quinta-feira, 16 de maio de 2019

Metade dos vereadores de Dallas rejeita visita de Bolsonaro Eventos com presidente brasileiro, que vai receber na cidade americana nesta quinta prêmio que desistiu de buscar em Nova York, agitam a política local Henrique Gomes Batista, enviado especial 14/05/2019 - 20:29 / Atualizado em 15/05/2019 - 08:22 Cartaz com protesto contra o presidente Jair Bolsonaro em preparação por grupos que criticam suas políticas e presença em Dallas Foto: Henrique Gomes Batista Cartaz com protesto contra o presidente Jair Bolsonaro em preparação por grupos que criticam suas políticas e presença em Dallas Foto: Henrique Gomes Batista Bem vindo ao Player Audima. Clique TAB para navegar entre os botões, ou aperte CONTROL PONTO para dar PLAY. CONTROL PONTO E VÍRGULA ou BARRA para avançar. CONTROL VÍRGULA para retroceder. ALT PONTO E VÍRGULA ou BARRA para acelerar a velocidade de leitura. ALT VÍRGULA para desacelerar a velocidade de leitura.Play! Ouça este conteúdo 0:00 07:38AudimaAbrir menu de opções do player Audima. PUBLICIDADE DALLAS - Metade dos 14
QUE FATA DE CARÁTER DESSE PSEUDOPRESIDENTE. USAR UMA FAKE PARA SE PROMOVER E VENCER A ELEIÇÃO PARA PRESIDENTE EM OUTUBRO DE 2018 PARA A GESTÃO 2019 À 2022 Fotógrafo afirma que cicatriz exibida por Bolsonaro não é da facada, mas de cirurgia O fotógrafo Lula Marques mostrou imagens e disse ainda que a cicatriz “da facada, que foi embaixo da costela, não existe”. Veja aqui O fotógrafo Lula Marques postou, em sua conta do Twitter, neste sábado (4), uma sequência de imagens onde mostra que a cicatriz exibida pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL-RJ) em programa de TV não corresponde à facada que teria tomado em Juiz de Fora durante a campanha. A cicatriz, segundo o fotógrafo, seria de uma cirurgia de diverticulite, que “não é causada por facada, mas sim pela idade, predisposição e alimentação gordurosa com falta de fibras”. Lula Marques diz ainda que a cicatriz “da facada, que foi embaixo da costela, não existe”, ressalta. Ver imagem no TwitterVer imagem no TwitterVer imagem no Twitter Lula Marques @LulaMarques Mostrei fotos durante a campanha mostrando que a facada foi mentira. Agora está provado. Bolsonaro mostrou a cicatriz da cirurgia do câncer. A da facada que foi embaixo da costela não existe. @jairbolsonaro 12,2 mil 11:00 - 4 de mai de 2019 8.214 pessoas estão falando sobre isso Informações e privacidade no Twitter Ads “Mostrei fotos durante a campanha mostrando que a facada foi mentira. Agora está provado. Bolsonaro mostrou a cicatriz da cirurgia do câncer. A da facada que foi embaixo da costela não existe.” Veja também: Auditoria aponta que mais de 60% dos seguidores de Bolsonaro no Twitter são fake Cicatriz Jair Bolsonaro deu seu “show” particular em entrevista ao SBT Brasil, nesta quinta-feira (2). O presidente levantou a camisa para exibir a cicatriz da cirurgia, consequência da facada que levou em evento de campanha em Juiz de Fora (MG), em setembro de 2018. “Alguns falam que foi fake”, disse. Bolsonaro esteve no SBT para gravar uma participação no Programa Silvio Santos. O objetivo é tentar convencer a população dos “benefícios” da sua reforma da Previdência. Fórum em Brasília, apoie a Sucursal Fórum tem investido cada dia mais em jornalismo. Neste ano inauguramos uma Sucursal em Brasília para cobrir de perto o governo Bolsonaro e o Congresso Nacional. A Fórum é o primeiro veículo a contratar jornalistas a partir de financiamento coletivo. E para continuar o trabalho precisamos do seu apoio. Clique no link abaixo e faça a sua doação
Desemprego atinge 27% da população entre 18 e 24 anos no país Entre os jovens, a taxa de desempregados é maior do que o dobro da registrada na população geral. O grupo se enquadra na Lei da Aprendizagem, que está prestes a completar 20 anos. POR CHICO PRADO (chico.prado@cbn.com.br) No Brasil, 27% por cento dos jovens de 18 a 24 anos estão desempregados, mais que o dobro da taxa da população em geral. Esses jovens se enquadram na Lei da Aprendizagem, que está prestes a completar 20 anos. A legislação obriga empresas de médio e grande porte a reservar entre 5% e 15% das vagas a menores aprendizes, mas a ferramenta ainda é vista como uma cota a ser cumprida, não como um investimento na formação profissional. 'Já tive outros empregos antes, só que eram informais. Eu estava procurando algum que tivesse uma carteira assinada', conta Bruni Ravani, de 18 anos. 'Eu já queria entrar nesse meio, no mundo do trabalho. Muito importante pra mim ter essa independência.' O rapaz saiu de uma fila de meio milhão de pessoas que esperam por uma vaga de jovem aprendiz. Fila que custa a diminuir, reflexo da resistência de muitas empresas brasileiras. Com salário de R$ 1.200, Bruno já consegue se virar bem melhor do que há alguns meses. Paga o curso de inglês, a conta do celular, transporte e uma parte da mensalidade da faculdade de psicologia, custo que ainda divide com os pais.Ele trabalha no RH de uma construtora de São Paulo, área em que pretende se especializar. 'Uma empresa legal, com um porte grande, que já tem um nome no mercado, né? Posso estar dentro dela, trabalhando lá no meio', descreve. 'Eu sou aprendiz dos recursos humanos, e aí, por conta de estar estudando psicologia, tenho vontade de aprender sobre esse mundo de recrutamento e seleção, sabe? Os métodos da psicologia organizacional, desse meio corporativo. E agora eu estou tendo a oportunidade de conhecer.' Cerca de 40% das empresas cumprem a Lei da Aprendizagem. Há quem defenda alguma flexibilização da legislação como estratégia para a criação de novas vagas. Hoje, o aprendiz contratado passa parte do tempo no trabalho. Um período menor, na sala de aula, onde aprende regras básicas de convivência, ética e até como poupar e investir o próprio dinheiro. Humberto Casagrande, superintendente do CIEE, Centro de Integração Empresa-Escola, acha que é possível regulamentar melhor a divisão desse tempo. 'Para que aumentasse o percentual de cumprimento da lei, nós precisaríamos de uma fiscalização maior e também tornar a lei mais interessante para as empresas', argumenta. 'Hoje, 30% do tempo dos aprendizes tem que ser dentro da sala de aula, na capacitação. No passado, isso já foi 20. Se fosse 20, seria mais interessante para as empresas.' Ainda assim, uma recente pesquisa do Datafolha mostrou que a Lei da Aprendizagem, aprovada há 19 anos, rema a favor da carreira de quem está só começando. Três em cada quatro jovens que saíram do programa atingiram o objetivo principal e estudam ou trabalham. Do Ceará, sai uma das histórias de gente que pode ajudar a melhorar esses números: Em Fortaleza, Romário Freitas, de 20 anos, tem uma rotina puxada. Pula da cama às 4h30 e leva uma hora e meia até a transportadora onde trabalha. Romário nem sabia bem o que fazer quando recebeu o primeiro salário. Em casa, ouviu o melhor conselho. 'No começo, no primeiro salário que eu recebi, eu não sabia no que gastar, era muito dinheiro pra mim. Eu fiquei pensando e minha mãe falou: Romário, faz uma conta num banco, uma conta-poupança, guarda dinheiro pra poder pagar uma faculdade lá na frente. Porque é um contrato de um ano e quatro meses. Quando você sair, se não renovarem seu contrato, você vai ter um dinheirinho guardado pra pagar a faculdade enquanto procura outro emprego', lembra. 'Acabou ajudando bastante dentro de casa. Hoje em dia, eu faço a minha faculdade, sou eu que pago.' Entre os aprendizes, 81% ajudaram financeiramente a família enquanto participaram do programa; 23% moram em comunidades carentes. Um quarto dessa força jovem de trabalho continuou firme e forte na empresa onde começou. Com a lição de casa feita, e não mais como aprendiz.
EUA alertam aA chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini Mais Os Estados Unidos enviaram uma séria advertência à União Europeia (UE) sobre seus planos para impulsionar a cooperação europeia em termos de defesa, o que, segundo Washington, poderá acabar com décadas de ajuda transatlântica e prejudicar a Otan. Uma carta de dois altos funcionários da Defesa do governo de Donald Trump, datada de 1º de maio e consultada pela AFP, é o mais recente sinal das profundas dúvidas de Washington sobre os planos europeus de racionalizar os gastos militares. A carta dirigida à chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini, adverte que "pílulas envenenadas", incluindo propostas de regras para países que não fazem parte da UE e que participam de projetos europeus, afetarão décadas de laços estreitos. A mensagem, que transparece uma ameaça de sanções, é precedida por palavras do embaixador dos Estados Unidos em Bruxelas, Gordon Sondland, que cobram da chanceler europeia respostas a suas preocupações antes de 10 de junho. Mogherini explicou em uma entrevista coletiva nesta terça-feira que a UE está preparando uma "resposta clara e completa" às preocupações dos Estados Unidos, mas insistiu que o bloco continua aberto aos fabricantes de defesa americanos. "Na verdade, a UE está, neste momento, muito mais aberta do que o mercado contratante dos Estados Unidos para empresas e equipamentos da UE", disse Mogherini após uma reunião dos ministros a Defesa e das Relações Exteriores. A preocupação dos Estados Unidos está voltada para o Fundo Europeu de Defesa (FED), dotado de 13 bilhões de euros para investir no desenvolvimento de tecnologia e equipamentos militares para o período 2021-2027, e no pacto acordo de cooperação em defesa do UE. "O projeto de regulamento do FED e as condições gerais do CEP representam uma reversão dramática das últimas três décadas de maior integração do setor de defesa transatlântico", diz a carta. As regras propostas "não apenas prejudicarão as relações construtivas OTAN-UE que construímos juntas nos últimos anos, mas também podem nos fazer recuar para os debates às vezes divisores que dominaram nossas discussões 15 anos atrás", acrescenta. Os países da UE lançaram a Cooperação Estrutural Permanente (CEP), também conhecida como PESCO por sua sigla em inglês, no final de 2017 para tentar harmonizar a abordagem altamente fragmentada na Europa em relação aos gastos militares. No âmbito deste acordo, os países europeus cooperam em projetos para desenvolver novos equipamentos militares, como aviões de combate ou drones, e em sistemas de apoio, como hospitais militares e centros de treinamento. A carta dos Estados Unidos destaca as divisões dentro da UE sobre quais regras estabelecer para aliados fora do bloco, como Estados Unidos, Noruega e até mesmo o Reino Unido, uma vez que o Brexit esteja consumado, e que queiram contribuir para os projetos. UE sobre perigo representado por seus planos de defesa
Em 12 anos, patrimônio de Flávio Bolsonaro aumentou 397,1% NO BRASIL LADRÃReeleito pela primeira vez em 2006, quando tinha R$ 385 mil em bens, o parlamentar é hoje dono de um patrimônio de R$ 1,74 milhão. (Foto: Reprodução/Facebook) Mais O patrimônio do filho mais velho de Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro, atual senador pelo PSL do Rio de Janeiro, cresceu 397,1% em 12 anos. De 2006 a 2018, seu patrimônio declarado à Justiça Eleitoral passou de R$ 385 mil para de R$ 1,74 milhão em bens. As informações são da Revista Época. Nesse período, Flávio exerceu três de seus quatro mandatos como deputado estadual na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro). O parlamentar justifica que o aumento deve-se a compra de imóveis na Zona Sul e na Zona Oeste do Rio, pela substituição do carro particular dele por modelos mais novos e modernos, além de investimentos em empreendimentos próprios, como uma loja de uma franquia de chocolates que ele administra na Barra da Tijuca. Quando entrou na vida política em 2002, Flávio Bolsonaro declarou ser dono de apenas um automóvel do modelo Gol 1.0, no valor de R$ 25.500. Já em 2006, ele declarou que era dono de um Peugeot 2003, no valor de R$ 35 mil, e um imóvel na Urca, Zona Sul do Rio, declarado no valor de R$ 350 mil. Ao todo, o patrimônio de Flávio era de R$ 385 mil. A ascensão dos bens acumulados acompanha a sequência de mandatos como deputado e na primeira eleição ao Senado. No ano passado, Flávio declarou patrimônio de R$ 1,74 milhão, que inclui: salas comerciais na Barra da Tijuca no valor de R$ 150 mil, apartamento também na Barra da Tijuca no valor de R$ 917 mil, e aplicações e os investimentos de R$ 558.200. O carro agora é um Volvo XC 2014, no valor de R$ 66.500. QUEBRA DO SIGILO A Justiça do Rio de Janeiro autorizou, no fim de abril, a quebra do sigilo bancário e fiscal de Flávio e Fabrício Queiroz, que foi seu assessor e motorista enquanto deputado estadual. A ordem judicial também atinge 88 ex-assessores do parlamentar na Alerj, a mulher e a empresa do senador, pessoas e firmas que fizeram transições imobiliárias com ele. A quebra de sigilo bancário e fiscal é o primeiro passo judicial da investigação sobre Queiroz após quase 500 dias do relatório do Coaf apontar uma movimentação atípica de R$ 1,2 milhão na conta bancária do ex-assessor de Flávio. Segundo o jornal, o período da quebra é de 2007 a 2018, período em que Queiroz esteve vinculado ao gabinete. Leia mais MEC solicita apoio da Força Nacional para greve de estudantes Bolsonaro sanciona projeto que altera Lei Maria da Penha Fazem parte do rol dos investigados as filhas do ex-assessor, Nathalia e Evelyn Queiroz, ambas ex-assessor de Flávio. Também tiveram quebrados os sigilos Raimunda Veras Magalhães e Danielle Nóbrega, mãe e mulher do ex-PM Adriano da Nóbrega, foragido acusado de comandar uma milícia no Rio de Janeiro. Queiroz se tornou alvo de investigação em janeiro de 2019 após o Coaf apontar uma movimentação na sua conta. Além do volume, chamou a atenção a forma com que as operações se davam: depósitos e saques em dinheiro vivo. As transações ocorriam em data próxima do pagamento de servidores da Alerj, onde Flávio exerceu o mandato de deputado por 16 anos. Em fevereiro, Queiroz admitiu que recebia parte dos valores dos salários dos colegas de gabinete. Ele diz que usava esse dinheiro para remunerar assessores informais de Flávio, sem o conhecimento do então deputado. O VIROU SÍMBOLO DE HONESTIIDADE E É RESPEITADO PELA JUSTIÇA
BRASÍLIA - A Polícia Federal apreendeu nesta quinta-feira R$ 2 milhões durante as buscas realizadas em endereços de aliados do presidente Michel Temer e do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG). A polícia não especificou os locais onde o dinheiro foi encontrado.
Moradores que vivem em tais regiões ganham menores salários e estão vulneráveis a graves doenças Por: Isabela Alves Moradores que vivem em regiões sem saneamento básico ganham salários menores do que a população que possui acesso a água, coleta e tratamento de esgoto. Eles também são os mais propensos a ter doenças comuns em áreas onde a infraestrutura é inexistente e precária. As informações são do Painel Saneamento Brasil, divulgado pelo Instituto Trata Brasil. O estudo coletou dados sobre saneamento básico e seus impactos socioeconômicos nas 254 maiores cidades do país. Quem mora em áreas com abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto ganha um salário 85% maior do que quem mora em locais sem esses serviços. Além disso, a falta de saneamento causa graves doenças, como diarreias, verminoses, hepatite A, leptospirose e esquistossomose. Por conta dessas doenças, foi gasto cerca de R$ 1,1 bilhão com internações entre 2010 e 2017 (R$ 140 milhões por ano). O Trata Brasil também alerta que mesmo com os avanços obtidos ao longo dos anos a situação do Brasil está estagnada em relação ao saneamento básico. Ainda, 35 milhões de brasileiros não têm acesso à água tratada, mais de 100 milhões não têm coleta de esgoto e apenas 44,92% dos esgotos do país são tratados. Vale ressaltar que oferecer água e rede de esgoto a todos os cidadãos é um dos objetivos da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. No entanto, segundo o Instituto, deveriam ser investidos R$ 357 bilhões (cerca de R$ 24 bilhões por ano) para que este objetivo seja alcançado dentro da meta estabelecida. Fonte: G1