quinta-feira, 29 de agosto de 2019



O SER ALIENADO E NÃO CONSCIENTE POLITICAMENTE.

No todo da pirâmide social,
 Onde o marketing de vendas,
 De possíveis mudanças no meio social
É pera ilusão,
E,
É o marco diferencial,
Para manter-se na ocupação no cenário político
Os que estão no topo da pirâmide social
No intuito de manter pacificamente,
Os que estão na base da pirâmide social,
Sem movimentarem no sentido tentarem subir,
No sentido vertical da pirâmide social.
As promessas de mudanças sociais,
Estão além do horizonte dos marginalizados.

Mas,
A massa de gado,
Na esperança de alcança-las,
Confiam no que os eleitos prometem.
E,
A base da pirâmide social fica estagnada
À margem do seio social,
E,
O ser invisível aos olhos da sociedade
Sem noção de tempo e espaço,
Onde o viver é um objetivo imaginário.
E,
Sobrevivem a calejados,
 Pelo sonho exterior,
De mudança social,
E,
 Vive um sonho interior,
Se isolando do mundo real,
E,
Penetrando em um mundo imaginário,
Via ausência de substâncias alimentares
Onde o vicio dessas ausências alimentares,
Adormecem o sonho e a fome.
E os seres se alienam,
Não por opção,
Mas,

Por imposição da situação social.




DEMOCRACIA.  

Viva!
Estou livre!
Para votar,
Mas para não voltar!

Para não ter livre acesso ao espaço,
 Que circundam o congresso e senado!
Para eleger e para não cassar mandato!
Para ter livre acesso as redes sociais,
 E dizer o que não seja verdade!
Parar servir as forças armadas!
Para falar não em pé de igualdade,
Com as altas autoridades!
Para ser vítima de preconceito!
E ser algoz de preconceito de outrem!

Votar nos parlamentares,
Para que eles representam a se mesmos!
E não votar nos parlamentares,
Para que eles representam o povo!

Para não ser uma nação,
Subjugada pela da Estátua da Liberdade
Em prol de um bem comum,
De apenas uma minoria.
Mas isso é utopia,
Na pseudodemocracia.












A LENDA DO FRUTO DA LOBEIRA

Tem uma lenda que diz que em noite de lua cheia por de traz de uma árvore por ter seus frutos uma forma específica é chamada na região do cerrado de LOBEIRA a qual tem espinhos e floresce uma flor de tom lilás.
Na noite de lua cheia com tom amarelado fica por de traz desta árvore, onde há frutos amadurecendo e outros maduros e lindos como a forma da lua cheia de tom amarelado, lobos famintos a espreita de uma vítima e cujos os ditos são  parlamentares que como Maquiavel relata no seu Livro O Príncipe (ficar em cima do muro esperando para pular para o galho mais forte da Lobeira).
Mas, este fruto da Lobeira é doce como mel.
Mas, também pode amargar como fel.
Mas, o pulo pode ser certeiro ou cair num galho quebrado!


 LOBOS OU LOBISTAS.

Representando uma determinada alcateia,
Tentando influenciar as outras alcateias,
Agindo sobre pressão,
Visando influenciar decisões,
Que serão decidias no topo da pirâmide da alcateia,
Onde há lobos sentados em cadeiras achoadas,
Com direito permanentes,
E,
Tais decisões têm como intuito,
Modificar as estruturas da base da pirâmide,
Onde as diversas alcateias dos lobos mais fracos,
Os quais são os alicerces da pirâmide.
Mas,
São os lobos de hoje das alcateias,
A baixo das alcateias do pico da pirâmide,
Que serão os lobos do amanhã das alcateias,
Do ´pico da pirâmide.

E tais decisões,
Favorecem aos interesses dos que estão sentados,
Em poltronas no topo da pirâmide alimentar.
E,
Há uma luta no topo da pirâmide,
Entre os lobos mais fortes,
Na posse do poder,

As decisões tomadas no topo da pirâmide,
Determina diretamente as consequências,
E conflitos que será acometida,
Na base da pirâmide,
Ou seja,
O aumento da fraqueza dos lobos mais fracos.
 E,
Os lobos mais fracos lutam,
Entre si para sobreviverem.




quarta-feira, 28 de agosto de 2019





   OS SERES ABSTRATOS INSERIOS NA METÁFORA DO CENÁRIO POLÍTICO.


 Inseridos nos discursos do eufemismo a seu favor,
 Com a interpelação dos discursos da hipérbole,
 Contra os seus adversários parlamentares
.Ao mesmo tempo nesse espaço político,
Que é delimitado ao ser social comum.



Há uma contradição,
De um discurso da hipérbole,
Um paradoxo de interesses sociais,
De um grupo de parlamentares,
Representando uma democracia representativa,
Contrapondo outro grupo de parlamentares.

Tentando implantar na mente do ser social comum,
Uma verdade suspeita,
Ou uma verdade que pertencem a elite dominante,
Repetida várias vezes até que o ser comum a decore
Mas, não a compreende,
Pois não pertence o seu cotidiano,
Na luta com o suor do corpo,
Para sobreviver!

Mas,
  Esses grupos de parlamentares.
Contrapondo uns aos outros,
Com discursos cheios de inverdades,
Mas, que na realidade é uma marketings,
De venda de seu produto ao consumidor eleitor desavisado,
Para que possam retomar a posse,
Do poder do cenário político.

A ausência de deixar de sofrer do transeunte,
Que permanece inseridos nos discursos do eufemismo,
 Dos seres abstratos que circundam.
Em uma determinada esfera no espaço político.
A qual delimita que o transeunte ultrapasse,
E que fique a margem da sociedade.

Mas,
Ao mesmo tempo todos esses seres abstratos,
 São intocáveis!
E protegidos por uma parede,
Sólida e invisível,
 A qual os protegem contra os seres concretos.
Os quais,
Pertencem ao curral eleitoral desse cenário político.

Munidos nas mãos de talhadeiras e martelos,
 Procurando lapidar,
 O que lhes são convenientes,
Dentro do contexto em que estão.
Leis feita para beneficiar uns em detrimento,
Do malefício dos outros.

A única opção que o ser concreto dispõe
É através da mídia que tenha ética,
Hoje a mídia livre das redes sociais,
A qual terá a possibilidade,
De sempre estar em vigília,
Correlação as ações dos seres abstratos,
Dentro do cenário político.



















3- AS INSTITUIÇÕES PÚBLICAS


 São necessárias,
 E devem pairar,
 A cima da sociedade
 E para manter a ordem,
Através de governantes,
Comprometidos com o social,
 Evitando o caos.
 O planeta terra,



Mas isso no neoliberalismo,
É impossível pois gestores das instituições públicas,
Estão de mãos atadas com os neoliberalistas,
Em termos da globalização do capital e da mão – de – obra.
 Para que isso se reverta em favor,
Dos menos favorecidos faz se necessário,
 que possamos adquirir conhecimentos,
 Sejamos politizados,
E sejamos agentes transformadores,
 Que se transforme de mentes alienadas em mente pensantes,

Só assim haverá a possibilidade de transformação social:
 Sócio – econômico - político,
 Em favor do benefício da humanidade,
 E também do planeta,
 Pois o homem e o planeta vivem em simbiose,
 No qual,
 O homem depende dos do ecossistema,
 Do planeta para existir,
E o planta depende do homem,
Para que o ecossistema não seja extinto.

Assim,
Sendo a sociedade um aglomerado de pessoas,
Que têm o mesmo fim em comum.
Dentro de um espaço social específico.


Mas,
 Aí surge outro questionamento,
 A sociedade é dividida etnias miscigenadas,
 As quais defendem seus interesses em comum.

 Então,
 Assim sendo,
 Eu vejo,
  A sociedade,
 Como um aglomerado de pessoas,
  Uma turba sem nenhuma orientação,
 E cada etnia dispersa,
 Em vários espaços do planeta,
Com pensamentos distintos,
 E faz necessário,
A criação de órgãos públicos,
 E também as criações de leis,
 Que pairem acima dos interesses dos governantes,
E também que pairam acima da sociedade e dos interesses individuais.
 E que faz, com que a sociedade,
Seja subordinada a esses órgãos,
 No sentido de manter a ordem pública,
 Mas, esses órgãos,
 Devem ser direcionados por pessoas,
 De boa índole e ética,
 Tanto no social,
No econômico,
E no político,
 E também na religião.

E é importante,
 Para que haja,
 Um mínimo de interesse entre as pessoas,
 Para colocar o amor em movimento,
 E por em pratica a caridade.
Para que a sociedade se organize,
Para que a ordem na sociedade subsista,
E não entre em crise.
O GOVERNO EXISTE PARA GOERNAR APARA O POVO,
E NÃO EM BENIFÍCIO PRÓPRIO!