#HELP-IN-AMAZONAS
O DISCURSO DO BOSOALRO NA ONU É FAKE NEWS E O PRINCIPAL INTRESSADO NESTA FAKE NEWS É O EUA ( USA).E SEGUNDO O BOSOLNRO VAI EXPLORAR O AMAZONAS EM CONJUNTO COM O EUA(USA) - TRUMP-.
AMÉRICA
DO SUL É O NOVO HORIZONTE DO GOVERNO AMERICANO : EUA
O novo foco Americano é a
Biodiversidade do Amazonas/Brasil.
Isso inclui a suposta
espionagem Americana no Brasil.
O USA vigia e fiscaliza A
Flora e a Fauna Brasileira e a Presidente BOSOLNARO VENDE PARA O USA!
É sorrir!
Para não chorar!
Concluo que no mundo!
Tudo é possível!
O ilegal si torna
legal!
O ilícito si torna
lícito!
Manda que tem maior
poderio bélico!
Através de Leis feitas
por corruptos dentro de uma mesma nação ou por meio de outras nações para
prejudicar uma determinada nação!
E para si apropriarem desse
recurso natural usam o subterfúgio de que estes países são terroristas
camuflando, assim a sua verdadeira intenção de invadirem esses países.
Assim, um futuro bem próximo
esses países possuidores desses recursos naturais, inclusive a água serão
taxados de terroristas e invadidos e desapropriados dos seus recursos naturais
por Nações de Grande Poderio Bélico, as quais usam de argumentos teoricamente
sólidos para justificarem as suas invasões nestes países.
Mas, não esqueçamos de
que vivemos num mesmo planeta, pois subtrair esse recurso natural de um
determinado local do planeta para outra não resolve a situação! Ocorrerá é que
no final das contas todo o planeta vai ficar com escassez de água!
Eu concluo que, em vez de
dividir o planeta em fatias como si fosse um bolo e colocar bandeiras de cores
diferentes nestas fatias e prestar continência a estas bandeiras porque não
utilizar uma única bandeira de cor branca simbolizando a paz e igualdade entre
os homens. E possibilitando-os de viverem em paz e aproveitando dos
recursos naturais que o planeta oferece como um bem em comum.
Para explicar a briga
de gato verso rato acima Supla citada segue a seguir uma nota explicativa: ´´
Como explicar a Boa parte do monitoramento eletrônico e telefônico é feita não
porque seja necessário, mas simplesmente porque é possível. Da mesma forma que
nossa capacidade militar é significativa maior o que a de muitos outros países,
isso também vale para nossa inteligência. Assim, embora tenhamos os mesmos
objetivos, nossos meios são significativamente maiores: disse o Presidente americano,
sugerindo que a espionagem entre países amigos é normal ``.
PARA VOCÊS ENTEREM E COMPREENDEREM A CRÕNICA ACIMA
SUPRACITA SEGUE A SEGUIR UM TEXTO NÃO TOTALMENTE COMPLETO SOBRE A MATÉRIA
CITADA (ÁGUA), MAS VAI DAR UMA NOÇÃO HÁ VOCES DA REAL SITUAÇÃO DA ESCASSEZ DO
RECURSO NATURAL CHAMDO DE ÁGUA!
O Brasil tem 12% da água doce do
planeta
O Brasil mantém uma posição
privilegiada no cenário mundial: detém cerca de 12 % da água doce superficial
do planeta, enquanto regiões da Europa, como Portugal e Espanha, além de
Oriente Médio e grande parte da África, lutam contra a escassez crônica do
produto. A distribuição pelo território brasileiro é, porém, desigual. A
Amazônia derrama no mar 78% da água superficial do Brasil, com um excedente
hídrico que atrai a cobiça global. O Sudeste fica com apenas 6%, o que
representa um grande déficit, pois tem de irrigar quase metade da produção
agrícola do País e dar de beber a cerca da metade dos 190 milhões de
brasileiros, além de fornecer água para mover 50% do Produto Interno Bruto
industrial. Isso coloca a região em um patamar crítico, com menos de 10% do
volume de água por habitante preconizado pelas Nações Unidas, ou apenas 200
metros cúbicos por segundo/ano.
A água circula em
continuamente na Natureza, podendo passar seus diferentes estados físicos: O
estado sólido, o líquido e o gasoso.
Devido ao calor do sol
a água dos oceanos, mares, rios, lagoas e lagos, a água passa lentamente do
estado líquido para o estado gasoso, isto é evapora-se e vai para a atmosfera.
O vapor de água na atmosfera arrefece e condensa-se, isto é, transforma-se em
pequenas gotas de água, formando as nuvens.
Depois a água volta
novamente à superfície terrestre sob a forma de precipitação – chuva, neve ou
granizo. Uma parte cai diretamente nos
oceano, mares, rios, lagos e lagoas, outra escorre a superfície terrestre e
outra se infiltra no solo, formando lençóis de água subterrâneos. A água
absorvida pelo solo passa para as plantas, que a absorvem pelas raízes.
Os animais obtêm a água
consumindo as plantas ou bebendo nos rios, riachos e fontes. Pela respiração e
transpiração dos organismos, a água regressa de novo à atmosfera. Assim, o
ciclo repete-se continuamente, mantendo-se mais ou menos constante a
quantidade de água no nosso planeta.
Existe uma circulação de água da
superfície terrestre para a atmosfera e desta para a superfície da Terra. Isto
significa que grande parte da água que a Terra perde por evaporação, volta à
Terra com a chuva, a neve e o granizo.
Nos países
desenvolvidos como também nos países emergentes este ciclo da água está ficando
comprometida devido ao desmatamento para construção de indústrias e de grandes
cidades e também a grande quantidade de lixos jogados nas fontes de águas:
rios, lagos, lagoas e beira-mar.
Como o ciclo da água é
interrompido pelo lixo, resíduos químicos e outros objeto jogados nas fontes,
estas deixam de absorver o calor do sol e a água não evapora liberando o
hidrogênio e nem o oxigênio para atmosfera para completar o ciclo da água, a
qual retornaria de novo a superfície terrestre.
Para explicar o ciclo da água vou descrever o
ciclo hidrológico
Ciclo hidrológico
Nossa água evapora de oceanos, lagos e córregos. Ela
se condensa em nuvens e volta à Terra na forma de chuva, neve e outras formas
de precipitação. Durante o ciclo da água, a condensação ocorre quando o ar
úmido atinge altitudes maiores e mais frias. Como o ar mais frio contém menos
vapor d'água, parte da umidade se condensa em nuvens.
A maior parte dessa água evaporada é proveniente
dos oceanos, pois eles cobrem a maior parte da superfície terrestre. O sal
continua no oceano quando a água evapora. As nuvens, chuvas e neve resultantes
da evaporação são de água doce. Essa é a água que forma lagos e rios de água
doce. Também é a água que penetra o solo e atinge os reservatórios
subterrâneos. Isso nos dá a água potável dos poços
A água da Terra - que constitui a hidrosfera
- distribui-se por três reservatórios principais: os oceanos, os continentes e
a atmosfera, entre os quais existe uma circulação contínua – ciclo da
água ou ciclo hidrológico. Este ciclo é responsável pela renovação
da água no planeta.
O movimento da água no ciclo hidrológico é mantido
pela energia solar e pela gravidade.
Na atmosfera, o vapor de água que forma as nuvens
pode transformar-se em chuva, neve ou granizo dependendo
das condições climatológicas. Essa transformação provoca o fenômeno
atmosférico ao qual se chama precipitação.
A ciência que estuda o ciclo hidrológico é a
Hidrologia e seus principais especialistas são os engenheiros
hidrólogos, um ramo da engenharia hidráulica ou engenharia hídrica.
O ciclo
A água é a única substância que existe, em
circunstâncias normais, em todos os três estados da matéria (sólido,
líquido e gasoso) na Natureza. A coexistência destes três estados
implica que existam transferências contínuas de água de um estado para outro;
esta sequencia fechada de fenômenos pelos quais a água passa do globo terrestre
para a atmosfera é designado por ciclo hidrológico.
A água da evapotranspiração (nome cientifico dado
ao vapor de água obtido da transpiração e da evaporação) atinge um certo nível
da atmosfera em que ele se condensa, formando as nuvens. Nas nuvens, o vapor de
água condensa-se formando gotículas, que permanecem em suspensão na atmosfera.
Estas gotículas, sob certas condições, agregam-se formando gotas maiores que se
precipitam, ou seja, chove. A chuva pode seguir dois caminhos, ela pode
infiltrar-se e formar um aquífero ou um lençol freático ou pode simplesmente
escoar superficialmente até chegar a um rio, lago ou oceano, onde o ciclo
continua.
Da superfície para a atmosfera
O ciclo da água inicia-se com a energia solar que
incide na Terra. A transferência da água da superfície terrestre para a
atmosfera, passando do estado líquido agasoso, processa-se através da evaporação
direta, por transpiração das plantas e dos animais e por sublimação
(passagem direta da água da fase sólida para a de vapor). A vegetação tem um
papel importante neste ciclo, pois uma parte da água que cai é absorvida pelas
raízes e acaba por voltar à atmosfera pela transpiração ou pela simples e
direta evaporação. Durante esta alteração do seu estado físico absorve calor,
armazenando energia solar na molécula de vapor de água à medida que sobe à
atmosfera.
Dado a influência da energia solar no processo de
evaporação, a água evapora-se em particular durante os períodos mais quentes do
dia e em particular nas zonas mais quentes da Terra.
A evaporação é elevada nos oceanos que estão sob a
influência das altas subtropicais. Nos oceanos equatoriais, onde a precipitação
é abundante, a evaporação é menos intensa. Nos continentes, os locais onde a
precipitação é mais elevada existem florestas e onde a precipitação
é mais baixa, existem desertos.
Em terra, em algumas partes dos continentes, a precipitação
é maior que a evaporação e em outras regiões ocorre o contrário, contudo
predomina a precipitação, sendo que os oceanos cobrem o déficit terreno
evaporando mais água que recebem pela precipitação.
Da atmosfera de volta à superfície
O vapor de água é transportado pela circulação
atmosférica e condensa-se após percursos muito variáveis, que podem ultrapassar
1000 km. Poderá regressar à superfície terrestre numa das formas de
precipitação (por exemplo, chuva, granizo ou neve), como voltar à atmosfera
mesmo antes de alcançar a superfície terrestre (através de chuva miúda quente).
Em situações menos vulgares, poderá ainda transformar-se em neve e cair em cima
de uma montanha e permanecer lá 1000 anos. Toda esta movimentação é
influenciada pelo movimento de rotação da Terra e das correntes atmosféricas.
A água que atinge o solo tem diferentes destinos.
Parte é devolvida à atmosfera através da evaporação, parte infiltra-se no
interior do solo, alimentando os lençóis freáticos. O restante escorre sobre a
superfície em direção às áreas de altitudes mais baixas, alimentando
diretamente o lagos, riachos, rios, mares e oceanos. A infiltração é assim
importante, para regular a vazão dos rios, distribuindo-a ao longo de todo o
ano, evitando, assim, os fluxos repentinos, que provocam inundações. Caindo
sobre uma superfície coberta com vegetação, parte da chuva fica retida nas
folhas. A água interceptada evapora, voltando à atmosfera na forma de vapor.
O ciclo hidrológico atua como um agente
modelador da crosta terrestre devido à erosão e ao transporte e deposição de
sedimentos por via hidráulica, condicionando a cobertura vegetal e, de modo
mais genérico, toda a vida na terra.
O ciclo hidrológico é, pois, um dos pilares
fundamentais do ambiente, assemelhando-se, no seu funcionamento, a um sistema
de destilação global. O aquecimento das regiões tropicais devido à radiação
solar provoca a evaporação contínua da água dos oceanos, que é transportada sob
a forma de vapor pela circulação geral da atmosfera, para outras regiões.
Durante a transferência, parte do vapor de água condensa-se devido ao arrefecimento
formando nuvens que originam a precipitação. O retorno às regiões de origem
resulta da ação conjunta da infiltração e escoamento superficial e subterrâneo
proveniente dos rios e das correntes marítimas.
Processos
Precipitação consiste no vapor de água condensado que
cai sobre a superfície terrestre.
Infiltração consiste no fluxo de água da superfície que se
infiltra no solo.
Escoamento superficial é o movimento das águas na superfície terrestre,
nomeadamente do solo para os mares.
Evaporação é a transformação da água no seu estado líquido
para o estado gasoso à medida que se desloca da superfície para a atmosfera.
Transpiração é a forma como a água existente nos organismos
passa para a atmosfera.
Evapotranspiração é o processo conjunto pelo qual
a água que cai é absorvida pelas plantas, voltando à atmosfera através da
transpiração ou evaporação direta (quando não absorvida).
Condensação é a transformação do vapor de água em água
líquida, com a criação de nuvens e nevoeiro.
Composição química
A água pura (H2O) é um líquido cujas moléculas são
formadas por dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio. Quando na atmosfera,
pode reagir com determinados gases - como dióxido de enxofre (SO2), óxidos de
nitrogênio (NO, NO2, N2O5) e dióxido de carbono (CO2) - ocasionando chuvas
ácidas.
Serviços ambientais prestados pela água
Os serviços ambientais são a ligação entre os
ecossistemas, o bem estar humano e a economia. Na verdade, são os serviços prestados
pelo meio ambientes para sustentar e garantir a vida humana.
Entre outros, a água presta os seguintes serviços
ambientais:
Regulação do clima;
Regulação dos fluxos hidrológicos
Reciclagem de nutrientes;
Recreação.
A tabela
seguinte apresenta a correspondência entre alguns serviços ambientais prestados
pela água substituíveis por capital humano:
Serviços
ambientais prestados pela água
|
Serviços
ambientais prestados pelo capital humano
|
Infiltração,
escoamento, reciclagem de nutrientes.
|
Sistemas
de abastecimento de água e de saneamento
|
Infiltração
|
Sistemas
de drenagem
|
Reciclagem
de nutrientes
|
Sistemas
de tratamento de águas residuais
|
Reciclagem
de nutrientes, precipitação.
|
Sistemas
de rega
|
Ciclo do carbono
O Carbono (C) é o quarto elemento mais
abundante no Universo, depois do Hidrogênio (H), Hélio
(He) e o Oxigênio (O), e é o pilar da vida como a conhecemos.
Existem basicamente duas formas de carbono, uma orgânica,
presente nos organismos vivos e mortos, não decompostos, e outra inorgânica,
presente nas rochas.
No planeta Terra o carbono circula através
dos oceanos, da atmosfera, da terra e do seu interior, num grande ciclo
biogeoquímico. Este ciclo pode ser dividido em dois tipos: o ciclo “lento” ou
geológico, e o ciclo “rápido” ou biológico.
Ciclo geológico
Este ciclo que opera a uma escala de milhões de
anos é integrado a própria estrutura do planeta e iniciou-se há cerca de 4,55
milhares de milhões de anos, quando na formação do Sistema Solar e da Terra,
tendo origem nos planetesimais (pequenos corpos que se formaram a partir da
nebulosa solar) e nos meteoritos portadores de carbono que colidiram com a Terra.
Nesse sentido, mais de 99% do carbono terrestre está contido na litosfera,
sendo a maioria carbono inorgânico armazenado em rochas sedimentares
como as rochas calcárias. O carbono orgânico contido na litosfera está
armazenado em depósitos de combustíveis fósseis.
Numa escala geológica, existe um ciclo entre
a crosta terrestre (litosfera), os oceanos (hidrosfera) e a atmosfera.
O Dióxido de Carbono (CO2) da atmosfera, combinado com a água, forma o ácido
carbônico, o qual reage lentamente com o cálcio e com o magnésio da
crosta terrestre, formando carbonatos. Através dos processos de erosão
(chuva), estes carbonatos são arrastados para os oceanos, onde se acumulam no
seu leito em camadas, ou são assimilados por organismos marinhos que
eventualmente, depois de morrerem, também se depositam no fundo do mar. Estes
sedimentos vão-se acumulando ao longo de milhares de anos, formando rochas
sedimentares como as rochas calcárias.
O ciclo continua quando as rochas sedimentares do
leito marinho são arrastadas para o manto da Terra, por um processo de subducção
(processo pelo qual uma placa tectônica descende por baixo de outra). Desta
forma, as rochas sedimentares são sujeitas a grandes pressões e temperaturas
debaixo da superfície da Terra, derretendo e reagindo com outros minerais,
libertando CO2. O CO2 é devolvido a atmosfera através das erupções vulcânicas e
outros tipos de atividades vulcânicas, completando-se assim o ciclo.
Os balanços entre os diversos processos do ciclo do
carbono geológico controlaram a concentração de CO2 presente na atmosfera ao
longo de centenas de milhares de anos. Os mais antigos sedimentos geológicos,
datados de épocas anteriores ao desenvolvimento da vida na Terra, apontam para
concentrações de CO2 atmosféricos 100 vezes superiores aos atuais,
proporcionando um forte efeito de estufa. Por outro lado, medições dos núcleos de
gelo retirados na Antártida e na Groenlândia, permitem estimar as
concentrações do CO2 que, durante a última era glaciar, eram cerca de metade
das atuais (em 2005: 379,1 ppmv de CO2).
Para o carbono orgânico, com origem na matéria
orgânica incompletamente decomposta na ausência de oxigênio, a qual deu origem
ao carvão, petróleo e gás natural, qualquer troca
significativa entre os diversos depósitos efetuar também a uma escala
geológica. Isto foi correto até cerca de 200 anos atrás, com o início da Revolução
Industrial e a exploração e utilização (combustão) em grande escala
dos combustíveis fósseis, ações que passaram a libertar para a atmosfera o
carbono destes reservatórios em forma de CO2.
Ciclo biológico
O ciclo biológico do Carbono é relativamente
rápido: estima-se que a renovação do carbono atmosférico ocorre a cada 20 anos.
Na ausência da influência antropogénica
(causada pelo homem), no ciclo biológico existem três reservatórios ou
“stocks”: terrestre (20.000 Gt), atmosfera (750 Gt), oceanos (40.000 Gt). Este
ciclo desempenha um papel importante nos fluxos de carbono entre os diversos
stocks, através dos processos da fotossíntese e da respiração.
Através do processo da fotossíntese, as plantas
absorvem a energia solar e CO2 da atmosfera, produzindo oxigênio e hidratos
de carbono (açucares como a glicose), que servem de base para o
crescimento das plantas. Os animais e as plantas utilizam os
hidratos de carbono pelo processo de respiração, utilizando a energia
contida nos hidratos de carbono e emitindo CO2. Juntamente com a decomposição
orgânica (forma de respiração das bactérias e fungos), a
respiração devolve o carbono, biologicamente fixado nos stocks terrestres (nos
tecidos da biota, na camada de solo e na turfa), para a
atmosfera.
As equações químicas que regem estes dois processos
são:
Fotossíntese
6CO2 + 6H2O + energia (luz solar) -> C6H12O6 +
6O2
Respiração
C6H12O6 (matéria orgânica) + 6O2 -> 6CO2 + 6 H2O
+ energia
É possível verificar que a maior troca entre o
stock terrestre e stock atmosférico resulta dos processos da fotossíntese e da
respiração. Nos dias de Primavera e Verão as plantas absorvem a luz solar e o
CO2 da atmosfera e, paralelamente, os animais, plantas e micróbios, através da
respiração devolvem o CO2. Quando a temperatura ou umidade é
muito baixa, por exemplo, no Inverno ou em desertos, a fotossíntese e a
respiração reduzem-se ou cessa, assim como o fluxo de carbono entre a
superfície terrestre e a atmosfera. Devido à declinação da Terra e à desigual
distribuição de vegetação dos hemisférios, existe uma flutuação ao longo
do ano a qual é visível nos diversos gráficos da variação da concentração anual
do CO2, como por exemplo, na curva de Keeling. Em 1958 o cientista Charles
David Keeling (oceanógrafo do Scripps Institute of Oceanography), iniciou uma
série de experiências no monte Mauna Loa, Havai, que lhe permitiram medir, com
bastante precisão, a concentração de CO2 na atmosfera.
Apesar do stock atmosférico de carbono ser o menor
dos três (com cerca de 750 Gt de carbono), este stock determina a concentração
de CO2 na atmosfera, cuja concentração pode influenciar o clima terrestre.
Ainda mais, os fluxos anuais entre o stock atmosférico e os outros dois stocks
(oceanos e terrestre) são cerca de um quarto da dimensão do stock atmosférico,
o que representa uma grande sensibilidade às mudanças nos fluxos.
Os oceanos representam o maior stock dos três,
cinquenta vezes maior que o stock atmosférico. Existem transferências entre
estes dois stocks através de processos químicos que estabelecem um equilíbrio
entre as camadas superficiais dos oceanos e as concentrações no ar acima da
superfície. A quantidade de CO2 que o oceano absorve depende da temperatura do
mesmo e da concentração já presente. Temperaturas baixas da superfície do
oceano potenciam uma maior absorção do CO2 atmosférico, enquanto temperaturas
mais quentes podem causar a emissão de CO2.
Os fluxos, sem interferências antropogénicas, são
aproximadamente equivalentes, variando lentamente, i.e., a uma escala geológica.
As diferenças, do ciclo rápido, são também explicadas pelos processos de
fotossíntese e respiração: a vida nos oceanos consome grandes quantidades de
CO2, no entanto o ciclo entre a fotossíntese e a respiração desenvolve-se muito
rapidamente. O fitoplâncton é consumido pelo zooplâncton em
apenas alguns dias, e apenas pequenas quantidades de carbono são acumuladas no
fundo do mar, quando as conchas do zooplâncton, compostas por carbonato de cálcio
(CaCO3), se depositam no fundo, após a sua morte. Depois de um longo período de
tempo, este efeito representa uma significativa remoção de carbono da
atmosfera.
Outro processo intermédio do ciclo biológico, o
qual representa remoção de carbono da atmosfera, ocorre quando a fotossíntese
excede a respiração e, lentamente, a matéria orgânica forma depósitos
sedimentares que, na ausência de oxigênio e ao longo de milhões de anos, se
transformam em combustíveis fósseis.
Os incêndios (naturais) são um outro elemento do
ciclo rápido que adicionam CO2 para a atmosfera ao consumir a biomassa e
matéria orgânica e ao provocar a morte de plantas que acabam por se decompor e
formar também CO2.
Influências humanas
O armazenamento de carbono em depósitos fósseis
supõe, na prática, uma diminuição dos níveis atmosféricos de dióxido de
carbono. Estes depósitos estão estimados entre 4.000 e 10.000 Gt, e não figuram
no ciclo rápido do carbono. No entanto as atividades antropogénicas (humanas),
principalmente a queima de combustíveis fósseis e a desflorestação, têm
vindo a incorporar fluxos de carbono novos no ciclo biológico provenientes
destes depósitos, com significativa influência no ciclo global do carbono.
Estas atividades transferem mais CO2 para a
atmosfera do que aquela que é possível remover naturalmente através da sedimentação
do carbono, causando assim um aumento das concentrações atmosféricas de CO2 num
curto período de tempo (centenas de anos). Esta influência humana, iniciada
principalmente há 200 anos, quando a concentração de CO2 atmosférico se situava
nos 280 ppmv (0,028% da composição global da atmosfera), provocou, um aumento
significativo da concentração de CO2, tendo atualmente ultrapassado os 380 ppmv
(mais de 30% em apenas 200 anos).
Estes valores situam a concentração presente como a
mais elevada dos últimos 650.000 anos e talvez superior à registrada há 20
milhões de anos atrás.
Nem todo o CO2 emitido antropogenicamente fica
retido na atmosfera. A taxa anual de emissões antropogénicas durante a década
de 90 situou-se, em média, nos 6,3 Gt. No entanto, no mesmo período, a
concentração de CO2 atmosférico aumentou, em média, 3,2 Gt por ano. Isto se
deve, em parte, ao aumento da difusão do CO2 nos oceanos, que passaram a
absorver cerca de 1,7 Gt por ano dos 6,3 Gt emitidos. As restantes 1,4 Gt por
ano estima-se que estejam relacionadas com processos na superfície da terra.
Esta última parcela tem duas componentes: a alteração da utilização dos solos,
principalmente desflorestação, que reduz a taxa de absorção de CO2 dos solos e
outra parcela, ainda em estudo, que pode ter diferentes origens, entre as quais
o aumento da taxa de absorção das plantas correspondente a um aumento da
concentração atmosférica de CO2. Outro cenário possível é o recrescimento das
florestas no Hemisfério Norte (em especial da floresta Boreal),
que sofreu desflorestação no século passado. No entanto para esta parcela ainda
está por determinar concretamente, sendo necessária investigação científica
para obter novos dados que expliquem melhor este fenômeno. Mesmo o ciclo global
de carbono é composto por diversas variáveis, as quais continuam a ser
estudadas de forma a poder obter mais precisão nos modelos que determinam as
influências antropogénicas neste ciclo.
Apesar das incertezas, pode ser obtida uma
conclusão importante e quantificável: as atividades humanas influenciam o ciclo
global do carbono. Ao retirar carbono armazenado nos depósitos de combustíveis
fósseis a uma taxa muito superior à da absorção do carbono pelo ciclo, as atividades
humanas estão a potenciar o aumento das concentrações de CO2 na atmosfera e,
muito provavelmente, influenciando o sistema climático global.
Segundo o Painel Intergovernamental para as
Alterações Climáticas das Nações Unidas (IPCC), existem diversos cenários de
aumento da temperatura do ar da superfície terrestre até 2090-2099, em relação
1990-1999, apontando para um cenário baixo de 1,8°C e um cenário alto de 4,0°C.
Uma outra conclusão significativa que pode ser
retirada da análise do ciclo global do carbono é a do elevado potencial de
algumas florestas para capturarem o carbono atmosférico, tanto no manto vegetal
como na matéria orgânica do solo, o que aumenta a importância da manutenção de
ecossistemas com grandes quantidades de biomassa e solos estáveis, com
os objetivos de certas florestas se tornarem sumidouros de carbono a
médio/longo prazo e outras não se tornarem "fontes" de carbono.
Agora
quem vai pagar o pato são os países que ainda preservam grandes partes de seus
recursos hídrico
Resíduos
sólidos nos rios
Resíduos
sólidos nos manguezais
Resíduos
sólidos a beira-mar
O
desmatamento das floretas contribuindo para a escassez da chuva e aumento da
temperatura ambiental
Aterro
sanitário contribui para que a água infiltrada no subterrâneo não evapore para
atmosfera e desta não caia sob a forma de chuva para superfície da terra concluindo
o ciclo da água, pois além dos produtos sólidos ainda tem produtos químicos que
impendem a evaporação da água liberando o hidrogênio e o oxigênio devido os
resíduos químicos inibirem a evaporação da água.
O
tempo de decomposição de alguns resíduos industriais.
Resíduos Sólidos Urbanos
Uma
problemática crescente: como descartar corretamente?
Diante da
crescente problemática ambiental, temas como poluição e o impacto causado por
grandes indústrias em seu meio sempre vêm à tona. Porém, não menos importante,
são os impactos causados pelos cidadãos no seu dia-a-dia, principalmente no que
se refere ao consumo de produtos e o descarte inadequado desses resíduos. Nesta
tônica podemos citar a disposição irregular de óleo de cozinha, pilhas,
baterias, lâmpadas fluorescentes entre muitos outros.
Este fato
se dá, em grande parte, pelo desconhecimento da população no tocante a correta
destinação final desses resíduos ou mesmo da existência e localização dos
pontos de coleta dos mesmos.
O óleo
doméstico, por exemplo, não deve ser jogado nos ralos e vasos sanitários dos
imóveis, pois, ainda que nas Estações de Tratamento seja tratado, o acúmulo de
óleos e gorduras nos encanamentos pode causar entupimentos, refluxo de esgoto e
até rompimentos das redes de coleta.
A melhor forma de descarte dos óleos utilizados é colocá-los em uma garrafa plástica, por exemplo, as de refrigerantes, fechá-las e colocá-las no lixo normal, ou seja, o lixo orgânico. O óleo pode ser transformado em matéria-prima, para produção de material de limpeza, cosméticos, fertilizantes, biodiesel. Ainda, há que citar as pilhas, baterias e assemelhados que convertem energia química em energia elétrica.
De fato,
o conceito de pilhas e baterias engloba as mais distintas formas que estes
podem adotar, desde a bateria de um celular, a uma simples pilha de um controle
remoto. A legislação brasileira proíbe o lançamento de pilhas e baterias in
natura a céu aberto, tanto em áreas urbanas como rurais; queimam a céu aberto
ou em recipientes, instalações ou equipamentos não adequados, conforme
legislação vigente; lançamento em corpos d'água, praias, manguezais, terrenos
baldios, poços ou cacimbas, cavidades subterrâneas, em redes de drenagem de
águas pluviais, esgotos, eletricidade ou telefone, mesmo que abandonadas, ou em
áreas sujeitas à inundação.
A
Resolução CONAMA nº. 257/1999, determina que compete aos fabricantes e
revendedores o recolhimento e encaminhamento adequado destes materiais para
disposição final. Já a Instrução Normativa nº. 2/2000 obriga todos os
produtores e importadores de pilhas e baterias a se cadastrarem no IBAMA.
O
descarte das pilhas domésticas gera uma discussão: muitos acham que o seu
recolhimento deveria ser feito pelas empresas, uma vez que muitas cidades não
são providas de aterros sanitários. Já o segmento empresarial alega que é
responsabilidade das prefeituras proverem os municípios de infraestrutura
básica. Outro produto cujo descarte tem causado bastante preocupação entre os
ambientalistas é a lâmpada fluorescente.
O tratamento final mais recomendado para este produto é, sem dúvida, a reciclagem. Enquanto o consumo destas lâmpadas aumentou significativamente nos últimos anos, o mesmo não se pode dizer de sua destinação correta. São consumidas no Brasil cerca de 85 milhões de lâmpadas e, desse montante, apenas 4% são destinadas à reciclagem. À semelhança do que ocorrem com o óleo de fritura, pilhas, baterias e lâmpadas fluorescentes, evidencia-se que a reciclagem surge sempre como a primeira opção em relação a outros inúmeros resíduos e já se mostra bem sucedida em vários segmentos, a exemplo das latas de alumínio, hoje quase totalmente reaproveitadas.
Assim, a
destinação final dos resíduos sólidos urbanos deveria ocupar lugar primordial
na pauta das políticas de governo e, principalmente, nos programas de educação
de todos os municípios.
O
quadro a seguir apresenta alguns materiais e o tempo que cada um leva para
decompor de quando deixados no meio ambiente natural.
O
tempo de decomposição de alguns resíduos:
Outros materiais:
Latas de conserva: 100 anos
Madeira pintada: 13 anos
Pano: de 6 meses a 1 ano
Fralda descartável: 600 anos
Linha de Nylon (de pesca): 650 anos
3 meses:
A lignina, substância que dá rigidez às células
vegetais, é um dos componentes mais importantes do papel. Ela não se decompõe
facilmente, pois suas moléculas são maiores do que as bactérias que as
destroem. Num lugar úmido, o papel leva três meses para sumir e ainda mais do
que isso em local seco. Além disso, um papel absorvente dura vários meses.
Jornais podem permanecer intactos por décadas.
6 meses:
A deterioração de um fósforo de madeira começa com
a invasão da lignina (seu principal ingrediente) por hordas de fungos e insetos
xilófagos, os que comem madeira. O processo é lento e, em um ambiente úmido, um
fósforo não se destrói até que se passe cerca de seis meses.
6 a 12 meses:
Os micro-organismos, insetos e outros seres
invertebrados geralmente transformam a matéria orgânica de forma eficaz. No
entanto, o miolo de uma maçã, que se decompõem em uns seis meses em clima
quente, pode conservar-se por um ano num lugar mais ameno. Isso porque o
orvalho (e a neve nos países frios) dificulta a proliferação dos micróbios e
diminui sua capacidade devoradora.
1 a 2 anos:
Um cigarro pode demorar de um a dois anos para se
decompor, tempo em que as bactérias e fungos digerem o acetato de celulose
existente no filtro. Jogar um cigarro sem filtro no campo é nocivo, uma vez que
o tabaco e a celulose levam quatro meses para sumir. Contudo, se jogado no
asfalto, o tempo de vida da bituca é ainda maior.
5 anos:
Um chiclete jogado no chão começa a ser destruído
pela luz e pelo oxigênio do ar, que o fazem perder a elasticidade e a
viscosidade. Como a goma contém resinas naturais e artificiais, além de açúcar
e outros ingredientes, o processo pode durar até cinco anos. A pulverização do
chiclete é mais rápida se ele grudar no sapato de algum distraído.
10 anos:
Os metais, em princípio, não são biodegradáveis.
Uma lata de aço se desintegra em uns dez anos, convertendo-se em óxido de
ferro. Em dois verões chuvosos, o oxigênio da água começa a oxidar as latas
feitas de aço recoberto de estanho e verniz. Já uma lata de alumínio não se
corrói nunca. E boa parte dos refrigerantes é vendida em latas de alumínio.
mais de 100 anos:
A boa qualidade do plástico é sua durabilidade e
resistência à umidade e aos produtos químicos que impedem sua decomposição.
Como esse material existe há apenas um século, não é possível determinar seu
grau de biodegradação, mas estima-se que uma garrafa de plástico demoraria
centenas de anos para desaparecer.
4000 anos:
O vidro não se biodegradará jamais. Sua resistência
é tamanha, que arqueólogos encontraram utensílios de vidro do ano de 2000 a.C.
Por ser composto de areia, sódio, cal e vários aditivos, os micro-organismos
não conseguem comê-lo. Um recipiente de vidro demoraria 4.000 anos para se
desintegrar pela erosão e ação de agentes químicos.
Quanto
tempo nossas coisas levam para se decompor?
Exposição dos materiais a
diferentes tipos de ambiente torna o cálculo do tempo de decomposição impreciso
Os tempos de decomposição que você vê nesta
reportagem variam muito, dependendo do ambiente – solo com material orgânico ou
cimentado –, se o objeto está enterrado ou exposto a ventos, sol e ar ou,
ainda, se for abandonado no mar. Além disso, materiais como plásticos não
existem a tempo suficiente para que se observe, com exatidão, o quanto demoram
em se decompor.
VEJA QUADRO: QUEM SE LIXA PARA O LIXO?
CONSULTORIA: MARÍLIA VIEIRA, ENGENHEIRA DE MATERIAIS PELA UFSCAR
FONTES COMPANHIA DE TECNOLOGIA DE SANEAMENTO AMBIENTAL (CETESB) E INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS
VEJA QUADRO: QUEM SE LIXA PARA O LIXO?
CONSULTORIA: MARÍLIA VIEIRA, ENGENHEIRA DE MATERIAIS PELA UFSCAR
FONTES COMPANHIA DE TECNOLOGIA DE SANEAMENTO AMBIENTAL (CETESB) E INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS
Quanto
tempo nossas coisas levam para se decompor?
O LIXO NOSSO DE CADA DIA
O Brasil produz cerca de 230 mil
toneladas de lixo por dia. Deste total, 55% são destinados a céu aberto em
lixões que, sem tecnologia e sem tratamento, contaminam reservas de água
potável do subsolo.
Você imaginava que água e lixo estavam tão ligados?
Cerca de 35% do lixo coletado poderia ser reciclado ou reutilizado, e outros 35% poderiam ser transformados em adubo orgânico.
Você imaginava que água e lixo estavam tão ligados?
Cerca de 35% do lixo coletado poderia ser reciclado ou reutilizado, e outros 35% poderiam ser transformados em adubo orgânico.
RECICLAGEM. A ATITUDE MAIS
SENSATA E INTELIGENTE A ADOTAR
A maior parte do que descartamos achando que "não serve mais" - jornais, revistas, cadernos, embalagens de papelão, plástico, vidro, ferro e alumínio - é material reciclável, isto é, matéria-prima colocada no lugar errado.
Quando jogados no lixo, muitos destes materiais levam centenas ou até milhares de anos para se decompor (veja tabela de decomposição). Além de aumentarem o volume do lixo disposto nos aterros, poluem o solo e os lençóis freáticos, causando grandes danos ao meio ambiente e à saúde pública.
Evitar o desperdício e reciclar o lixo é o melhor meio de transformar a preservar o meio ambiente e evitar a extração de recursos naturais e o corte de árvores.
Através da coleta seletiva, podemos ajudar a aumentar a vida útil dos aterros sanitários, otimizar o orçamento do município com a limpeza da cidade, reduzir as despesas dos condomínios e empresas com a contratação de prestadores de serviço para a retirada do lixo extraordinário e ainda transformar o lixo reciclável em uma grande fonte de renda, através da venda dos materiais recicláveis.
A maior parte do que descartamos achando que "não serve mais" - jornais, revistas, cadernos, embalagens de papelão, plástico, vidro, ferro e alumínio - é material reciclável, isto é, matéria-prima colocada no lugar errado.
Quando jogados no lixo, muitos destes materiais levam centenas ou até milhares de anos para se decompor (veja tabela de decomposição). Além de aumentarem o volume do lixo disposto nos aterros, poluem o solo e os lençóis freáticos, causando grandes danos ao meio ambiente e à saúde pública.
Evitar o desperdício e reciclar o lixo é o melhor meio de transformar a preservar o meio ambiente e evitar a extração de recursos naturais e o corte de árvores.
Através da coleta seletiva, podemos ajudar a aumentar a vida útil dos aterros sanitários, otimizar o orçamento do município com a limpeza da cidade, reduzir as despesas dos condomínios e empresas com a contratação de prestadores de serviço para a retirada do lixo extraordinário e ainda transformar o lixo reciclável em uma grande fonte de renda, através da venda dos materiais recicláveis.
Resíduos
Hospitalares
O
desconhecimento e a falta de informações sobre o assunto faz com que, em muitos
casos, os resíduos, ou seja, ignorados, ou recebam um tratamento com excesso de
cuidado, onerando ainda mais os já combalidos recursos das instituições hospitalares.
Introdução
Os Resíduos Sólidos Hospitalares ou como é mais
comumente denominado "lixo hospitalar ou resíduo séptico", sempre se
constituiu um problema bastante sério para os Administradores Hospitalares,
devido principalmente a falta de informações a seu respeito, gerando mitos e
fantasias entre funcionários, pacientes, familiares e principalmente a
comunidade vizinha as edificações hospitalares e aos aterros sanitários. A
atividade hospitalar é por si só uma fantástica geradora de resíduos, inerente
a diversidade de atividades que se desenvolvem dentro destas empresas.
O desconhecimento e a falta de informações sobre o
assunto faz com que, em muitos casos, os resíduos, ou seja, ignorados, ou
recebam um tratamento com excesso de cuidado, onerando ainda mais os já
combalidos recursos das instituições hospitalares. Não raro lhe são atribuídas
a culpa por casos de infecção hospitalar e outros tantos males.
Contaminação
O maior problema é o chamado “lixo infectante - classe A”, que representa um grande risco de contaminação, além de poluir o meio ambiente. A maior parte dos estabelecimentos não faz a separação deste material, que acaba indo para os aterros junto com o lixo normal ou para a fossa.
Outro problema é o chamado “lixo perigoso - classe B”, cuja destinação final, atualmente, fica sob responsabilidade dos hospitais.
O material recolhido nos hospitais, acondicionado segundo normas que variam em função do grau de periculosidade dos produtos, geralmente é levado a um aterro próprio.
Já o "lixo classe C" dos hospitais – também devidamente separado - fica sujeito ao mesmo sistema de recolhimento do restante da cidade, indo parte para reciclagem e parte para a coleta normal, que inclui apenas o material orgânico destinado ao aterro sanitário.
Contaminação
O maior problema é o chamado “lixo infectante - classe A”, que representa um grande risco de contaminação, além de poluir o meio ambiente. A maior parte dos estabelecimentos não faz a separação deste material, que acaba indo para os aterros junto com o lixo normal ou para a fossa.
Outro problema é o chamado “lixo perigoso - classe B”, cuja destinação final, atualmente, fica sob responsabilidade dos hospitais.
O material recolhido nos hospitais, acondicionado segundo normas que variam em função do grau de periculosidade dos produtos, geralmente é levado a um aterro próprio.
Já o "lixo classe C" dos hospitais – também devidamente separado - fica sujeito ao mesmo sistema de recolhimento do restante da cidade, indo parte para reciclagem e parte para a coleta normal, que inclui apenas o material orgânico destinado ao aterro sanitário.
Separação do Lixo
O treinamento para a separação desse tipo de resíduo é uma exigência do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) e oferecerá subsídios para que os hospitais e clínicas elaborem planos de gerenciamento de resíduos do serviço de saúde. O objetivo é adequar a estrutura das unidades para o tratamento correto dos resíduos.
Segundo as normas sanitárias, o lixo hospitalar deve
ser rigorosamente separado e cada classe deve ter um tipo de coleta e
destinação. De acordo com as normas, devem ser separadas conforme um sistema de
classificação que inclui os resíduos infectantes - lixo classe A, como restos
de material de laboratório, seringas, agulhas, hemoderivados, entre outros,
perigosos - classe B, que são os produtos quimioterápicos, radioativos e
medicamentos com validade vencida - e o lixo classe C, o mesmo produzido nas
residências, que pode ser subdividido em material orgânico e reciclável.
O treinamento visa adequar os estabelecimentos às
novas normas de tratamento do lixo hospitalar, estabelecidas na Lei Federal nº
237, de dezembro do ano passado. Os hospitais têm prazo para apresentar um
plano de gerenciamento dos resíduos e, com isso, obter um licenciamento
ambiental e adaptar-se às exigências legais. Caso não consigam o licenciamento,
ficam sujeitos à aplicação de multas diárias de R$ 140,00 pelo sistema de
vigilância sanitária.
Lixos Infectantes
Resíduos do grupo A (apresentam risco devido à presença de agentes biológicos):
- Sangue
hemoderivados
- Excreções,
secreções e líquidos orgânicos.
- Meios
de cultura
- Tecidos,
órgãos, fetos e peças anatômicas.
- Filtros
de gases aspirados de áreas contaminadas
- Resíduos
advindos de área de isolamento
- Resíduos
alimentares de área de isolamento
- Resíduos
de laboratório de análises clínicas
- Resíduos
de unidade de atendimento ambiental
- Resíduos
de sanitário de unidades de internação
- Objeto
perfura cortantes provenientes de estabelecimentos prestadores de serviços
de saúde. Os estabelecimentos deverão ter um responsável técnico,
devidamente registrado em conselho profissional, para o gerenciamento de
seus resíduos.
Processos de Destino
- Incineração: a incineração de o lixo
hospitalar é um típico exemplo de excesso de cuidados, trata-se da queima
o lixo infectante transformando-o em cinzas, uma atitude politicamente
incorreta devido aos subprodutos lançados na atmosfera como dioxinas e
metais pesados.
- Autoclave: esteriliza o lixo
infectante, mas por ser muito caro não é muito utilizado. Como
alternativa, o lixo infectante pode ser colocado em valas assépticas, mas
o espaço para todo o lixo produzido ainda é um problema em muitas cidades.
A maioria dos hospitais toma pouco ou quase nenhuma
providência com relação às toneladas de resíduos gerados diariamente nas mais
diversas atividades desenvolvidas dentro de um hospital. Muitos se limitam ou a
encaminhar a totalidade de seu lixo para sistemas de coleta especial dos
Departamentos de Limpeza Municipais, quando estes existem, ou lançam
diretamente em lixões ou simplesmente queimam os resíduos.
Torna-se importante destacar os muitos casos de
acidentes com funcionários, envolvendo perfurações com agulhas, lâminas de
bisturi e outros materiais denominados perfuram cortantes. O desconhecimento
faz com que o chamado "lixo hospitalar", cresça e amedronte os
colaboradores e clientes das instituições de saúde.
Lixos Não infectantes especiais
Radioativos: compostos por materiais diversos, expostos à radiação; resíduos farmacêuticos, como medicamentos vencidos e contaminados; e resíduos químicos perigosos (tóxicos, corrosivos, inflamáveis, mercúrio).
Comuns
Lixo administrativo, limpeza de jardins e pátios, resto de preparo de alimentos, estes não poderão ser encaminhados para alimentação de animais.
Algumas Soluções
Os constantes problemas, o desconhecimento, o medo, mas principalmente o desejo de que o assunto fosse tratado de uma forma técnica, profissional, levou-se a desenvolver um projeto que resolvesse definitivamente o problema.
Objetivos do projeto:
- Elevar
a qualidade da atenção dispensada ao assunto "resíduos sólidos dos
serviços de saúde";
- Permitir
o conhecimento das fontes geradoras dos resíduos. A atividade hospitalar
gera uma grande variedade de tipos de resíduos distribuídos em dezenas de
setores com atividades diversas;
- Estimular
a decisão por métodos de coleta, embalagem, transporte e destino
adequados;
- Reduzir
ou se possível eliminar os riscos a saúde dos funcionários, clientes e
comunidade;
- Eliminar
o manuseio para fins de seleção dos resíduos, fora da fonte geradora;
- Permitir
o reprocessamento de resíduos cujas matérias primas possam ser
reutilizadas sem riscos à saúde de pacientes e funcionários;
- Reduzir
o volume de resíduos para incineração e coleta especial;
- Colaborar
para reduzir a poluição ambiental, gerando , incinerando e encaminhando
aos órgão públicos a menor quantidade possível de resíduos.
- Resíduos
sólidos do grupo A deverão ser acondicionados em sacos plásticos grossos,
brancos leitosos e resistentes com simbologia de substância infectante.
Devem ser esterilizados ou incinerados.
- Os
restos alimentares in natura não poderão ser encaminhados para a
alimentação de animais.
Poluição
de águas doces e salgada: rios, mares e oceanos.
Saiba a
importância da preservação das águas doces e salgadas e os males que a poluição
leva a esses importantes ambientes naturais.
Desde os primeiros séculos o homem já tinha o
habito de jogar seus detritos nos cursos de água e na natureza, tal ação,
contudo não causava transtornos, pois os rios lagos e oceanos possuem
processo autolimpante e de purificação, no entanto, o volume de detritos
jogados nas águas foi crescendo consideravelmente, ultrapassando as capacidade
de purificação dos rios, mares e oceanos. Então o antigo hábito que parecia um
simples tornou-se grandes problemas à manutenção da qualidade de vida,
especialmente nas cidades.
Poluição dos rios
As águas doces (rios, etc.) do planeta encontram-se
em condições de utilização cada vez mais escassa, em geral por causa da
poluição. Já no início das civilizações as pessoas sempre se viram
atraídos pelo curso da água. Normalmente a poluição dos rios dá-se pela
contaminação de lixos orgânicos, incluindo as excreções humanas e dos animais,
e resíduos agrícolas resultantes da decomposição das plantas que são lançados
diariamente neles, em quantidades consideravelmente elevada. Outro fator que
desencadeia o aumento da poluição dos rios segue por conta da vida urbana
e a falta de tratamento adequado à água e principalmente aos esgotos, que
trazem doenças gravíssimas, ao serem misturados aos rios.
Poluição
dos mares
Considerado
como vazadouro natural, os mares são responsáveis por assegurar
os ciclos biológicos em larga medida, a absorção dos dejetos e a purificação
das águas, no entanto, atualmente devido à sociedade industrializada
alcançamos um estado de desequilíbrio do meio marinho, e além do mar possuir
uma grande capacidade de auto depuração, ele constitui um meio pouco favorável
ao desenvolvimento da maioria dos germes patogênicos e com o lançamento
incontrolado de águas utilizadas, provenientes de zonas urbanas, e os resíduos
industriais, tornaram as águas costeiras num meio propício ao desenvolvimento
de microrganismos patogênicos, exemplos de elementos que se manifestam no mar
são vindos do produtos químicos usados em indústrias, tintas, metais pesados
como chumbo, zinco, alumínio e mercúrio, entre diversos outros que dificulta o
processo primordial para a vida no mar e consequentemente a população que
depende dele.
Poluição
dos oceanos
Quanto
à poluição dos oceanos são vários os fatores que contribuem negativamente, mas
uma das principais preocupações se dá ao petróleo, que vem sendo lançando nas
águas em quantidades muitíssimo elevada, é claro que não propositalmente, o que
daria em danos na economia do país, mas devido aos navios que por serem em
grande números causam acidentes em que ocorre vazamento de toneladas de
petróleo, todas na água. Para esclarecer um pouco mais essa grande preocupação,
saiba que o petróleo libera nas águas incalculáveis quantidades de
hidrocarbonetos, que se oxidam com muita facilidade e liberam altas quantidades
de calor.
As
principais fontes poluidoras dos rios, mares e oceanos são:
As
águas residuais urbanas, que contêm os resíduos coletivos resultantes da vida
quotidiana. O seu volume está em aumento constante, chegando a certas cidades a
atingir os 600 litros por habitante e por dia, o que significa cerca de 50
quilos de substâncias secas e sólidas por habitante e por ano;
As
águas de origem industrial, que são a principal fonte de poluição das águas dos
rios. A maioria das unidades industriais utiliza água em quantidade variável
nos diferentes processos de fabrico. Os principais fatores poluentes são o
petróleo, o carvão, as indústrias químicas e as que utilizam como matéria-prima
a celulose;
A poluição
de origem agrícola, proveniente essencialmente de certos produtos utilizados na
agricultura, como os adubos, inseticidas e dejetos de origem animal.
Pela
lavagem clandestina, ou seja, não autorizada, de barcos no alto mar, que largam
combustíveis;
Pelos
resíduos nucleares radioativos, depositados no fundo do mar;
Pelos
naufrágios dos petroleiros, ou seja, acidentes que causam o derrame de milhares
de toneladas de petróleo, sujando as águas e a costa e matam toda a vida
marinha – as chamadas marés negras.
É possível transformar água do mar em água potável?
É possível, sim - e isso já ocorre em vários países
onde a água doce de rios, lagos e represas é escassa. Hoje, mais de 100 nações,
principalmente no Oriente Médio e no norte da África, possuem usinas que
retiram da água salgada o cloreto de sódio (o sal de cozinha), deixando o
líquido pronto para beber. A primeira usina de dessalinização surgiu em 1928,
na ilha de Curaçao, no Caribe. O equipamento pioneiro simplesmente evaporava a
mistura em enormes colunas de destilação para tornar a água potável. A partir da
década de 40, porém, surgiram métodos mais refinados, possibilitando a
instalação de miniusinas em navios que permanecem muito tempo em alto-mar.
Entre as novas técnicas, a mais bem-sucedida é a chamada osmose reversa, que
separa o líquido por meio de um plástico poroso que barra os sais.
"Na maioria dos processos, cerca de um terço
da água do mar vira água potável, enquanto os dois terços restantes são
descartados na forma de salmoura, um líquido com alta concentração de sais que
sobra da separação", afirma o geólogo Aldo Rebouças, da Universidade de
São Paulo (USP). O descarte desse resíduo é um dos grandes dilemas da
dessalinização. No solo, a salmoura inibe o crescimento das plantas. Se a
mistura cair em correntes de água doce, ela pode matar a vida aquática sensível
ao sal. O ideal é despejar o resto de volta no mar ou em lagoas de água
salobra. O Brasil, mesmo sendo um dos países mais ricos em água doce, também
utiliza processos de dessalinização para purificar a água de lençóis
subterrâneos no Nordeste. A iniciativa é controversa. "Mesmo onde o lençol
freático é mais salino, a qualidade da água dos poços artesianos costuma
melhorar naturalmente no máximo um ano depois da perfuração", diz Aldo.
Tecnologia
contra a sede Um
plástico poroso barra o sal e deixa o líquido pronto para beber
1. A água do mar começa a virar água potável quando
o líquido oceânico é bombeado para os filtros da fase de pré-tratamento. Nessa
etapa, são retiradas as substâncias grosseiras, como grãos de areia que podem
danificar os equipamentos da usina, além de vírus e bactérias prejudiciais à
saúde humana.
2. Depois da purificação inicial, a água salgada
segue para a etapa em que o sal será efetivamente retirado da mistura. A
técnica mais moderna para realizar essa tarefa é a chamada osmose reversa. Esse
método baseia-se no uso de membranas plásticas com microporos que barram a
passagem de sal, deixando a água pronta para beber.
3. Além da água potável, o processo de
dessalinização gera um outro subproduto, a salmoura, um líquido com altíssima
concentração de sais. Para evitar que esse resíduo contamine o solo ou algum
rio de água doce, a solução é devolvê-lo ao mar ou lançá-lo em lagoas salgadas,
onde se pode criar camarões, tilápias e outros peixes do mar.
4. Geralmente, a água recolhida depois da separação
já pode ser bebida e segue para a distribuição. Mas, em alguns casos, o líquido
ainda recebe um tratamento químico para reduzir a acidez. Outro inconveniente é
que a dessalinização não retira da água do mar apenas o sal, mas também
minerais como cálcio, potássio e magnésio, compostos essenciais para fortalecer
os dentes e prevenir cáries, por exemplo,
BATALHÃO DA SEPARAÇÃO
Na fase de osmose reversa, a água que vem do mar é
dividida por centenas de cilindros metálicos, cada um com as tais membranas
plásticas que separam o líquido potável do sal. Para facilitar o processo, uma
bomba hidráulica aumenta a pressão da mistura salina, forçando a água do mar
contra as membranas separadoras.
EVAPORAÇÃO PIONEIRA
Um método diferente nasceu na década de 20
A destilação, o método mais antigo para deixar a
água do mar potável, baseia-se em um princípio bem simples: dentro de enormes
colunas de destilação, o líquido salgado é aquecido até que a água comece a
evaporar, separando-se do sal. No topo do recipiente, o vapor é coletado e,
depois, resfriado, transformando-se em água potável. Uma das vantagens é que o
aquecimento praticamente elimina o risco de contaminação da água por micro-organismos.
O maior problema é que o gasto de energia para aquecer as caldeiras é muito
maior do que em processos como a osmose reversa.
POROS PURIFICADORES
Por dentro, cada cilindro é oco, possuindo apenas
um cano revestido pelas membranas na parte central. A água do mar preenche o
conteúdo das estruturas e é lançada contra os microporos da membrana, que só
deixa passar para o cano no centro do cilindro a água sem sal. O líquido
potável é recolhido e segue para a distribuição.
SI NÃO CUIDARMOS DO
MEIO AMBIENTE OLHE O QUE NOS ESPERA!
Para
não ocorrer o que ilustra a figura anterior vamos estudar o conceito de
sustentabilidade e tentar viabilizá-lo!
Sustentabilidade
``O que é
sustentabilidade, conceito, desenvolvimento sustentável, gestão sustentável,
meio ambiente, ações``
``Sustentabilidade: desenvolvimento presente garantindo o futuro das próximas
gerações´´
Conceito de
sustentabilidade
´´Sustentabilidade é um termo usado para definir ações e atividades humanas que visam suprir as necessidades atuais dos seres humanos, sem comprometer o futuro das próximas gerações. Ou seja, a sustentabilidade está diretamente relacionada ao desenvolvimento econômico e material sem agredir o meio ambiente, usando os recursos naturais de forma inteligente para que eles se mantenham no futuro. Seguindo estes parâmetros, a humanidade pode garantir o desenvolvimento sustentável. ``
Ações relacionadas a sustentabilidade
´´- Exploração dos recursos vegetais de florestas e matas de forma controlada, garantindo o replantio sempre que necessário. ``
´´Sustentabilidade é um termo usado para definir ações e atividades humanas que visam suprir as necessidades atuais dos seres humanos, sem comprometer o futuro das próximas gerações. Ou seja, a sustentabilidade está diretamente relacionada ao desenvolvimento econômico e material sem agredir o meio ambiente, usando os recursos naturais de forma inteligente para que eles se mantenham no futuro. Seguindo estes parâmetros, a humanidade pode garantir o desenvolvimento sustentável. ``
Ações relacionadas a sustentabilidade
´´- Exploração dos recursos vegetais de florestas e matas de forma controlada, garantindo o replantio sempre que necessário. ``
´´- Preservação total
de áreas verdes não destinadas à exploração econômica. ``
´´- Ações que visem o
incentivo a produção e consumo de alimentos orgânicos, pois estes não agridem a
natureza além de serem benéficos à saúde dos seres humanos; ``.
´´- Exploração dos
recursos minerais (petróleo, carvão, minérios) de forma controlada,
racionalizada e com planejamento.
´´- Uso de fontes de energia limpas e renováveis (eólica, geotérmica e hidráulica) para
diminuir o consumo de combustíveis fósseis. Esta ação, além de preservar as
reservas de recursos minerais, visa diminuir a poluição do ar. ``
´´- Criação de
atitudes pessoais e empresas voltadas para a reciclagem de resíduos sólidos.
Esta ação além de gerar renda e diminuir a quantidade de lixo no solo,
possibilita a diminuição da retirada de recursos minerais do solo. ``
´´- Desenvolvimento da gestão sustentável nas empresas para diminuir o desperdício de matéria-prima e desenvolvimento de produtos com baixo consumo de energia.``
´´- Desenvolvimento da gestão sustentável nas empresas para diminuir o desperdício de matéria-prima e desenvolvimento de produtos com baixo consumo de energia.``
´´- Atitudes voltadas
para o consumo controlado de água, evitando ao máximo o desperdício. Adoção de
medidas que visem a não poluição dos recursos hídricos, assim como a
despoluição daqueles que se encontram poluídos ou contaminados. ``
Benefícios
´´A adoção de ações
de sustentabilidade garantem a médio e longo prazo um planeta em boas condições
para o desenvolvimento das diversas formas de vida, inclusive a humana. Garante
os recursos naturais necessários para as próximas gerações, possibilitando a
manutenção dos recursos naturais (florestas, matas, rios, lagos, oceanos) e
garantindo uma boa qualidade de vida para as futuras gerações``


























