quinta-feira, 29 de agosto de 2019




A LENDA DO FRUTO DA LOBEIRA

Tem uma lenda que diz que em noite de lua cheia por de traz de uma árvore por ter seus frutos uma forma específica é chamada na região do cerrado de LOBEIRA a qual tem espinhos e floresce uma flor de tom lilás.
Na noite de lua cheia com tom amarelado fica por de traz desta árvore, onde há frutos amadurecendo e outros maduros e lindos como a forma da lua cheia de tom amarelado, lobos famintos a espreita de uma vítima e cujos os ditos são  parlamentares que como Maquiavel relata no seu Livro O Príncipe (ficar em cima do muro esperando para pular para o galho mais forte da Lobeira).
Mas, este fruto da Lobeira é doce como mel.
Mas, também pode amargar como fel.
Mas, o pulo pode ser certeiro ou cair num galho quebrado!


 LOBOS OU LOBISTAS.

Representando uma determinada alcateia,
Tentando influenciar as outras alcateias,
Agindo sobre pressão,
Visando influenciar decisões,
Que serão decidias no topo da pirâmide da alcateia,
Onde há lobos sentados em cadeiras achoadas,
Com direito permanentes,
E,
Tais decisões têm como intuito,
Modificar as estruturas da base da pirâmide,
Onde as diversas alcateias dos lobos mais fracos,
Os quais são os alicerces da pirâmide.
Mas,
São os lobos de hoje das alcateias,
A baixo das alcateias do pico da pirâmide,
Que serão os lobos do amanhã das alcateias,
Do ´pico da pirâmide.

E tais decisões,
Favorecem aos interesses dos que estão sentados,
Em poltronas no topo da pirâmide alimentar.
E,
Há uma luta no topo da pirâmide,
Entre os lobos mais fortes,
Na posse do poder,

As decisões tomadas no topo da pirâmide,
Determina diretamente as consequências,
E conflitos que será acometida,
Na base da pirâmide,
Ou seja,
O aumento da fraqueza dos lobos mais fracos.
 E,
Os lobos mais fracos lutam,
Entre si para sobreviverem.




quarta-feira, 28 de agosto de 2019





   OS SERES ABSTRATOS INSERIOS NA METÁFORA DO CENÁRIO POLÍTICO.


 Inseridos nos discursos do eufemismo a seu favor,
 Com a interpelação dos discursos da hipérbole,
 Contra os seus adversários parlamentares
.Ao mesmo tempo nesse espaço político,
Que é delimitado ao ser social comum.



Há uma contradição,
De um discurso da hipérbole,
Um paradoxo de interesses sociais,
De um grupo de parlamentares,
Representando uma democracia representativa,
Contrapondo outro grupo de parlamentares.

Tentando implantar na mente do ser social comum,
Uma verdade suspeita,
Ou uma verdade que pertencem a elite dominante,
Repetida várias vezes até que o ser comum a decore
Mas, não a compreende,
Pois não pertence o seu cotidiano,
Na luta com o suor do corpo,
Para sobreviver!

Mas,
  Esses grupos de parlamentares.
Contrapondo uns aos outros,
Com discursos cheios de inverdades,
Mas, que na realidade é uma marketings,
De venda de seu produto ao consumidor eleitor desavisado,
Para que possam retomar a posse,
Do poder do cenário político.

A ausência de deixar de sofrer do transeunte,
Que permanece inseridos nos discursos do eufemismo,
 Dos seres abstratos que circundam.
Em uma determinada esfera no espaço político.
A qual delimita que o transeunte ultrapasse,
E que fique a margem da sociedade.

Mas,
Ao mesmo tempo todos esses seres abstratos,
 São intocáveis!
E protegidos por uma parede,
Sólida e invisível,
 A qual os protegem contra os seres concretos.
Os quais,
Pertencem ao curral eleitoral desse cenário político.

Munidos nas mãos de talhadeiras e martelos,
 Procurando lapidar,
 O que lhes são convenientes,
Dentro do contexto em que estão.
Leis feita para beneficiar uns em detrimento,
Do malefício dos outros.

A única opção que o ser concreto dispõe
É através da mídia que tenha ética,
Hoje a mídia livre das redes sociais,
A qual terá a possibilidade,
De sempre estar em vigília,
Correlação as ações dos seres abstratos,
Dentro do cenário político.



















3- AS INSTITUIÇÕES PÚBLICAS


 São necessárias,
 E devem pairar,
 A cima da sociedade
 E para manter a ordem,
Através de governantes,
Comprometidos com o social,
 Evitando o caos.
 O planeta terra,



Mas isso no neoliberalismo,
É impossível pois gestores das instituições públicas,
Estão de mãos atadas com os neoliberalistas,
Em termos da globalização do capital e da mão – de – obra.
 Para que isso se reverta em favor,
Dos menos favorecidos faz se necessário,
 que possamos adquirir conhecimentos,
 Sejamos politizados,
E sejamos agentes transformadores,
 Que se transforme de mentes alienadas em mente pensantes,

Só assim haverá a possibilidade de transformação social:
 Sócio – econômico - político,
 Em favor do benefício da humanidade,
 E também do planeta,
 Pois o homem e o planeta vivem em simbiose,
 No qual,
 O homem depende dos do ecossistema,
 Do planeta para existir,
E o planta depende do homem,
Para que o ecossistema não seja extinto.

Assim,
Sendo a sociedade um aglomerado de pessoas,
Que têm o mesmo fim em comum.
Dentro de um espaço social específico.


Mas,
 Aí surge outro questionamento,
 A sociedade é dividida etnias miscigenadas,
 As quais defendem seus interesses em comum.

 Então,
 Assim sendo,
 Eu vejo,
  A sociedade,
 Como um aglomerado de pessoas,
  Uma turba sem nenhuma orientação,
 E cada etnia dispersa,
 Em vários espaços do planeta,
Com pensamentos distintos,
 E faz necessário,
A criação de órgãos públicos,
 E também as criações de leis,
 Que pairem acima dos interesses dos governantes,
E também que pairam acima da sociedade e dos interesses individuais.
 E que faz, com que a sociedade,
Seja subordinada a esses órgãos,
 No sentido de manter a ordem pública,
 Mas, esses órgãos,
 Devem ser direcionados por pessoas,
 De boa índole e ética,
 Tanto no social,
No econômico,
E no político,
 E também na religião.

E é importante,
 Para que haja,
 Um mínimo de interesse entre as pessoas,
 Para colocar o amor em movimento,
 E por em pratica a caridade.
Para que a sociedade se organize,
Para que a ordem na sociedade subsista,
E não entre em crise.
O GOVERNO EXISTE PARA GOERNAR APARA O POVO,
E NÃO EM BENIFÍCIO PRÓPRIO!






terça-feira, 27 de agosto de 2019






1-    DECLARAÇÃO DE AMOR AO PLANETA TERRA. 

Eu declaro meu amor ao planeta terra!
E convoco também você,
A vivenciar esse espetáculo juntamente comigo!
Lar que me acolheu,
E que é um laboratório poético.
Bendito fruto do amor de um Ser Supremo.
E través dos meus cincos sentidos colocados em ação:
A visão, A audição, O olfato, O paladar e o tato.
Visualizo os sentidos dos sentimentos da vida ocultos na natureza.
As  esses experiências vivenciadas pelos cincos sentidos inseridos no meu ser.
 São elaboradas de uma forma poética.
Pelo meu sexto sentido.
E descritas em formas de poemas da vida vivida,
 Pela humana interagida com a natureza.

Pequeno oásis paradisíaco cheios:
De  terras de férteis às áridas.
De mares, oceanos.
De pessoas, animais e vegetações.
Pairando no deserto escuro e gelado do cósmico,
Em um eixo de sustentação imaginário.

Planeta que é um ser  vivo.
E que germina o fruto,
E que dá sustentabilidade a vida.

Mas, que também precisa ser alimentado,
Pelos seus parasitas:
Dos homens através a preservação do ecossistema
Os animais através da fertilização do solo por meio de suas vezes,
Das abelhas e insetos através da  transportam os polens de flores para outras áreas,
Contribuindo para que a flora perpetue a sua espécie
As árvores que ajuda a equilibrar o meio ambiente,
Através do ciclo da água:  a chuva cai no solo e evaporação da água do solo.
Mantendo  o continuar da vida sobre o solo do planeta.
Por meio da produção do oxigênio,
E protege e preserva o solo contra a erosão

E a beira-mar sentada na areia de cor de prata.
Inspiro o ar que provém da brisa do vento,
Do alto mar.
Cheiro o perfume das flores que provém dos jardins.
Cheiro o odor do perfume amadeirado,
Que emana do tocar dos pingos de chuva na terra,
E nas árvores vivas e das mortas pelo desmatar,
Pelo ser humano.
Olho o balançar do vento nos galhos das árvores vivas,
E sinto o seu sussurrar por entre as os galhos e folhas.
Seguido pelo cântico dos pássaros!
Sinto o degustar dos frutos  no meu paladar,
Sinto e faço a minha amada sentir,
O toque da mãos no sentido de amar!

Vamos juntos reivindicar em defesa Meio Ambiente,
Desse nosso Lar.
Pois, cuidemos do nosso lar antes que o destruamos!
Aí, não teremos abrigo e nem alimento!
Findando com a extinção de nossa existência.
E sobrando apenas um planeta lar,
Com a sua superfície árida.
E sem nem uma vida  orgânica sobre sua face sem vida.
Num lar que outrora era o jardim Do Éden.
Criado por um Ser Supremo.

Bendito fruto do amor de um Ser Supremo,
Ventre do qual,
 Nasceu a humanidade.
E a humanidade,
 No sentido do seu existir,
Si apossou de sua mãe,
A qual é a terra.
 E a fez de seu lar.

Lar que acolheu os poetas.
E que através dos meus cincos sentidos em ação,
O olfato, a visão, a audição, o paladar e o tato.
Visualizassem os sentidos ocultos da natureza,
E os colocam na práxis através da poesia.
O cheirar das flores,
O cheirar da terra molhada pela chuva,
O olhar no balançar do vento nos galhos das árvores,
O sentir do sussurrar do vento por entre as folhas,
 Seguindo pelo cântico dos pássaros.
Sentir o gosto dos frutos.
Sentir,
 E fazer,
A amada sentir,
 O toque das mãos do sentido do amor

Planeta que é um ser que vivo.
E que germina o fruto,
E que dá sustentabilidade a vida.
Mas, que também precisa ser alimentado,
Pelos seus parasitas:
Os homens,
Os animais,
As árvores,
Os insetos,
Os homens através da preservação do meio ambiente,
Os animais através da fertilização do solo por meio de suas vezes,
As árvores que ajuda a equilibrar o meio ambiente,
 Por meio da produção do oxigênio,
E protege e preserva o solo contra a erosão
E os insetos que transportam o pólen de árvores para outras,
Contribuindo para que a flora não si extinga.