDADES;
O agronegócio não produz alimento e sim commodities são produtos de origem agropecuária ou de extração mineral, em estado bruto ou pequeno grau de industrialização, produzidos em larga escala e destinados ao comércio externo. Seus preços são determinados pela oferta e procura internacional da mercadoria.
IDEOLOGIA ALEMÃ
Karl Marx Neo-hegeliano
de esquerda fundador d pensamento Maxiano. Marx contrapõe a razão da
materialidade de que não explica o mundo material pela razão, desprezo a
materialidade, entre 1.945 e 1.946 critica a Ideologia Alemã faz uma crítica a
Ludwing Feuebach, a vida material se articula com a consciência do homem e é
uma representação da vida material, Marx no seu método Maxiano o Materialismo
histórico dialético, mas não é determinista e é a dialética o elemento que
constrói a História, critica o materialismo mecanicista com seu método do
materialismo dialético baseado a teoria científica do comunismo. Critica Feuebach
que analisa as classes sociais na dialética de Hegel, onde as classes sociais
os conflitos de ideias são resolvidos e, denuncias e contrações alheias sem por
os conflitos em denuncias e contradições além das ideias, ou seja, as ideias se
rementem no campo teórico que as formularam, Karl Marx em 1.859 formula um novo
método materialista dialético científico. Afirma que não basta interpretar o
mundo filosoficamente, mas modifica-lo e a Ideologia Alemã se fecha em sim
mesma. E a consciência social, de classe, que constrói o ser social e sua ação
social que constrói a consciência social, ou seja, a consciência coletiva de
classe social.
A crítica a Feuebach da
alienação religiosa, a religião é o ópio, que é uma questão de política pública
social faz com que o homem se tenha resignação e entrega a Deus com a sua
necessidade u tem dependência da vontade de Deus. A miséria humana é causada
pelo homem e a religião sustenta a ideia que Deus proverá as necessidades do
homem. Marx contrapõe a Ideologia Alemã que faz a inversão dos fatos velando a
realidade de certos fatos. Feuebach no seu método materialista mecanicista
apenas compreende o mundo com construção via mundo imutável sem a necessidade
transformadora no mundo sensível ou concreto, ou seja, o idealismo abstrato.
Marx afirma que no mundo
a História se reproduz com a contradição entre as classes sociais em movimento
constante; o homem entra em contato com a natureza a transforando e a si mesmo
e produzindo História realizada por meio do trabalho, mas não o capital em
contato com a natureza para atender as suas necessidades e a si mesmo
realizando desenvolvimento na sua realidade com a natureza. A ideologia alemã
hegeliana é uma redução ou concepção falsa da História uma total abstração da
classe dominante não há em nem um nível a sua critica ao meio material, ou
seja, que ligasse a Filosofia Alemã e o eu meio material, o homem com ser vivo
começa a produzir os meios de subsistência e não pensar ações no curso da
Histórica.
Marx contrapõe
argumentando que o homem desde tem os meios de subsistência começa a
diferenciar dos outro e a si mesmo, ele começa a pensar antes de fazer algo, ou
seja, o homem produz dá maneira que ele quer, mas a partir dos meios que ele
passa encontrar, constrói a sua História, em um movimento contínuo e diferente
encontrando a sua subsistência através dos instrumentos encontrados para
produzir meios de subsistência que ainda não estão postos a ele. A História se
faz do pressuposto real e movimentando dessa produção do aumento do e o
intercambio com relação ao trabalho nos países pouco desenvolvido que produz
mãos – de - obra a cada novo modo de produção novas forças produtivas são
produzidas. Maior tração do trabalho mais desenvolvida a produção qualitativa
mais aumento produção quanticamente, mais exercito de reserva de mão-de-obra,
divisão do trabalho que qualitativamente divide em pouca mão–de-obra e aumenta
a lucratividade e a mais valia maior. Os homens ficam sem trabalho e as
mulheres e as crianças tomam os lugares dos homens nas fabricas com salários
menores,
A propriedade privada: a
imóvel, mobilar, tipo de sociedade, cidade, campo e Estado. Os servos que
vieram para os burgos e não conseguiram sair do modo de produção familiar,
aprendiz e mestre, se tornaram lupeproletário ou miseráveis.
Contrário a Filosofia
Alemã que é abstração Marx confirma que parte do homem para a experiência
ideológica; aa vida que determina a consciência, e com a realidade que ele
aproxima e que produz a subsistência e a produção na dialética de Marx, não é a
consciência eu determina a vida, mas a vida determina a consciência. O
pressuposto da História, condições de viver para fazer História, a necessidade
de manter a vida para fazer História seus modos mais úteis mais culturais a
relação entre o homem e a natureza. O homem deve ser estudo em determinado no
contexto em que vive na media que aumenta as necessidades e o modo de produção que
assim uma nova forma de meio de produção. Assim a consciência é uma maneira de
ser em vida ou uma distorção de modo de ser sua vida, pessoas semianalfabetas
tornar consciência de sua classe.
Desenvolvimento
capitalista e forças produtivas, toda a força produtiva e forças de trabalho
estão em movimento contínuo e contraditório, ou seja, na estrutura as relações
sociais de produção, proletários, conjunto de os trabalhadores com a burguesia
há um contraditório na relação social de produção e as forças produtivas e
quando o contraditório se agrava há uma crise no sistema capitalista;
trabalhadores verso burguesia este contexto forma-se a consciência de classe
coletiva.
E o momento propício para
haver uma consciência de classe coletiva emergindo da base material ou
estrutura e rompendo com a consciência de classe coletiva da superestrutura,
abstração, teoria, e esta classe social que está na superestrutura é domina,
mas uma classe social não se pode si tornar dominante se não se colocar os
mesmos interesses coletivos em primeiro plano. Divisão do trabalho aliado à
lógica do sistema capitalista constrói a essência do homem, o trabalho
material, instrumento que tornará a atividade voluntária, mas esse trabalho é
uma força estranha em se realiza que a si subjuga é dominante e o home
prevalece como máquina no sistema capitalista moderno. Cada um tem uma espera a
qual não pode sair há a ideia que quem não se esforça não tem mérito de ter
sucesso para e para esse indivíduo não consegue emprego por que o sistema que
funciona dessa modalidade não da à ideia além da totalidade. Os colaboradores
têm mais condições de subir na empresa, apenas no campo da ideia mais não
materialmente, quem produz é o trabalhador e não o dono da empresa.
O Estado, criado pra
sustentar os interesses de um pequeno grupo e é todos quem sustentam esse
Estado o qual foi criado para proteger as grandes empresas privadas e a
extensão da proteção do Estado aos civis e apenas uma forma de camuflar a real
ideia da função do Estado. Ele é uma ficção onde uma minoria coloca seus
interesses como seno do povo ou do coletivo. ¹
1-A ideologia alemã. MARX.Karl.1818-
RESUMO DO PREFACIO DO MANIFESTO DO COMUNINISTA DE KARL MARX.
´Considerando o sistema da economia burguesia nesta ordem:
capital, propriedade fundiária,
Karl Marx considera o
sistema econômico burguês na seguinte sequência de ordem: capital, propriedade
fundiária, trabalhadores assalariados, Estado, comercia exterior e mercado
mundial. Nas três categorias: capital, propriedade fundiária e trabalho
assalariado Karl Marx examinam as condições de vida das três classes sociais
que existem em sua época em que se divide a moderna sociedade burguesa; a
conexão das três fontes seguintes é evidente.
A primeira parte do livro
compõe-se dos capítulos a mercadoria, segunda a moeda ou a circulação simples e
a terceira o capital geral. Os capítulos da mercadoria, da moeda ou circulação
simples formam o conteúdo o presente volume e o conjunto material escrito por
Marx sub as formas monográficas as quais foram redigidas com longos intervalos,
mas não para serem impressos, mas para a própria compreensão argui Marx e cuja
elaboração sistemática dependerá de circunstâncias externadas. Marx focou na
jurisprudência a qual exercia, contudo como disciplinas segundaria ao lado da
Filosofia e História e si viu em apuros pela primeira vez em tomar parte na
discussão sobre os chamados interesses materiais.
As deliberações do
Parlamento renano sobre o roubo de madeira e parcelamento da propriedade
fundiária e a polêmica oficial abrida com a Gazeta Renana pelo governador da
província renana sobre a situação dos camponeses do vale do Mosela e finalmente
os debates sobre o livre comércio e proteção aduaneira lhe deram os motivos que
motivaram- no a se preocupar de questões econômicas.
[Marx percebe que se
ocupar apenas com o conhecimento do assunto se remetia na corrente francesa da
matriz filosófica do socialismo e comunismo francês; MAA], percebe e confessa
que seus estudos feitos até o momento não lhe permitiam ousar qualquer
julgamento sobe o conteúdo da corrente francesa. Atitude exercida no âmbito do
jornal sem qualquer avanço anularia meus posteriores esforços em avançar nos
conteúdos.
O primeiro princípio foi
dedicar-se a resolver as dúvidas que o assediava na revisão critica da
Filosofia do Direito de Hegel e cujo trabalho, introdução, de Hegel apareceu
nos anais Franco – Alemães. A investigação de Marx se direcionou, u seja,
desembocou no seguinte resultado. O Estado como relações jurídicas não podem
ser compreendidas nem a partir de si mesmas, nem a partir do assim chamado
desenvolvimento geral do espírito humano seguindo os ingleses e franceses do
século XVIII, mas pelo o oposto, elas se enraízam nas relações materiais de
vida a qual Hegel resume em uma totalidade sob o nome de sociedade civil. Marx
percebeu que a anatomia da sociedade burguesa deve ser analisada u procurado na
economia política, ele começou o estudo dessa matéria na França em Paris, mas
se transferiu para Bruxelas para continuar com seu trabalho e pesquisa por
consequência por ordem de expulsão do Sr. Guizot.
O resultado a que chegou Marx
do estudo da economia política serviu de fio condutor aos estudos, ou seja, na
´produção social da própria, vida, os homens contraem relações determinadas,
necessárias e independentes de sua vontade, relações de produção estas que
correspondem a uma etapa de terminada de desenvolvimento das suas forças
produtivas materiais e cuja totalidade destas relações de produção forma a
Estrutura Econômica da sociedade cuja Estrutura é a base real sobre a qual se
ergue uma Superestrutura e Política que correspondem formas sociais
determinadas de consciências, ou seja, o modo de produção de vida material
condiciona o processo em geral da vida social, política e espiritual, abstração
– Ideologia, teoria.
Não é a consciência dos
homens que determina a seu ser, mas, ao contrário, é o seu ser social que
determina sua consciência. Em uma etapa de seu desenvolvimento as forças
produtivas materiais da sociedade entram em contradição com as relações de
produção existentes, ou seja, a expressão jurídica com as relações de
propriedade dentro das quais aquelas até o momento se tinha movido de formas de
desenvolvimento das produtivas estas relações se transforam em seus grilhões e
nesta etapa ou época se dá revolução social com a transformação da base
econômica, toda a enorme Superestrutura se transforma com maior ou menor
rapidez. Na consideração do contraditório na transformação se faz necessário
distinguir sempre entre a transformação matéria, base sensível, das condições
econômicas de produção, que pode ser objeto de rigorosa verificação da ciência natural
e as formas jurídicas, leis, para manter a classe dominante, política,
religiosa, e em cuja Ideologia que a classe dominante apregoa.
Não se pode julgar a
transformação de uma época pela própria abstração ideológica coletiva da época,
mas ao contraditório. É preciso explicar esta consciência, pensamento, da época
a partir dos conflitos existentes entre as forças produtivas sociais e as
forças de produção. Uma consciência coletiva de classe ou ideologia dominante
ou formação nunca perece antes que esteja desenvolvidas toas às forças
produtivas as quais são suficientemente desenvolvidas para a formação social
existente, o contraditório é movimento contínuo na História que novas relações
de produção mais adiantadas jamais tomarão o lugar antes que suas condições
materiais de existências tenham sido geradas no seio mesmo da velha sociedade
ou pela consciência política coletiva. Marx afirma que a humanidade só se
propõe as tarefas que pode resolver, pois, se se considera mais atentamente, se
chegará à conclusão de que a própria tarefa só aparece onde as condições
materiais de sua solução já existem, ou, pelos menos podem ser capturadas no
processo de seu devir.
Em grandes traços podem
ser caracterizados, como épocas progressivas da formação econômica da
sociedade, os modos: os asiáticos, antigo, feudal e a burguesia moderna. As
relações burguesas de produção constituem a última forma antagónica do processo
social de produção, antagônicas não em um sento industrial, mas de um
antagonismo nascente das condições sociais de vida dos indivíduos; contudo as
forças produtivas que se encontram em desenvolvimentos no seio da sociedade
burguesa criam ao mesmo tempo as condições materiais para a solução desce
antagonismo assim, a Pré – história dá lugar à sociedade humana.
Friedrich Engels com o
qual Marx manteve por escrito um intercâmbio permanente de ideias chegou por
outro caminho ao mesmo resultado que Marx, e na primavera de 1.845, Engels vai
para Bruxelas e em parceria com Marx decidiram elaborar em comum a oposição
contra que há de ideologia na Filosofia alemã; tratava-se de contrapor com a
Consciência Filosófica Alemã. E o escrito por eles tomou corpo na forma de uma
crítica da filosofia pós – hegeliana a qual era a Ideologia Alemã.
A editora em Westfáia
abandonou a impressão dos dois volumes in octavo e abandonaram o manuscrito à
crítica roedora dos ratos, pois já tinham atingindo o fim principal: a
compreensão de si mesmo. E si aterram apenas no Manifesto do Partido comunista
o qual redigiram juntos. Os pontos decisivos da opinião deles foram indicados
cientificamente pela primeira vez, ainda que apenas de uma forma polêmica no
escrito, Miséria Da filosofia {´´ Misère Da philosophie``,} publicado em 1.847e
dirigido contra Proudhon.
Em seguida numa
dissertação escrita em alemão sobre o Trabalho assalariado e Capital {Trabalhado
assalariado}, onde sintetizou as conferências sobre esse tema na União dos
trabalhadores Alemães e Bruxelas e cuja impressão da dissertação foi
interrompida pela Revolução de Fevereiro e expulsão de Marx da Bélgica. E Marx
se se instala na Inglaterra especificamente em Londres e retoma os seus estudos
na economia em 1.850. A enorme quantidade de material sobre a história da
economia acumulada no Museu Britânico, à situação favorável de Londres como
ponto de observação da sociedade e finalmente o novo estágio de desenvolvimento
em que esta parecia entrar com a descoberta do ouro na Califórnia e Austrália
com que fez com que Marx determinasse a começar de novo artigos sobre fatos
econômicos de destaque ocorridos na Inglaterra e no continente, constitui uma
parte tão significativa na contribuição para os artigos para Marx que ele
familiarizou com por menores que ficam fora do ramo da Ciência Da Economia
Política propriamente dita.
Concluindo esse resumo
este esboço dos estudos de Karl Marx e Friedrich Engels no campo da economia
política tem apenas o objetivo de provar a opinião que são preceitos ditados
pelos interesses da classe dominante. É o resultado de uma pesquisa por um
método materialista dialético pelo antagonismo de uma consciência coletiva da
classe dominante abstrata, ideológica na Superestrutura que coloca sob julga a
consciência coletiva da classes dos trabalhadores na base material da
Estrutura. Para Marx é um é o resultado de uma pesquisa conscienciosa, mas na
entrada para a Ciência, como na entrada para o inferno, é preciso impor a exigência.
²
2. Manifesto comunista. MARX.Karl.Londres.Janeiro.1.859.
ANTROPOLOGIA CULTURAL
A MALHA DO MUNDO
DENTRO DO CONTEXTO DO ANTROPOCENO OU CAPITOLOCENO DEVE HAVER INTERAÇÃO ENTRE AS CIÊNCIAS LIGADAS AS QUESTÕES DO MEIO AMBIENTE, DAS QUESTÕES SOCIAS, DAS QUESTÕES TEOLÓGICAS, DAS QUESTÕES ANTROPOLOGICAS E AS QUESTÕES FILOSÓFICAS PARA TENTAR REVERTER O QUE NO MOMENTO PARECE IMPOSSÉVEL POIS O SER HUMANO COMO AGENTE GEOLOLÓGICO QUE MODA E MODIFICA O MEIO AMBIENTE DEGRADIU TANTO A NATUREZA QUE OS EFEITOS QUE ERAM PREVISTOS PARA DAQUI A 50 ANOS JÁ ESTÃO ACONTECENDO COMO EXEMPLO CITO O A TEMPERATURA NA EUROPA CHEGAR A 37 GRAUS, NA COREIA DO SUL ENGENTES TORRENCIAIS, O ESTADOS UNIDOS DA AMERICA NO ESTADO TEXA RIOS SECARAM E ATÉ ACHARAM PEGADAS DE DINOSSAUROS.
RELAÇÃO ENTRE A RAZÃO CUTURAL DE FRANZ. RAZÃO PRÁTICA DE MORGAN ANTROPÓLOGOS AMERICANOS E A MALHJA DO MUNDO DO ANTROPÓLOGO BRIATÂNICO TIM INGOLD
COMMODITIES NÃO É ALIMENTO E NÃO MATA A FOME DO POVO BRASILEIRO POIS SIM MATA A FOME DO CAPITAL!
O AGRONEGÓCIO É POP ELEVA O PIB DO PAÍS MAIS MATA O POVO DE FOME POIS TUDO QUE SI PRODUZ NO PAÍS E PODE SER ESTCADO A ESPERA DA ALTA DE PREÇO É COMMODITIES E SEU VALOR É CONTADO PELA ALTA E BAIXA DO DÓLAR E ESSES COMMODITIES SÃO LEILOADOS EM BOLSAS DE VALORES.O BRASIL É U SELEIRO DO MUNDO EM ALIMENTO MAS MATA O POVO BRASILEIRO DE FOME.
Relação entre a Razão Cultual, de Franz Boa,
Razão Prática, Morgan E Malha do mundo, Tim Ingold.
SUJEITO, CULTURA -OBJETO- NATUREZA.
Particentalismo histórico, Franz Boa.
A revolução cultural foi um avanço nas teorias
raciais onde a História humana foi marca por genocídios de comunidade no mundo
inteiro as quais poderia identificar quem não teria condição de aprender por
teorias raciais com as características do crânio e face.
Na teoria evolucionista de Franz boa todos os
indivíduos têm as mesmas formas de aparelho cognitivo para seu desenvolvimento
e para o autor todas as culturas passaram por etapas até chegarem às sociedades
europeias que para ele são modelos de cultura. E para ele a sociedade é
classificada pelo seu estado de cultura: selvagem, bárbara e etc...
Cada cultura tem seu sistema e tem uma
história, cada tem suas particularidades relativas e analisa cada cultura do
ponto de vista de cada cultura relativa.
A cultura que determina o comportamento da
sociedade e só existe cultura por palavras
A cultura não é hereditária, mas social.
Razão cultural é universal
A sociedade humana interagindo com a natureza
e age m conforme seus valores culturais, subjetivos, as necessidades
biológicas, comer e surge como uma codificação da razão cultural.
Mas a utilidade também é uma razão cultural,
ou seja, a própria razão utilitária é uma razão cultural.
Evolucionismo cultural - Morgan
Razão prática: individuo- natureza
O homem com a natureza tem uma relação utilitária
cultural e Maximizar, seus interesses e Minimizar, seus ricos.
O homem na natureza acessa as informações para
que ele possa tomar as decisões buscando seus interesses e a cultura surge como
uma codificação da razão prática
A razão prática não é universal é variável e
utilitária
A sociedade humana interagindo com a natureza
busca seus interesses e a cultura surge como uma codificação da razão prática e
na realidade a razão prática é o reflexo da Razão Cultural, ou seja, interesses
pessoais ente si e em suas ações práticas e toda ação é mediada por simbolismo,
à ação escolhida pelo sujeito e boa ou má baseada pela sociedade simbólica e
são ideias que surgem e circulam em nós, mas não produzidas em somente em nós.
A teoria evolucionista cultural de Morgan o
sujeito na necessidade de si alimentar aprende a gostar do que não gosta, um
casal faz sexo com o propósito de reprodução e perpetuação da espécie e o
mercado econômico não se auto regulariza e sim é movido por interesses
pessoais.
]
ANTROPOLOGIA COM A FILOSOFIA
ANTROPÓLOGO BRITÂNICO: Tim Ingold
A malha do
mundo
A vida como
emaranhado e linhas intercruzam em nó fazendo a malha do mundo, tem duas
perspectivas do ser. O ser como unidade circular que intercruzam com outros
Nois, outros seres, e em linhas entrepostas aos Nois tem o espaço livre em um
movimento contínuo e infinito. E os seres como linhas em movimento que
intercruzam com outros seres em círculos em movimento e cujos Nois ou pontos
podem solidificar ou se relaxar e se tornam linhas tóxicas.
Exemplo:
Uma pessoa
que solidifica ou aperta o nó é aquela que faz uma ação boa para a sociedade ou
deixa um marco positivo na história do homem ao contrário uma pessoa que faz
uma ação que prejudica a sociedade ou deixa um marco na histórica negativo.
Albert
Einstein por
duas vezes alterou de maneira profunda nossos conceitos de espaço e tempo com a
sua teoria da relatividade: primeiro no âmbito da teoria especial de 1905 e
depois com a teoria geral de 1915.
Morador de rua tem seu espaço livre acolhido por entidades e Ongs, mas falta uma política pública social para os acolhimentos dessas pessoas sem teto.
A teoria do
Antropoceno: o homem com agente que molda e modifica o meio
ambiente
A malha da
vida é composta pelo mundo, ou seja, ecossistemas, biomas e biosfera e toda
essa malha movimenta no contraditório e em novas relações que serrão benéficas
ou problemáticas que se deterioram ambiente em que vivemos solidificando ou
afrouxando nos Nois em relações em linhas ao infinito. Esse emaranhado que
forma a malha do mundo não é o indivíduo isolado, mas um emaranhado de Nois
intercruzados por linhas que intercalam entre os mesmos em espaço livre e que
constitui a malha do mundo e esse emaranhado que forma a textura das vidas
entrelaçadas dos indivíduos como nos em círculos.
Toda essa
malha do mundo está sempre em movimento e os Nois são o intercruzamento da vida
dos sujeitos em movimento e as linhas que intercalam os Nois é o espaço livre
dos sujeitos em movimento da malha do mundo.
Malha da
vida, ANIMISMO.
Sistemas de
ideias que seres não têm vida, ou seja, faz sua vida nascente. Vivemos em um,
mundo que está em movimento e nós seres humanos estamos emaranhados com os
ecossistemas, os biomas e a biosfera: céu, terra, animais e clima em sentido de
solidificar ou afrouxar os Nois do emaranhado que forma a malha do mundo. E
toda a malha do mundo está em constante confronto, ou seja, é um espaço fluido
e não um espaço pré-definido do meio ambiente ao espaço fluido, vivemos em um
mundo que está em movimento e estamos emaranhados nele por linhas tóxicas e não
tóxicas que intercruzam em nois e o intervalo entre os nois são o espaço livre,
mas de o sujeito sai de um nó com um relacionamento diferente e ao adentrar e
outro sai de com um relacionamento de outra maneira e assim consecutivamente e
infinitamente.
Os seres
inanimados e animados, orgânicos estão emersos em diferentes em suas linhas de
vida em processos interativos no meio ambiente e o mundo é um emaranhado de
linhas de vidas intercruzados em nois e formando a malha do mundo no sentido ao
infinito, não existe exterior e interior trata-se de uma trilha de movimento ou
crescimento, a, mas a relação não é entre uma coisa e outra, é antes uma longa
relação quantitativa de vida e vivida. Os seres não estão em espaço fechado,
mas em deslocamento, em movimento, de maneira intensa ou mais lenta e o homem
conseguem perceber a ação e alternativas necessárias de ações.
Vivemos em um
mundo que está em constante movimento e nós somos os Nois circulados em sim
mesmo e entrelaçados nos outros Nois intercalados por linhas que são espaços
livres e todos esses Nois constituem a malha do mundo: homem, ecossistemas,
biomas e biosfera.
Existe entre
o ser e o objeto acesso a natureza por meio da cultura que distingue o homem
dos animais. A ação e relação do com os seres e sua percepção vai constituindo
nicho ecológico para vários seres e esta relação eu mais dá significado aos
nossos interesses e necessidades
Exemplo:
Uma pedra
constitui abrigo par um inseto e para o homem um instrumento como arma para
ceifar a vida de alguém.
Os organismos
orgânicos e não orgânicos também estão na linha da vida como Nois no emaranhado
que forma a malha do mundo, os animais comunicam de outras formas e em geral
estão imersos em suas linhas da vida em processo de interação no meio ambiente
o qual depende do ser.
Para o ser
não orgânico, sólido, sem mundo em ação no mundo,
Animal pobre
de mundo circunscrito entre instinto e estimulação da natureza.
Mas no mundo
virtual da internet há milhares de nois metafísicos, com milhares de relações
como forma de dados cognitivos pessoais onde milhares de linhas de vida se
intercruza com nessas relações como forma de dados cognitivos no espaço livre
suas relações são nova devido a esta interação com estes nois.
O ser humano
é o único que forma o mundo, DELEUZE, é o conceito de linha. A vida é vivida
não dentro de um perímetro, mas ao longo de linhas e o autor as chamas de
folga, de linhas de devir.
Concluindo
ambos os antropólogos tem uma visão semelhante, cada
cultura tem seu sistema e tem uma história, cada tem suas particularidades
relativas e analisa cada cultura do ponto de vista de cada cultura relativa, a
sociedade humana interagindo com a natureza busca seus interesses e a cultura
surge como uma codificação da razão prática e na realidade a razão prática é o
reflexo da Razão Cultural, o ser humano é o único que forma o mundo, DELEUZE,
é o conceito de linha. A vida é vivida não dentro de um perímetro, mas ao longo
de linhas e o autor as chamas de folga, de linhas de devir.